Capítulo 367

PONTO DE VISTA DE CELESTE

A mesa de centro de vidro fumê, tão familiar, estava bem na minha frente. Janelas do chão ao teto emolduravam penhascos escuros.

A lareira crepitava baixinho à minha direita, mas o calor não conseguia atravessar o gelo que inundava minhas veias.

Minhas mãos se enterr...

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