Meu chefe, Suggar Daddy

Meu chefe, Suggar Daddy

Fran Pereira · Atualizando · 204.4k Palavras

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Introdução

Meu chefe me chupa magistralmente. Sinto sua língua me penetrando, ele alterna entre os dedos e a língua enquanto me deixa mais excitada e molhada.


Sento no colo dele com as pernas abertas ao redor de seus quadris e nosso beijo se torna mais intenso, minha área íntima pulsa de excitação. Sinto seu membro completamente duro ao meu lado, bem ao lado da minha área íntima completamente encharcada.

Durante o beijo, começo a me mover em cima dele e gemer levemente. Ele então começa a morder meu queixo e desce beijando meu pescoço... Finalmente, ele chega aos meus seios e os aperta. Depois, ele tira minha blusa e começa a chupar meus seios intensamente...

E nesse momento, simplesmente esqueço de tudo, minha consciência perdeu a batalha para o prazer... E que se dane minha consciência!


Elizabeth é uma jovem que perdeu o pai e teve que assumir o papel de empregada na casa de um empresário rico para sustentar sua mãe doente e sua irmã mais nova. Ela não esperava se apaixonar por seu chefe, um homem com um casamento conturbado, preso a um segredo que poderia destruí-lo. Elizabeth e seu chefe estão vivendo um romance proibido, cheio de paixão, drama e perigo que pode destruir suas vidas. Será que eles conseguirão superar os obstáculos e ficar juntos? Ou o destino os separará para sempre? Pode um relacionamento que começou da maneira errada dar certo?

Capítulo 1

POV: ELIZABETH

Admirei as ruas do bairro nobre de Nova York pela janela do carro enquanto o Sr. Richard dirigia em silêncio, minhas mãos suando de nervosismo e o medo de que tudo desse errado atormentando minha alma. Já era minha quinta entrevista de emprego e eu não estava preparada para mais um não...

O Sr. Richard é o motorista da família Carter e um velho amigo da minha família, ele me viu crescer, era o melhor amigo do meu falecido pai e, desde que meu pai morreu, ele e sua esposa têm sido muito solidários. Foi ele quem conseguiu essa entrevista de emprego para mim e, mesmo que eu não consiga, a ajuda dele já me deixou feliz!

(...)

O Sr. Richard estacionou o carro em frente a uma mansão luxuosa como todas as outras do bairro, e eu fiquei encantada porque cada uma era mais bonita que a outra.

Entramos pela área de serviço e fiquei ainda mais impressionada com a riqueza de detalhes... tudo era tão, tão perfeito!

Do lado de fora, há uma bela piscina e um jardim maravilhoso. Por dentro, tudo é bonito e elegante. E, honestamente, eu nunca tinha visto tanto luxo antes.

A Sra. Megan Carter me recebeu sem muito entusiasmo, ela é uma mulher muito chique e bem cuidada, alta, loira, magra e de olhos azuis, seu cabelo é curto e ondulado. Ela é, sem dúvida, bonita, mas muito grossa, arrogante e esnobe. Percebemos imediatamente que dinheiro e beleza não são sinônimos de educação.

"Elizabeth, você é muito jovem, tem alguma experiência com trabalhos domésticos?" A Sra. Megan me pergunta com um olhar de desprezo e eu fico envergonhada.

"Sim, eu tenho... Eu costumava acompanhar minha mãe nos trabalhos de limpeza dela, e sempre a ajudava com tudo..." Digo, olhando para ela seriamente e ela respira fundo, mostrando sua insatisfação com cada palavra.

"Não faz muita diferença para mim o que você fazia com sua mãe... o que importa é como você desempenha suas funções trabalhando para mim," ela diz sem me olhar.

Ela é completamente fria, esnobe, mal olha para mim e, quando olha, expressa todo o seu orgulho no olhar. Ela fala comigo olhando para suas mãos e admirando suas enormes unhas, que naquele momento são mais importantes do que minha presença insignificante. Então respiro fundo e tento dar a melhor resposta possível. Não estou em posição de dar a resposta que ela merece.

"Se eu conseguir esse emprego, cumprirei todas as minhas funções da melhor maneira possível." Respondo seriamente.

Ela permanece em silêncio por alguns segundos, parecendo pensativa, enquanto minhas mãos suam frio, esperando apreensivamente por uma resposta.

"Bem, Elizabeth... Vejo que você não tem experiência, mas eu preciso urgentemente de uma empregada." Ela me olhou com desdém. "Então você pode ficar para um período de experiência. Se o seu trabalho for bom, você fica. Mas, como já te disse, a palavra final é do meu marido, que está viajando." Disse Megan, expressando seu orgulho em cada palavra que saía de sua boca.

"Sim, senhora... Obrigada!" Um sorriso tímido e aliviado se formou em meus lábios.

"Ainda não me agradeça! Bem, não temos cozinheira nem governanta, apenas duas faxineiras que vêm nos fins de semana para ajudar a limpar a casa. Embora seja uma casa grande, não temos muito trabalho. Somos apenas eu e meu marido, mas viajamos muito. Não passamos muito tempo em casa. Então você será a única empregada responsável por tudo, inclusive nossas refeições. Não se preocupe, você será muito bem recompensada por isso."

Depois de conversar e dar várias ordens, ela me manda para a cozinha preparar algo. E eu faço! Estou muito feliz porque finalmente consegui meu primeiro emprego. Mas espero que dê certo, afinal, ainda é um teste.

Na porta da geladeira havia uma lista das principais refeições da casa, o cardápio da semana e os horários de todas as refeições, até agora nada muito difícil, ou fora do comum, então comecei a preparar rapidamente.

(...)

Depois de fazer algumas tarefas pela casa, preparei o jantar e saí para encontrar o Sr. Richard para ir embora. Ele estava lavando o carro e pediu para eu esperar.

Então, enquanto eu esperava por ele, sentei na grama do jardim e fiquei olhando para a piscina, admirando a beleza das rosas, quando alguém tocou meu ombro.

"Você é a nova empregada?" disse uma voz masculina enquanto se aproximava.

Assustada, levantei-me rapidamente e olhei para ele: "Sim, senhor, prazer em conhecê-lo! Sou Elizabeth," disse, estendendo a mão para cumprimentá-lo.

Ele sorriu e olhou para minha mão: "Sou tão empregado quanto você," ele pegou minha mão. "Satisfação, sou Dan, o jardineiro da casa. Satisfação primeiro, porque o prazer sempre vem depois," disse Dan, me olhando de cima a baixo, e eu pude ver o olhar em seus olhos e seu sorriso maroto.

Dan é um homem bonito, um pouco mais alto que eu, e tem um belo par de olhos verdes que o tornam ainda mais atraente e sedutor. Ele tem um jeito brusco e confesso que me perguntei como seriam seus carinhos.

Dei-lhe um leve sorriso e flertamos. "Achei que você fosse o patrão," disse em um tom descontraído.

Um sorriso tímido se formou em seus lábios e ele olhou nos meus olhos. "Vai ser muito bom ter alguém para conversar nesta casa. Especialmente à noite," disse ele seriamente.

"Posso imaginar como deve ser vazio aqui à noite, mas eu só vou trabalhar durante o dia."

"Que pena," lamentou ele, olhando para mim. "Mas durante o dia terei companhia, será menos solitário."

"Você trabalha aqui há muito tempo?" perguntei enquanto admirava discretamente sua beleza.

"Uns dois anos, mais ou menos," disse pensativo.

"Como são os patrões?" perguntei curiosa, tentando saber mais sobre as pessoas que agora eram meus chefes.

"Acho que você já conheceu a Sra. Megan, para ela só existimos para servi-la, o Sr. Matthew é mais agradável, mas não fala muito," disse ele enquanto me olhava.

"Vou fazer o meu melhor para me acostumar com os modos da patroa," respondi com um sorriso tímido.

Continuamos conversando, mas logo fomos interrompidos pelo Sr. Richard, que disse que podíamos ir embora. Despedi-me de Dan e partimos.

Cheguei em casa, falei com minha mãe, fiz o jantar e tomei um banho. Depois fui para a cama. Afinal, tinha sido um dia cansativo, já que eu nunca tinha trabalhado antes e levaria um tempo para me acostumar.

(...)

Depois de me preparar para o meu segundo dia de trabalho, esperei pelo Sr. Richard em frente à minha casa.

No caminho, o Sr. Richard me contou que o patrão já havia chegado de sua viagem, pois ele o havia buscado no aeroporto de madrugada.

Chegamos à mansão, troquei de roupa e preparei o café da manhã seguindo as instruções do cardápio. Então a patroa desceu e disse que ia esperar o marido para tomarem café juntos.

O patrão estava demorando, então a Sra. Megan me mandou chamá-lo no quarto de hóspedes e eu fui. Fazer o quê? Ela é a patroa! Eu só não sabia que o trabalho de uma empregada também incluía acordar o patrão adormecido.

Cheguei ao corredor que levava ao quarto de hóspedes e vi que a porta estava entreaberta. Imaginando que aquele era o quarto onde ele estava dormindo, bati na porta cuidadosamente e, como ele não respondeu, decidi entrar.

Quando entrei no quarto, vi um homem deitado de bruços, vestindo apenas uma cueca boxer preta, que deixaria qualquer um sem sentidos, ou melhor, imaginando mil e uma coisas loucas.

Ele tem as costas largas e bem definidas, um traseiro bem torneado e coxas grossas, tudo o que eu amo em um homem. Não consegui ver seu rosto, mas suas costas e traseiro me fizeram perder a consciência, e decidi sair imediatamente do quarto e ir para a sala, onde informei à patroa que ele estava dormindo. Ela então decidiu tomar o café da manhã sozinha. Eu a servi e saí!

Alguns minutos depois, voltei e comecei a arrumar. Então vi meu novo patrão descendo as escadas, vestindo apenas um short branco e sem camisa.

Deixando todo o seu peito exposto, que é definitivamente uma bela visão. Com todo o respeito, um homem encantador! Seu cabelo preto ligeiramente despenteado o tornava ainda mais charmoso. Sem dúvida, a Sra. Megan está muito bem servida!

"Bom dia!" ele me olhou seriamente. "Onde está minha esposa?" perguntou o Sr. Matthew com a voz rouca e atraente de quem acabou de acordar.

"Bom dia, senhor, a Sra. Megan saiu com uma amiga logo após o café da manhã," disse seriamente.

Ele respirou fundo e passou as mãos pelo cabelo ligeiramente bagunçado: "Bom, então finalmente posso tomar meu café da manhã em paz."

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Eu vou me acostumar.

Eu tenho que me acostumar.

Ele é irmão do meu namorado.

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Não vou deixar um olhar frio desfazer isso.

**

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Estou me apaixonando pelo irmão do meu namorado.

**

Eu odeio garotas como ela.

Mimadas.

Delicadas.

E ainda assim—

Ainda assim.

A imagem dela parada na porta, apertando o cardigã mais forte em torno dos ombros estreitos, tentando sorrir apesar do constrangimento, não sai da minha cabeça.

Nem a lembrança de Tyler. Deixando ela aqui sem pensar duas vezes.

Eu não deveria me importar.

Eu não me importo.

Não é problema meu se Tyler é um idiota.

Não é da minha conta se alguma princesinha mimada tem que ir para casa a pé no escuro.

Não estou aqui para resgatar ninguém.

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