
Mundos Diferentes - Cuidado com os filhos do capo
Eilana Osorio Paez · Concluído · 642.7k Palavras
Introdução
Conhecê-lo foi um turbilhão tão turbulento que não vi uma previsão certa, mas com o amor nada estava escrito, por amor somos capazes de fazer qualquer loucura. Até passar por uma metamorfose...
Roland Sandoval, um magnata que tem duas vidas diferentes. Uma fachada impecável e um mundo sombrio onde ele era o demônio maior de um império de morte. Verônica Vásquez, uma simples estudante que aparece em sua vida para bagunçar sua existência, ou quem sabe, para mudar sua vida. Será que um demônio pode deixar seu mundo por amor? Será que ele pode deixar o inferno onde era o dono absoluto para viver com seu anjo? Roland Sandoval conseguirá deixar sua escuridão para construir um mundo diferente para a mulher que ama?
Capítulo 1
—Lorena, me leva junto!
Insisti com ela pela milésima vez. Não tinha nada para fazer, estava entediada em casa. A universidade havia suspendido as aulas, como sempre, e nem pensar em ir para a fazenda visitar meu pai com seu tradicional mau humor. Desde a morte da minha mãe, tudo mudou e eu não queria aumentar a tristeza dele me vendo, já que dizem que eu me pareço muito com ela... E, na verdade, não queria, por enquanto, ser a causa de mais dor para ele.
—Não é uma festa para você, Vero. Você já sabe em que mundo eu vivo.
Ela parou de se maquiar, virou-se de frente, e eu podia vê-la através do espelho da penteadeira. Estava usando apenas sua lingerie de renda, como seus clientes gostavam, “segundo ela”.
—Todas as suas festas terminam mal? —Sentei na cama dela.
Minha colega de apartamento era uma linda modelo que estava ganhando reconhecimento no mundo das acompanhantes de luxo. Ela estudava Belas Artes, embora quem sabe quando terminaria. Tinha um corpo esculpido pelo cirurgião, um coração muito nobre, mas uma cabeça complicada e um espírito um pouco fraco. Sua autoestima era um tanto bipolar, além de que seus fracassos amorosos a devastavam. Seus olhos castanhos refletiam sempre uma tristeza; seu cabelo abundante da mesma cor estava, desta vez, com ondas naturais. O único lugar onde ela se animava era no mundo artificial em que se movia. Mesmo assim, eu a amava muito, ela sempre me manteve longe desse mundo, foi muito rigorosa nisso.
—Está bem! Quando você tiver alguma coisa fora do seu mundo, você pode me levar? —Eu estava realmente entediada.
—Eu prometo. —Ela suspirou—. É bom conhecer meninas como você.
Ela terminou de aplicar rímel no olho direito, depois tirou um vestido curto e vulgar do armário apertado. Continuava dizendo que não tinha roupa, mas meus olhos viam o contrário, seu guarda-roupa estava quase transbordando.
—Me cai bem, certo?
Assenti. Ela se vestiu, beijou minha testa, pegou as chaves do carro e, poucos segundos depois, ouvi a porta do apartamento se fechar. Saí do quarto dela e me joguei no sofá, procurei meus fones de ouvido para estudar o novo idioma que eu tinha decidido aprender. Na próxima semana, seria o exame final e não queria perder. Timão se aproximou e deitou sua cabeça pesada nas minhas pernas.
—O que foi? Está com fome ou quer aprender mandarim?
Ele latiu em aprovação, me levantei, fui até a cozinha e peguei um biscoito para cachorro. Ele era meu eterno e fiel companheiro.
Terminei de estudar para o exame final do semestre de idiomas. Venho fazendo isso como uma segunda faculdade desde que cheguei a Bogotá. Meus pais deixaram a capital para nos dar um futuro melhor, “segundo a visão deles”, mas não contaram com o fato de que eu nunca gostei da educação onde morávamos. Aos dezesseis anos, voltei para a capital. O interior era incrível, amo os animais; eu estudava veterinária, mas compartilhar este momento com meu pai... não seria o certo, prefiro adiar. Eu o adoro, mas desde a ausência da mamãe, éramos outras pessoas. Cada um lida com seu luto, e o assunto da minha mãe é delicado.
Não posso reclamar, logo termino a faculdade de veterinária, todo ano aprendo um idioma novo, e moro com a Lorena; que é filha da melhor amiga da minha mãe. Ela é dois anos mais velha, mas sua vida era bastante intensa, muito mais em comparação com a minha. Eu só tive um namorado. Lembrei desse namoro inocente que durou pouco mais de um ano sem grandes repercussões. A separação doeu mais para os pais do Juan do que para o próprio idiota que me traiu. Eu já tinha esquecido aquele incidente.
A tarde foi igual às anteriores. Preparei o jantar, deixei o prato da Lorena no forno, depois me tranquei no quarto para ver um filme. Coloquei mais uma vez "Uma Linda Mulher", era um dos meus favoritos. E em algum momento acabei dormindo com o Timão ao lado. Acordei sem ânimo. Fiquei irritada por não ter aula; sempre havia algum motivo para reclamar, e cada vez que isso acontecia, eu ficava sem fazer nada. Saí para correr, morava perto da universidade. Corri por uma hora com meu lindo cachorro, um labrador chocolate adorável.
Ao voltar para casa, minha colega descia de um grande Vitara preto último modelo. Havia dois homens no banco de trás, mas não consegui ver os rostos por causa dos vidros escuros. Lorena caminhava em zigue-zague, nem imagino a ressaca. O motorista buzinou ao me ver e eu o fulminei com o olhar; em outras palavras, mandei-o para o inferno mentalmente. Esperei a Lorena na entrada da grade, ela vinha sorrindo como uma rainha de beleza na passarela. Enquanto isso, meu olhar reprovava seu comportamento vergonhoso.
— Te disse que não era uma festa para você, amiguinha.
Ela mal conseguia se manter em pé. Fiz cara feia para os caras que observavam a Lorena andar como se o chão estivesse se movendo, ao invés de ajudá-la, "grandes cavalheiros". O homem sentado no banco do carona me lançou um comentário desagradável.
— Patrão! A outra putinha tá se fazendo de digna!
O comentário desproporcionado me tirou do sério, explodi de raiva.
— Olha aqui, senhor, você me respeita! Não me conhece e duvido que venha a conhecer algum dia.
— Deixa pra lá, ele é o Negão doido. — comentou a Lorena ao chegar do meu lado, cambaleando e sorrindo.
— Timão, pra dentro!
Ajudei-a a entrar no apartamento, como pude, a deixei na cama, tirei os saltos dela, a cobri com seu edredom, fui à cozinha preparar um café bem forte para tirá-la da ressaca. Se a mãe dela a visse, teria um ataque cardíaco e eu levaria umas bofetadas por ser conivente com isso. A acordei, a obriguei a beber um pouco, mas ela vomitou.
— Amiga, eu preciso de uma bomba e, quando sair da cama, que tenham duas cervejas bem geladas, assim acabo com a ressaca!
Fez um gesto cômico com as mãos e depois sorriu com uma cara de "me ajude!", porque estava morrendo aos poucos.
— Por favor, amiguinhaaaa.
— Não temos analgésicos nem nada para preparar essa bomba. — Seus olhos diziam: sou sua única salvação. — Vai demorar um pouco.
Voltei para fora, irritada com a Lorena, divertindo-se de um jeito que não devia, e como sempre, lá estava eu para cuidar de suas bebedeiras. Comecei a correr de novo, fechei a porta entreaberta, ainda era cedo. Peguei o caminho mais curto para ir à farmácia perto de casa, não demorei muito para comprar o necessário. Atravessei a rua, então ouvi o frear de um veículo, seguido pelo grito de um cachorro.
Tudo aconteceu em câmera lenta. Jamais imaginei que fosse meu cachorro ali na rua. O carro ficou atravessado, bloqueando a saída de veículos para a rodovia, gerando um ligeiro engarrafamento. Voltei por inércia, caminhando com dificuldade, forçando os pés a se moverem. Um jovem saiu do carro com as mãos tremendo. Era meu cachorro ali atropelado, morto, ensanguentado, no meio do asfalto.
— O cachorro é seu? — os carros buzinavam, o rapaz estava envergonhado —. Desculpe, não o vi, ele surgiu do nada. — O reconheci, era um dos nossos vizinhos, mal o distinguia.
— Não se preocupe — me ouvi dizendo —. A culpa é minha porque não fechei a porta do apartamento, ele só me seguiu.
Tinha um forte nó na garganta, as lágrimas começaram a sair. Uma mulher muito bem arrumada desceu do carro para gritar que tirassem o veículo, havia um engarrafamento. Algo surgiu das minhas entranhas.
— Vai se ferrar!
Não costumo falar palavrões, muito menos usar linguagem chula, pelo que lembro, era a terceira vez que me expressava assim em meus vinte anos. Nunca uso vocabulário obsceno.
— Dê a volta e saia pela outra rua! Você não vê o que acabou de acontecer?
— É só um cachorro morto!
Sim, talvez. Mas era meu cachorro! Fui até ela com a intenção de puxar o cabelo da insensível gritona. O rapaz me impediu.
— Vero — olhei para ele —. Ajude-me a tirá-lo do meio da rua, assim podemos mover o carro, não se rebaixe a brigar.
— Como você sabe meu nome? — Ele deu de ombros.
Virei as costas para a mulher. Os senhores de um carro preto, parecido com o de onde Lorena desceu, também saíram, meus olhos estavam tão nublados pelas lágrimas que nem prestei atenção. O jovem foi quem o carregou. Ele estacionou ao lado da calçada, desceu com um saco de lixo e colocou Timão dentro.
Foi um colapso de sentimentos, que se estagnaram na garganta, a opressão da culpa, meu cachorro estava morto. Foi um presente da minha mãe há seis anos para não ficar sozinha, sua companhia confortaria a distância. Timão era o que restava da mamãe. Os carros passavam, não consegui fazer nada, foi ele quem cuidou de tudo. Comecei a chorar e chorar.
— Me desculpe — vi o jovem, ele usava óculos, tinha o rosto cheio, olhos e cabelos castanhos —. Sou Carlos, seu vizinho.
— Não posso enterrá-lo — disse, gaguejando —. Era o último presente de alguém muito importante, agora está morto como ela.
— Sinto muito, eu me encarrego — voltei distraída para o apartamento, entrei e fui direto para o quarto chorar a ausência dele.
Minha mente vagou entre as lembranças de minha mãe em nossa casa. Estávamos entre as melhores famílias da cidade, embora meus gostos sempre tenham sido regidos pelos livros. Quando falei do desejo de não estudar mais na escola da cidade, foi ela quem me ajudou com a permissão de meu pai. No resto, sou autodidata. Foi a primeira a enfrentar o papai, evitando seus broncas. Ela foi a autora de me matricular escondida, conversou com sua melhor amiga, acertando para eu morar com sua filha, que trabalhava em uma companhia aérea e ganhava muito bem.
Essa era a versão da mãe de Lorena, mas ela não sabia do mundo de sua filha, cotada e reconhecida como garota de programa entre os narcos, criminosos e políticos da cidade ou do país. Ela me deixou no apartamento equipado com o necessário para ter um quarto confortável. Era algo infantil para minha idade, mas na época não me pareceu assim. Agora não quero mudá-lo, mantê-lo intacto é uma lembrança de mamãe. Lembrei-me daquela tarde, quando ela me entregou o presente que aliviaria a solidão e sua ausência.
Ela tirou de uma caixa um lindo labrador de um mês, desde então fomos inseparáveis. Eu, sem saber de sua luta contra o câncer de mama em estágio avançado. Ela nunca nos contou para não nos entristecer... Eu devia deixar a lembrança para lá, não queria sentir novamente a dor de sua morte, preferi adormecer para não chorar mais.
— Vero! Vero! Acorde, você deve comer algo.
Lorena me despertou. Ao abrir os olhos, vi remorso no seu olhar, imagino que ela sabia do ocorrido. Raúl se sentou ao lado. Ele era meu melhor amigo, sua orientação sexual não era de conhecimento do pai, mas sua mãe aceitava. Aos olhos da família, ele mostrava uma imagem diferente, diante de nós ele podia ser livre, embora sempre agisse de maneira masculina. Fiel à palavra amizade, estudávamos na mesma universidade; ele, química pura. Tinha olhos e cabelos castanhos escuros, de corpo delgado, mas trabalhado. Seu olhar também evidenciava a notícia.
— Como vocês souberam? — perguntei, as lágrimas voltaram.
— Carlos tocou e veio te dizer que o tinha enterrado, expressou seu pesar pelo ocorrido. Como aconteceu? — Eu a fulminei com o olhar.
— Por sua culpa! Fui comprar algo para te dar e você pudesse sobreviver à ressaca, não percebi quando ele me seguiu.
— Vero...
Raúl, com sua típica voz conciliadora, passando uma mecha de cabelo atrás da minha orelha, tentou me acalmar. Lorena abaixou o olhar e saiu do meu quarto.
— Não a trate dessa forma. — falou em voz baixa —. Você sabe como ela vai se sentir se você não falar com ela.
— Ela não vai mudar nunca? Hoje chegou com vários caras num carro! Ela passa do limite, acredite, eu sinto muita raiva. Só vive como uma vadia e anda de um pênis para outro. Não acho justo que tenhamos que encobrir essa vida desregrada dela. Me dói vê-la desperdiçar a vida dessa maneira.
— Você viu os homens com quem ela estava? — neguei —. Ela me disse que estava com o chefe de todos, com o próprio Don Roland Sandoval. — Que me importa esse homem?
Últimos Capítulos
#410 Capítulo 420 - Epílogo
Última Atualização: 2/6/2026#409 Capítulo 409 - Sete anos depois - mdfour
Última Atualização: 2/6/2026#408 Capítulo 408 - Ajuste de conta — mdfour
Última Atualização: 2/6/2026#407 Capítulo 407 - Rescue - mdfour
Última Atualização: 2/6/2026#406 Capítulo 406 - Os herdeiros do legado - mdfour
Última Atualização: 2/6/2026#405 Capítulo 405 - Meu calcanhar de Aquiles - mdfour
Última Atualização: 2/6/2026#404 Capítulo 404 - Angústia - mdfour
Última Atualização: 2/6/2026#403 Capítulo 403 - Eu serei o chefe novamente - mdfour
Última Atualização: 2/6/2026#402 Capítulo 402 - Eu nunca os deixo sozinhos - mdfour
Última Atualização: 2/6/2026#401 Capítulo 401 - Qualquer - mdfour
Última Atualização: 2/6/2026
Você Pode Gostar 😍
A Pequena Companheira de Alfa Nicholas
O quê? Não—espera... oh Deusa da Lua, não.
Por favor, diga que você está brincando, Lex.
Mas ela não está. Eu posso sentir sua excitação borbulhando sob minha pele, enquanto tudo que sinto é pavor.
Viramos a esquina, e o cheiro me atinge como um soco no peito—canela e algo impossivelmente quente. Meus olhos percorrem a sala até pousarem nele. Alto. Imponente. Lindo.
E então, tão rapidamente... ele me vê.
Sua expressão se contorce.
"Que droga, não."
Ele se vira—e corre.
Meu companheiro me vê e corre.
Bonnie passou toda a sua vida sendo destruída e abusada pelas pessoas mais próximas a ela, incluindo sua própria irmã gêmea. Junto com sua melhor amiga Lilly, que também vive um inferno, elas planejam fugir enquanto participam do maior baile do ano, que está sendo organizado por outra alcateia. Mas as coisas não saem como planejado, deixando as duas garotas se sentindo perdidas e incertas sobre seus futuros.
O Alpha Nicholas tem 28 anos, está sem companheira e não tem planos de mudar isso. Este ano é sua vez de organizar o Baile da Lua Azul, e a última coisa que ele espera é encontrar sua companheira. O que ele espera ainda menos é que sua companheira seja 10 anos mais jovem que ele e como seu corpo reage a ela. Enquanto ele tenta se recusar a reconhecer que encontrou sua companheira, seu mundo vira de cabeça para baixo depois que os guardas capturam duas lobas correndo por suas terras.
Quando elas são trazidas até ele, ele se vê novamente diante de sua companheira e descobre que ela está escondendo segredos que o farão querer matar mais de uma pessoa.
Será que ele pode superar seus sentimentos em relação a ter uma companheira, e uma tão mais jovem que ele? Será que sua companheira o quererá depois de já sentir a dor de sua rejeição não oficial? Será que ambos conseguirão deixar o passado para trás e seguir em frente juntos ou o destino terá planos diferentes e os manterá separados?
Papas Alfa e Sua Inocente Pequena Empregada (18+)
“De quem foi o pau que te fez chorar mais alto esta noite?” A voz de Lucien era um rosnado baixo enquanto ele segurava meu queixo, forçando minha boca a se abrir.
“O seu,” eu ofeguei, minha voz destruída de tanto gritar. “Alpha, por favor—”
Os dedos de Silas se cravaram nos meus quadris enquanto ele voltava a me penetrar, de forma rude e implacável. “Mentirosa,” ele rosnou contra minha coluna. “Ela chorou no meu.”
“Devemos fazer ela provar?” Claude disse, seus dentes roçando minha garganta. “Amarre-a de novo. Deixe-a implorar com essa boca linda até decidirmos que ela merece nossos nós.”
Eu estava tremendo, molhada, usada—e tudo que eu conseguia fazer era gemer, “Sim, por favor. Me usem de novo.”
E eles usaram. Como sempre fazem. Como se não pudessem evitar. Como se eu pertencesse aos três.
Lilith costumava acreditar em lealdade. Em amor. Em sua alcateia.
Mas tudo foi arrancado dela.
Seu pai—o falecido Beta de Fangspire morreu. Sua mãe, de coração partido, bebeu acônito e nunca mais acordou.
E seu namorado? Ele encontrou sua companheira e deixou Lilith para trás sem olhar para trás.
Sem lobo e sozinha, com dívidas hospitalares se acumulando, Lilith entra no Ritual—a cerimônia onde mulheres oferecem seus corpos aos Alphas amaldiçoados em troca de ouro.
Lucien. Silas. Claude.
Três Alphas implacáveis, amaldiçoados pela Deusa da Lua. Se eles não marcarem sua companheira antes dos vinte e seis anos, seus lobos os destruirão.
Lilith deveria ser apenas um meio para um fim.
Mas algo mudou no momento em que eles a tocaram.
Agora eles a querem—marcada, arruinada, adorada.
E quanto mais a tomam, mais a desejam.
Três Alphas.
Uma garota sem lobo.
Sem destino. Apenas obsessão.
E quanto mais a provam,
Mais difícil é deixá-la ir.
Segundas Chances
Quando o amor voltou. Eu estava grávida há 12 anos, mas desapareci da vida dele. À medida que minha filha cresce e se parece mais com ele, meu desejo aprofunda-se. Agora, em um baile de gala, eu o vejo inesperadamente novamente, agora como um CEO charmoso.
Amei Nicolas com todo meu coração por anos enquanto estávamos na faculdade, mas uma noite fiquei grávida, a única noite que não usamos proteção. Tive que fugir dele, ele tinha um futuro brilhante pela frente, ele tinha um negócio para o qual foi preparado desde criança. Eu não podia atrapalhar isso, não podia destruir suas esperanças e sonhos como a gravidez destruiria os meus, então tive que fugir e fugir para um lugar onde ele não me procuraria. Doze anos depois, sou enfermeira, o que não era meu sonho, mas colocava comida na mesa e isso era o que importava. Uma das minhas colegas me deu ingressos para um Baile de Natal e quem eu encontro? O amor da minha vida, o homem de quem fugi, o homem que minha filha se parece, e no braço dele, claro, estava a modelo mais bonita. Desde que o deixei, fiz questão de segui-lo nas redes sociais e nos jornais. Obviamente, usei outro nome nas redes sociais e ele sempre tinha uma modelo ao seu lado, sempre. A questão é que nenhuma delas se parecia comigo, o que me fez perceber que ele tinha me superado. Vê-lo na vida real e não apenas no meu celular ou nos jornais arrancou meu coração do peito, especialmente com a modelo ao seu lado.
De Substituta a Rainha
De coração partido, Sable descobriu Darrell transando com a ex em sua cama, enquanto secretamente transferia centenas de milhares para sustentar aquela mulher.
Ainda pior foi ouvir Darrell rindo com seus amigos: "Ela é útil—obediente, não causa problemas, cuida da casa, e eu posso transar com ela sempre que precisar aliviar. Ela é basicamente uma empregada com benefícios." Ele fez gestos obscenos, fazendo seus amigos rirem.
Em desespero, Sable foi embora, recuperou sua verdadeira identidade e se casou com seu vizinho de infância—o Rei Lycan Caelan, nove anos mais velho e seu companheiro predestinado. Agora Darrell tenta desesperadamente reconquistá-la. Como será sua vingança?
De substituta a rainha—sua vingança está apenas começando!
De Melhor Amigo a Noivo
Savannah Hart achava que tinha superado Dean Archer—até sua irmã, Chloe, anunciar que vai se casar com ele. O mesmo homem que Savannah nunca deixou de amar. O homem que a deixou de coração partido… e agora pertence à sua irmã.
Uma semana de casamento em New Hope. Uma mansão cheia de convidados. E uma madrinha de casamento muito amarga.
Para sobreviver a isso, Savannah leva um acompanhante—seu encantador e bem-apessoado melhor amigo, Roman Blackwood. O único homem que sempre esteve ao seu lado. Ele deve um favor a ela, e fingir ser seu noivo? Fácil.
Até que os beijos de mentira começam a parecer reais.
Agora Savannah está dividida entre manter a farsa… ou arriscar tudo pelo único homem por quem ela nunca deveria ter se apaixonado.
Sr. Ryan
Ele se aproximou com uma expressão escura e faminta,
tão perto,
suas mãos alcançaram meu rosto, e ele pressionou seu corpo contra o meu.
Sua boca tomou a minha ansiosamente, um pouco rude.
Sua língua me deixou sem fôlego.
"Se você não vier comigo, vou te foder bem aqui", ele sussurrou.
Katherine manteve sua virgindade por anos, mesmo depois de completar 18 anos. Mas um dia, ela conheceu um homem extremamente sexual, Nathan Ryan, no clube. Ele tinha os olhos azuis mais sedutores que ela já viu, um queixo bem definido, cabelos quase loiros dourados, lábios cheios, perfeitamente desenhados, e o sorriso mais incrível, com dentes perfeitos e aquelas malditas covinhas. Incrivelmente sexy.
Ela e ele tiveram uma noite linda e quente...
Katherine pensou que talvez não encontrasse o homem novamente.
Mas o destino tem outro plano.
Katherine está prestes a assumir o cargo de assistente de um bilionário que possui uma das maiores empresas do país e é conhecido por ser um homem conquistador, autoritário e completamente irresistível. Ele é Nathan Ryan!
Será que Kate conseguirá resistir aos encantos deste homem atraente, poderoso e sedutor?
Leia para descobrir um relacionamento dilacerado entre a raiva e o desejo incontrolável pelo prazer.
Aviso: R18+, Apenas para leitores maduros.
Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário
No meu aniversário, ele a levou de férias. No nosso aniversário de casamento, ele a trouxe para nossa casa e fez amor com ela na nossa cama...
De coração partido, eu o enganei para que assinasse os papéis do divórcio.
George permaneceu despreocupado, convencido de que eu nunca o deixaria.
Suas mentiras continuaram até o dia em que o divórcio foi finalizado. Joguei os papéis no rosto dele: "George Capulet, a partir deste momento, saia da minha vida!"
Só então o pânico inundou seus olhos enquanto ele implorava para eu ficar.
Quando suas ligações bombardearam meu telefone mais tarde naquela noite, não fui eu quem atendeu, mas meu novo namorado Julian.
"Você não sabe," Julian riu ao telefone, "que um ex-namorado decente deve ser tão quieto quanto um morto?"
George rangeu os dentes: "Coloque ela no telefone!"
"Receio que isso seja impossível."
Julian depositou um beijo gentil na minha forma adormecida aninhada contra ele. "Ela está exausta. Acabou de adormecer."
Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado
"Mas eu vou sobreviver."
Eu sussurrei isso para a lua, para as correntes, para mim mesma—até acreditar.
Dizem que o Rei Alfa Maximus é um monstro — muito grande, muito brutal, muito amaldiçoado. Sua cama é uma sentença de morte, e nenhuma mulher jamais saiu dela viva. Então por que ele me escolheu?
A ômega gorda e indesejada. Aquela que minha própria matilha ofereceu como lixo. Uma noite com o Rei impiedoso deveria acabar comigo. Em vez disso, me arruinou. Agora eu anseio pelo homem que toma sem piedade. Seu toque queima. Sua voz comanda. Seu corpo destrói. E eu continuo voltando para mais. Mas Maximus não ama. Ele não tem companheiras. Ele toma. Ele possui. E ele nunca fica.
"Antes que minha besta me consuma completamente—preciso de um filho para ocupar o trono."
Pena para ele… Eu não sou a garota fraca e patética que eles jogaram fora. Sou algo muito mais perigoso — a única mulher que pode quebrar sua maldição… ou destruir seu reino.
O Remédio da Meia-Noite do CEO
Meu nome é Aria Harper, e acabei de pegar meu noivo Ethan transando com minha meia-irmã Scarlett na nossa cama. Enquanto meu mundo desmoronava, eles estavam planejando roubar tudo—minha herança, o legado da minha mãe, até mesmo a empresa que deveria ser minha.
Mas eu não sou a garota ingênua que eles pensam que eu sou.
Entra Devon Kane—onze anos mais velho, perigosamente poderoso, e exatamente a arma que eu preciso. Um mês. Um acordo secreto. Usar sua influência para salvar minha empresa enquanto descubro a verdade sobre a "morte" da minha mãe Elizabeth e a fortuna que eles roubaram de mim.
O plano era simples: fingir meu noivado, seduzir informações dos meus inimigos e sair limpa.
O que eu não esperava? Esse bilionário insone que só consegue dormir quando estou em seus braços. O que ele não esperava? Que seu arranjo conveniente se tornaria sua obsessão.
À luz do dia, ele é um mestre da indiferença—seu olhar deslizando por mim como se eu não existisse. Mas quando a escuridão cai, ele está levantando meu vestido de renda, suas mãos reivindicando meus seios através do material transparente, sua boca encontrando a pequena pinta na minha clavícula.
"Isso mesmo," ele sussurra contra minha pele, voz tensa e rouca. "Deus, você é incrível."
Agora as linhas estão borradas, as apostas são mais altas, e todos que me traíram estão prestes a aprender o que acontece quando subestimam Aria Harper.
Vingança nunca foi tão boa.
A Noite Antes de Eu Conhecê-lo
Dois dias depois, entrei no meu estágio e o encontrei sentado atrás da mesa do CEO.
Agora eu busco café para o homem que me fez gemer, e ele age como se eu fosse a pessoa que ultrapassou os limites.
Tudo começou com um desafio. Terminou com o único homem que ela nunca deveria desejar.
June Alexander não planejava dormir com um estranho. Mas na noite em que comemora conseguir o estágio dos seus sonhos, um desafio ousado a leva para os braços de um homem misterioso. Ele é intenso, quieto e inesquecível.
Ela achou que nunca mais o veria.
Até que entra no seu primeiro dia de trabalho—
E descobre que ele é seu novo chefe.
O CEO.
Agora June tem que trabalhar sob o comando do homem com quem compartilhou uma noite imprudente. Hermes Grande é poderoso, frio e completamente proibido. Mas a tensão entre eles não desaparece.
Quanto mais próximos ficam, mais difícil se torna manter seu coração e seus segredos a salvo.
Apaixonada pelo Irmão da Marinha do Meu Namorado
"O que há de errado comigo?
Por que estar perto dele faz minha pele parecer apertada demais, como se eu estivesse usando um suéter dois tamanhos menor?
É só a novidade, digo a mim mesma com firmeza.
Apenas a estranheza de alguém novo em um espaço que sempre foi seguro.
Eu vou me acostumar.
Eu tenho que me acostumar.
Ele é irmão do meu namorado.
Esta é a família do Tyler.
Não vou deixar um olhar frio desfazer isso.
**
Como bailarina, minha vida parece perfeita—bolsa de estudos, papel principal, namorado doce, Tyler. Até Tyler mostrar suas verdadeiras cores e seu irmão mais velho, Asher, voltar para casa.
Asher é um veterano da Marinha com cicatrizes de batalha e zero paciência. Ele me chama de "princesa" como se fosse um insulto. Eu não suporto ele.
Quando minha lesão no tornozelo me obriga a me recuperar na casa do lago da família, fico presa com os dois irmãos. O que começa como ódio mútuo lentamente se transforma em algo proibido.
Estou me apaixonando pelo irmão do meu namorado.
**
Eu odeio garotas como ela.
Mimadas.
Delicadas.
E ainda assim—
Ainda assim.
A imagem dela parada na porta, apertando o cardigã mais forte em torno dos ombros estreitos, tentando sorrir apesar do constrangimento, não sai da minha cabeça.
Nem a lembrança de Tyler. Deixando ela aqui sem pensar duas vezes.
Eu não deveria me importar.
Eu não me importo.
Não é problema meu se Tyler é um idiota.
Não é da minha conta se alguma princesinha mimada tem que ir para casa a pé no escuro.
Não estou aqui para resgatar ninguém.
Especialmente não ela.
Especialmente não alguém como ela.
Ela não é meu problema.
E vou garantir que ela nunca se torne um.
Mas quando meus olhos caíram nos lábios dela, eu quis que ela fosse minha."
Meu Professor Vampiro
Ele era realmente habilidoso e incrivelmente atraente. Deixei dinheiro e fugi na manhã seguinte.
Mais tarde, encontrei o "garoto de programa" na minha sala de aula e descobri que ele é, na verdade, meu novo professor. Gradualmente, percebi que havia algo diferente nele...
"Você esqueceu algo."
Ele me entregou uma sacola de supermercado na frente de todos com uma expressão séria.
"O quê—"
Comecei a perguntar, mas ele já estava se afastando.
Os outros alunos na sala estavam me olhando com curiosidade, se perguntando o que ele tinha acabado de me entregar.
Olhei dentro da sacola e a fechei instantaneamente, sentindo o sangue fugir do meu corpo.
Era o sutiã e o dinheiro que eu tinha deixado na casa dele.












