
Contos eróticos
Marise Da Silva · Atualizando · 108.4k Palavras
Introdução
Capítulo 1
Anônimo
Nunca imaginei que uma única noite pudesse me deixar tão destruído.
Tudo começou num boteco da Zona Norte, onde o chão grudava de tanto chopp derramado e o cheiro de fritura se misturava ao perfume barato das acompanhantes. Estava lá tentando esquecer meu último fracasso amoroso quando ela entrou, Jéssica, com seus 1,78m de pura provocação, um vestido preto tão curto que toda vez que ela se mexia, eu jurava ver o fundo daquela calcinha rendada.
Ela dançava sozinha entre as mesas, o corpo ondulando como se estivesse fazendo amor com a música. O vestido subia perigosamente a cada movimento, mostrando aquelas coxas torneadas que pareciam saídas de algum sonho proibido. Os caras babavam, mas ela só tinha olhos para o copo de cerveja na mão, até que seu olhar se prendeu no meu.
— Vai ficar só me comendo com os olhos, gato? — perguntou, deslizando na minha mesa com aquele sorriso de quem sabe exatamente o poder que tem.
Antes que eu respondesse, ela já estava puxando meu queixo com dois dedos, examinando meu rosto como quem avalia uma mercadoria. "Bonitinho. Bora dar um rolê?"
Saímos do boteco em chamas. Ela me empurrou contra a parede e meteu a língua na minha boca como se estivesse faminta.
Mal entramos no carro, ela já estava escalando trabalhando no meu cinto com uma habilidade que me fez engolir seco.
Ela ficou de joelhos no banco do passageiro, o vestido preto curto subindo ainda mais, revelando a calcinha de renda preta. A visão era tão indecente que quase perdi o controle do carro.
Com um movimento fluido, puxou meu jeans e cueca para baixo, libertando meu pau já latejante de desejo. A primeira lambida foi lenta, torturante, a língua quente percorrendo todo o comprimento enquanto ela me encarava com aqueles olhos de predadora.
Meus dedos se enterraram no cabelo cacheado dela enquanto ela começou um ritmo implacável, alternando entre sugar com força e usar a língua para brincar com a cabeça. A cada mergulho profundo, eu sentia a garganta dela se ajustando ao meu volume.
— Caralho, assim... engole tudo. —gemi, os quadris levantando involuntariamente para encontrar a boca dela.
Ela riu, a vibração do riso percorrendo meu p4u como um choque elétrico.
Quando senti a pressão na base da espinha, avisei:
— Vou goz4r, porr@.
Jéssica não recuou. Pelo contrário, apertou minhas coxas com unhas que certamente deixariam marcas e afundou ainda mais, até meu p4u desaparecer completamente entre aqueles lábios vermelhos.
O gozo me atingiu como um trem desgovernado. Jurei que vi estrelas enquanto explodia na garganta dela, os dedos se contorcendo no cabelo enquanto ela engolia cada gota com um sorriso vitorioso.
Quando finalmente me soltou, com um "pop" obsceno, ela limpou os cantos da boca com o dedo e lambeu com deliberação.
— Hmm... que delícia.
E como se nada tivesse acontecido, ela se acomodou no banco do passageiro e ajustou o vestido.
— Agora dirige direito, amor. Porque quando a gente chegar no motel mais próximo, você vai ter que me pagar na mesma moeda.
O motel tinha um quarto temático algo sobre "Cavaleiro e a Rainha", mas a única coisa medieval ali foi o jeito que ela me dominou. Assim que a porta fechou, Jéssica me empurrou contra a parede, suas mãos agarrando meus pulsos enquanto sua boca devorava a minha.
— Você tá pronto pra isso, neném? — sussurrou, já puxando minha camisa pelo colarinho.
Antes que pudesse reagir, Jéssica já estava de joelhos, arrancando meu zíper com os dentes como um animal faminto.
— PORRA, JÉSSICA... — gritei, minhas mãos se enterrando nos cabelos dela enquanto ela não chupava, devorava, com uma mistura de técnica e selvageria.
Ela riu, a vibração da garganta dela fazendo meu p4u pulsar, mas antes que pudesse gozar de novo, ela parou bruscamente.
Num movimento rápido, se levantou, me virou de costas com uma força desumana e me jogou na cama como se eu fosse um boneco de pano. Suas roupas voaram para algum canto do quarto, e antes que pudesse sequer pensar, ela já estava montando em mim, mas não do jeito que eu esperava.
Em vez de sentar no meu p4u, ela plantou a bucet4 diretamente no meu rosto, esfregando seus lábios inchados e melados contra minha boca.
— LAMBE, SEU MERDA, ENFIA ESSA LÍNGUA BEM FUNDO.
Eu obedeci, enfiando a língua dentro dela com voracidade, bebendo cada gota do seu líquido enquanto ela gemia.
Ela não ficou parada. Enquanto a lambia, pegou meu p4u com uma das mãos e começou a bater punheta com força, os dedos dela se fechando como uma garra em volta da cabeça.
— Quero ver se você é tão bom quanto parece. — sussurrou, cavalgando meu rosto com movimentos cada vez mais violentos.
Ela sabia como se mover, pra frente, pra trás, esfregando a bucet4 na minha boca.
— FAZ EU GOZAR, FILHO DA PUTA.
Eu lambi, chupei, mordi de leve, tudo o que ela queria. Até que, com um gemido rouco, ela explodiu, esguichando na minha cara, os jorros quentes escorrendo pelo meu queixo, meu pescoço, meu peito.
E, sem aviso, ela se levantou, agarrou meu p4u melado e sentou com tudo, engolindo cada centímetro num movimento só.
— AGORA VOCÊ AGUENTA O RITMO, NENÉM — rosnou, as unhas cravando no meu peito.
Cada sentada era um impacto que me fazia enterrar no colchão
Seu corpo suado refletia sob a luz do quarto, os seios balançando com violência. O barulho da nossa pele batendo ecoava nas paredes, junto com os palavrões que ela gritava
— Me fode porr4!
Ela apertou os músculos da bucet4 propositalmente, fazendo eu gem3r como um animal. Eu tentava segurar, mas ela colocou as mãos no meu pescoço e apertou levemente, os olhos ardendo de fúria e luxúria.
— VAI, GOZA DENTRO.
Eu não tive escolha.
Com um rugido, jorrei dentro dela como se tivesse acumulado por semanas, meu corpo arqueando enquanto ela continuava a cavalgada, espremendo cada gota.
Jéssica só parou quando ela mesma gozou de novo, os músculos pulsando em volta do meu p4u.
No final, eu estava destruído, suado, dolorido, com a marca dos dentes dela no meu ombro. Jéssica se levantou, pegou a calcinha no chão e sorriu:
— Até a próxima, gato.
Eu,
deitado ali como um trapo, só consegui pensar:
"Meu Deus, vai ter próxima?"
[FIM DO CONTO]
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Frio. Intocável. Impiedoso.
Ele não flerta. Não sorri. Não enxerga pessoas, só utilidade.
E por muito tempo, eu fui apenas útil.
Até que ele começou a me observar.
No começo, a mudança na atenção dele é sutil. Uma pausa longa demais. Um olhar que se demora. Ordens que me puxam para mais perto em vez de me manterem à distância. O homem que fica de pé acima da minha mesa começa a controlar mais do que a minha agenda, e eu percebo tarde demais que ser notada por Rowan Ashcroft é muito mais perigoso do que ser ignorada.
Porque homens como ele não desejam afeto.
Desejam posse.
Era pra ser só um emprego.
Não um teste dos meus limites.
Não uma descida lenta e calculada para dentro da autoridade dele.
Mas se Rowan Ashcroft decidir que eu pertenço debaixo da mesa dele, que seja.
Sobreviver tem um preço, e as contas não querem saber como eu pago.












