Mundos Diferentes - Cuidado com os filhos do capo

Mundos Diferentes - Cuidado com os filhos do capo

Eilana Osorio Paez · Concluído · 642.7k Palavras

1.2k
Popular
1.3k
Visualizações
0
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

Às vezes, a ilusão de encontrar um amor de novela não era o destino de todo mundo. Para mim, chegou um homem sem princípios, sem valores, sem um mandamento invicto. Por quê? E a resposta estava no propósito que temos na vida.

Conhecê-lo foi um turbilhão tão turbulento que não vi uma previsão certa, mas com o amor nada estava escrito, por amor somos capazes de fazer qualquer loucura. Até passar por uma metamorfose...

Roland Sandoval, um magnata que tem duas vidas diferentes. Uma fachada impecável e um mundo sombrio onde ele era o demônio maior de um império de morte. Verônica Vásquez, uma simples estudante que aparece em sua vida para bagunçar sua existência, ou quem sabe, para mudar sua vida. Será que um demônio pode deixar seu mundo por amor? Será que ele pode deixar o inferno onde era o dono absoluto para viver com seu anjo? Roland Sandoval conseguirá deixar sua escuridão para construir um mundo diferente para a mulher que ama?

Capítulo 1

—Lorena, me leva junto!

Insisti com ela pela milésima vez. Não tinha nada para fazer, estava entediada em casa. A universidade havia suspendido as aulas, como sempre, e nem pensar em ir para a fazenda visitar meu pai com seu tradicional mau humor. Desde a morte da minha mãe, tudo mudou e eu não queria aumentar a tristeza dele me vendo, já que dizem que eu me pareço muito com ela... E, na verdade, não queria, por enquanto, ser a causa de mais dor para ele.

—Não é uma festa para você, Vero. Você já sabe em que mundo eu vivo.

Ela parou de se maquiar, virou-se de frente, e eu podia vê-la através do espelho da penteadeira. Estava usando apenas sua lingerie de renda, como seus clientes gostavam, “segundo ela”.

—Todas as suas festas terminam mal? —Sentei na cama dela.

Minha colega de apartamento era uma linda modelo que estava ganhando reconhecimento no mundo das acompanhantes de luxo. Ela estudava Belas Artes, embora quem sabe quando terminaria. Tinha um corpo esculpido pelo cirurgião, um coração muito nobre, mas uma cabeça complicada e um espírito um pouco fraco. Sua autoestima era um tanto bipolar, além de que seus fracassos amorosos a devastavam. Seus olhos castanhos refletiam sempre uma tristeza; seu cabelo abundante da mesma cor estava, desta vez, com ondas naturais. O único lugar onde ela se animava era no mundo artificial em que se movia. Mesmo assim, eu a amava muito, ela sempre me manteve longe desse mundo, foi muito rigorosa nisso.

—Está bem! Quando você tiver alguma coisa fora do seu mundo, você pode me levar? —Eu estava realmente entediada.

—Eu prometo. —Ela suspirou—. É bom conhecer meninas como você.

Ela terminou de aplicar rímel no olho direito, depois tirou um vestido curto e vulgar do armário apertado. Continuava dizendo que não tinha roupa, mas meus olhos viam o contrário, seu guarda-roupa estava quase transbordando.

—Me cai bem, certo?

Assenti. Ela se vestiu, beijou minha testa, pegou as chaves do carro e, poucos segundos depois, ouvi a porta do apartamento se fechar. Saí do quarto dela e me joguei no sofá, procurei meus fones de ouvido para estudar o novo idioma que eu tinha decidido aprender. Na próxima semana, seria o exame final e não queria perder. Timão se aproximou e deitou sua cabeça pesada nas minhas pernas.

—O que foi? Está com fome ou quer aprender mandarim?

Ele latiu em aprovação, me levantei, fui até a cozinha e peguei um biscoito para cachorro. Ele era meu eterno e fiel companheiro.

Terminei de estudar para o exame final do semestre de idiomas. Venho fazendo isso como uma segunda faculdade desde que cheguei a Bogotá. Meus pais deixaram a capital para nos dar um futuro melhor, “segundo a visão deles”, mas não contaram com o fato de que eu nunca gostei da educação onde morávamos. Aos dezesseis anos, voltei para a capital. O interior era incrível, amo os animais; eu estudava veterinária, mas compartilhar este momento com meu pai... não seria o certo, prefiro adiar. Eu o adoro, mas desde a ausência da mamãe, éramos outras pessoas. Cada um lida com seu luto, e o assunto da minha mãe é delicado.

Não posso reclamar, logo termino a faculdade de veterinária, todo ano aprendo um idioma novo, e moro com a Lorena; que é filha da melhor amiga da minha mãe. Ela é dois anos mais velha, mas sua vida era bastante intensa, muito mais em comparação com a minha. Eu só tive um namorado. Lembrei desse namoro inocente que durou pouco mais de um ano sem grandes repercussões. A separação doeu mais para os pais do Juan do que para o próprio idiota que me traiu. Eu já tinha esquecido aquele incidente.

A tarde foi igual às anteriores. Preparei o jantar, deixei o prato da Lorena no forno, depois me tranquei no quarto para ver um filme. Coloquei mais uma vez "Uma Linda Mulher", era um dos meus favoritos. E em algum momento acabei dormindo com o Timão ao lado. Acordei sem ânimo. Fiquei irritada por não ter aula; sempre havia algum motivo para reclamar, e cada vez que isso acontecia, eu ficava sem fazer nada. Saí para correr, morava perto da universidade. Corri por uma hora com meu lindo cachorro, um labrador chocolate adorável.

Ao voltar para casa, minha colega descia de um grande Vitara preto último modelo. Havia dois homens no banco de trás, mas não consegui ver os rostos por causa dos vidros escuros. Lorena caminhava em zigue-zague, nem imagino a ressaca. O motorista buzinou ao me ver e eu o fulminei com o olhar; em outras palavras, mandei-o para o inferno mentalmente. Esperei a Lorena na entrada da grade, ela vinha sorrindo como uma rainha de beleza na passarela. Enquanto isso, meu olhar reprovava seu comportamento vergonhoso.

— Te disse que não era uma festa para você, amiguinha.

Ela mal conseguia se manter em pé. Fiz cara feia para os caras que observavam a Lorena andar como se o chão estivesse se movendo, ao invés de ajudá-la, "grandes cavalheiros". O homem sentado no banco do carona me lançou um comentário desagradável.

— Patrão! A outra putinha tá se fazendo de digna!

O comentário desproporcionado me tirou do sério, explodi de raiva.

— Olha aqui, senhor, você me respeita! Não me conhece e duvido que venha a conhecer algum dia.

— Deixa pra lá, ele é o Negão doido. — comentou a Lorena ao chegar do meu lado, cambaleando e sorrindo.

— Timão, pra dentro!

Ajudei-a a entrar no apartamento, como pude, a deixei na cama, tirei os saltos dela, a cobri com seu edredom, fui à cozinha preparar um café bem forte para tirá-la da ressaca. Se a mãe dela a visse, teria um ataque cardíaco e eu levaria umas bofetadas por ser conivente com isso. A acordei, a obriguei a beber um pouco, mas ela vomitou.

— Amiga, eu preciso de uma bomba e, quando sair da cama, que tenham duas cervejas bem geladas, assim acabo com a ressaca!

Fez um gesto cômico com as mãos e depois sorriu com uma cara de "me ajude!", porque estava morrendo aos poucos.

— Por favor, amiguinhaaaa.

— Não temos analgésicos nem nada para preparar essa bomba. — Seus olhos diziam: sou sua única salvação. — Vai demorar um pouco.

Voltei para fora, irritada com a Lorena, divertindo-se de um jeito que não devia, e como sempre, lá estava eu para cuidar de suas bebedeiras. Comecei a correr de novo, fechei a porta entreaberta, ainda era cedo. Peguei o caminho mais curto para ir à farmácia perto de casa, não demorei muito para comprar o necessário. Atravessei a rua, então ouvi o frear de um veículo, seguido pelo grito de um cachorro.

Tudo aconteceu em câmera lenta. Jamais imaginei que fosse meu cachorro ali na rua. O carro ficou atravessado, bloqueando a saída de veículos para a rodovia, gerando um ligeiro engarrafamento. Voltei por inércia, caminhando com dificuldade, forçando os pés a se moverem. Um jovem saiu do carro com as mãos tremendo. Era meu cachorro ali atropelado, morto, ensanguentado, no meio do asfalto.

— O cachorro é seu? — os carros buzinavam, o rapaz estava envergonhado —. Desculpe, não o vi, ele surgiu do nada. — O reconheci, era um dos nossos vizinhos, mal o distinguia.

— Não se preocupe — me ouvi dizendo —. A culpa é minha porque não fechei a porta do apartamento, ele só me seguiu.

Tinha um forte nó na garganta, as lágrimas começaram a sair. Uma mulher muito bem arrumada desceu do carro para gritar que tirassem o veículo, havia um engarrafamento. Algo surgiu das minhas entranhas.

— Vai se ferrar!

Não costumo falar palavrões, muito menos usar linguagem chula, pelo que lembro, era a terceira vez que me expressava assim em meus vinte anos. Nunca uso vocabulário obsceno.

— Dê a volta e saia pela outra rua! Você não vê o que acabou de acontecer?

— É só um cachorro morto!

Sim, talvez. Mas era meu cachorro! Fui até ela com a intenção de puxar o cabelo da insensível gritona. O rapaz me impediu.

— Vero — olhei para ele —. Ajude-me a tirá-lo do meio da rua, assim podemos mover o carro, não se rebaixe a brigar.

— Como você sabe meu nome? — Ele deu de ombros.

Virei as costas para a mulher. Os senhores de um carro preto, parecido com o de onde Lorena desceu, também saíram, meus olhos estavam tão nublados pelas lágrimas que nem prestei atenção. O jovem foi quem o carregou. Ele estacionou ao lado da calçada, desceu com um saco de lixo e colocou Timão dentro.

Foi um colapso de sentimentos, que se estagnaram na garganta, a opressão da culpa, meu cachorro estava morto. Foi um presente da minha mãe há seis anos para não ficar sozinha, sua companhia confortaria a distância. Timão era o que restava da mamãe. Os carros passavam, não consegui fazer nada, foi ele quem cuidou de tudo. Comecei a chorar e chorar.

— Me desculpe — vi o jovem, ele usava óculos, tinha o rosto cheio, olhos e cabelos castanhos —. Sou Carlos, seu vizinho.

— Não posso enterrá-lo — disse, gaguejando —. Era o último presente de alguém muito importante, agora está morto como ela.

— Sinto muito, eu me encarrego — voltei distraída para o apartamento, entrei e fui direto para o quarto chorar a ausência dele.

Minha mente vagou entre as lembranças de minha mãe em nossa casa. Estávamos entre as melhores famílias da cidade, embora meus gostos sempre tenham sido regidos pelos livros. Quando falei do desejo de não estudar mais na escola da cidade, foi ela quem me ajudou com a permissão de meu pai. No resto, sou autodidata. Foi a primeira a enfrentar o papai, evitando seus broncas. Ela foi a autora de me matricular escondida, conversou com sua melhor amiga, acertando para eu morar com sua filha, que trabalhava em uma companhia aérea e ganhava muito bem.

Essa era a versão da mãe de Lorena, mas ela não sabia do mundo de sua filha, cotada e reconhecida como garota de programa entre os narcos, criminosos e políticos da cidade ou do país. Ela me deixou no apartamento equipado com o necessário para ter um quarto confortável. Era algo infantil para minha idade, mas na época não me pareceu assim. Agora não quero mudá-lo, mantê-lo intacto é uma lembrança de mamãe. Lembrei-me daquela tarde, quando ela me entregou o presente que aliviaria a solidão e sua ausência.

Ela tirou de uma caixa um lindo labrador de um mês, desde então fomos inseparáveis. Eu, sem saber de sua luta contra o câncer de mama em estágio avançado. Ela nunca nos contou para não nos entristecer... Eu devia deixar a lembrança para lá, não queria sentir novamente a dor de sua morte, preferi adormecer para não chorar mais.

— Vero! Vero! Acorde, você deve comer algo.

Lorena me despertou. Ao abrir os olhos, vi remorso no seu olhar, imagino que ela sabia do ocorrido. Raúl se sentou ao lado. Ele era meu melhor amigo, sua orientação sexual não era de conhecimento do pai, mas sua mãe aceitava. Aos olhos da família, ele mostrava uma imagem diferente, diante de nós ele podia ser livre, embora sempre agisse de maneira masculina. Fiel à palavra amizade, estudávamos na mesma universidade; ele, química pura. Tinha olhos e cabelos castanhos escuros, de corpo delgado, mas trabalhado. Seu olhar também evidenciava a notícia.

— Como vocês souberam? — perguntei, as lágrimas voltaram.

— Carlos tocou e veio te dizer que o tinha enterrado, expressou seu pesar pelo ocorrido. Como aconteceu? — Eu a fulminei com o olhar.

— Por sua culpa! Fui comprar algo para te dar e você pudesse sobreviver à ressaca, não percebi quando ele me seguiu.

— Vero...

Raúl, com sua típica voz conciliadora, passando uma mecha de cabelo atrás da minha orelha, tentou me acalmar. Lorena abaixou o olhar e saiu do meu quarto.

— Não a trate dessa forma. — falou em voz baixa —. Você sabe como ela vai se sentir se você não falar com ela.

— Ela não vai mudar nunca? Hoje chegou com vários caras num carro! Ela passa do limite, acredite, eu sinto muita raiva. Só vive como uma vadia e anda de um pênis para outro. Não acho justo que tenhamos que encobrir essa vida desregrada dela. Me dói vê-la desperdiçar a vida dessa maneira.

— Você viu os homens com quem ela estava? — neguei —. Ela me disse que estava com o chefe de todos, com o próprio Don Roland Sandoval. — Que me importa esse homem?

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado

Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado

1.3m Visualizações · Concluído · Night Owl
"Nenhuma mulher sai viva da cama dele."
"Mas eu vou sobreviver."
Eu sussurrei isso para a lua, para as correntes, para mim mesma—até acreditar.
Dizem que o Rei Alfa Maximus é um monstro — muito grande, muito brutal, muito amaldiçoado. Sua cama é uma sentença de morte, e nenhuma mulher jamais saiu dela viva. Então por que ele me escolheu?
A ômega gorda e indesejada. Aquela que minha própria matilha ofereceu como lixo. Uma noite com o Rei impiedoso deveria acabar comigo. Em vez disso, me arruinou. Agora eu anseio pelo homem que toma sem piedade. Seu toque queima. Sua voz comanda. Seu corpo destrói. E eu continuo voltando para mais. Mas Maximus não ama. Ele não tem companheiras. Ele toma. Ele possui. E ele nunca fica.
"Antes que minha besta me consuma completamente—preciso de um filho para ocupar o trono."
Pena para ele… Eu não sou a garota fraca e patética que eles jogaram fora. Sou algo muito mais perigoso — a única mulher que pode quebrar sua maldição… ou destruir seu reino.
A Pequena Companheira de Alfa Nicholas

A Pequena Companheira de Alfa Nicholas

2.4m Visualizações · Atualizando · Becky j
"Companheiro está aqui!"
O quê? Não—espera... oh Deusa da Lua, não.
Por favor, diga que você está brincando, Lex.
Mas ela não está. Eu posso sentir sua excitação borbulhando sob minha pele, enquanto tudo que sinto é pavor.
Viramos a esquina, e o cheiro me atinge como um soco no peito—canela e algo impossivelmente quente. Meus olhos percorrem a sala até pousarem nele. Alto. Imponente. Lindo.
E então, tão rapidamente... ele me vê.
Sua expressão se contorce.
"Que droga, não."
Ele se vira—e corre.
Meu companheiro me vê e corre.

Bonnie passou toda a sua vida sendo destruída e abusada pelas pessoas mais próximas a ela, incluindo sua própria irmã gêmea. Junto com sua melhor amiga Lilly, que também vive um inferno, elas planejam fugir enquanto participam do maior baile do ano, que está sendo organizado por outra alcateia. Mas as coisas não saem como planejado, deixando as duas garotas se sentindo perdidas e incertas sobre seus futuros.

O Alpha Nicholas tem 28 anos, está sem companheira e não tem planos de mudar isso. Este ano é sua vez de organizar o Baile da Lua Azul, e a última coisa que ele espera é encontrar sua companheira. O que ele espera ainda menos é que sua companheira seja 10 anos mais jovem que ele e como seu corpo reage a ela. Enquanto ele tenta se recusar a reconhecer que encontrou sua companheira, seu mundo vira de cabeça para baixo depois que os guardas capturam duas lobas correndo por suas terras.

Quando elas são trazidas até ele, ele se vê novamente diante de sua companheira e descobre que ela está escondendo segredos que o farão querer matar mais de uma pessoa.
Será que ele pode superar seus sentimentos em relação a ter uma companheira, e uma tão mais jovem que ele? Será que sua companheira o quererá depois de já sentir a dor de sua rejeição não oficial? Será que ambos conseguirão deixar o passado para trás e seguir em frente juntos ou o destino terá planos diferentes e os manterá separados?
A Esposa Contratual do CEO

A Esposa Contratual do CEO

1.5m Visualizações · Atualizando · Gregory Ellington
O mundo de Olivia Morgan vira de cabeça para baixo quando ela pega seu namorado a traindo com sua amiga. Devastada e afundada em dívidas, ela é empurrada para um acordo improvável com Alexander Carter, o frio e calculista CEO da Carter Enterprises. Em troca de um casamento de conveniência de um ano, Olivia recebe o dinheiro que desesperadamente precisa—e uma promoção que nunca esperava. Mas à medida que o relacionamento falso deles confunde as linhas entre negócios e prazer, Olivia se vê dividida entre o homem que lhe oferece tudo e o rival de negócios que quer seu coração. Em um mundo onde a traição está a um passo de distância e o desejo arde intensamente, Olivia deve navegar por suas emoções, sua carreira e um jogo perigoso de poder, paixão e segredos. Será que ela conseguirá manter seu coração protegido enquanto se aprofunda na teia de luxúria e amor de um bilionário? Ou o coração frio de Alexander derreterá no calor da química inegável entre eles?
A Esposa Muda do Mulherengo

A Esposa Muda do Mulherengo

1.1m Visualizações · Concluído · faithogbonna999
"Não há nada de errado em quebrar as pernas dela para mantê-la. Ou acorrentá-la à cama. Ela é minha."
Ela estava em busca de liberdade. Ele lhe deu obsessão, envolta em ternura.
Genesis Caldwell pensou que escapar de um lar abusivo significava salvação — mas seu casamento arranjado com o bilionário Kieran Blackwood pode ser um tipo diferente de prisão.
Ele é possessivo, controlador, perigoso. No entanto, à sua maneira quebrada... ele é gentil com ela.
Para Kieran, Genesis não é apenas uma esposa. Ela é tudo.
E ele protegerá o que é dele. Mesmo que isso signifique destruir todo o resto.
A Noite Antes de Eu Conhecê-lo

A Noite Antes de Eu Conhecê-lo

721k Visualizações · Atualizando · bjin09036
deixar um estranho me destruir em um quarto de hotel.

Dois dias depois, entrei no meu estágio e o encontrei sentado atrás da mesa do CEO.

Agora eu busco café para o homem que me fez gemer, e ele age como se eu fosse a pessoa que ultrapassou os limites.


Tudo começou com um desafio. Terminou com o único homem que ela nunca deveria desejar.

June Alexander não planejava dormir com um estranho. Mas na noite em que comemora conseguir o estágio dos seus sonhos, um desafio ousado a leva para os braços de um homem misterioso. Ele é intenso, quieto e inesquecível.

Ela achou que nunca mais o veria.
Até que entra no seu primeiro dia de trabalho—
E descobre que ele é seu novo chefe.
O CEO.

Agora June tem que trabalhar sob o comando do homem com quem compartilhou uma noite imprudente. Hermes Grande é poderoso, frio e completamente proibido. Mas a tensão entre eles não desaparece.

Quanto mais próximos ficam, mais difícil se torna manter seu coração e seus segredos a salvo.
Accardi

Accardi

1.6m Visualizações · Concluído · Allison Franklin
Ele abaixou os lábios até o ouvido dela. "Vai ter um custo," ele sussurrou antes de puxar o lóbulo da orelha dela com os dentes.
Os joelhos dela fraquejaram e, se não fosse pelo aperto dele em seu quadril, ela teria caído. Ele empurrou o joelho entre as coxas dela como um suporte secundário, caso decidisse que precisava das mãos para outra coisa.
"O que você quer?" ela perguntou.
Os lábios dele roçaram o pescoço dela e ela gemeu enquanto o prazer que os lábios dele proporcionavam se espalhava entre suas pernas.
"Seu nome," ele sussurrou. "Seu nome verdadeiro."
"Por que é importante?" ela perguntou, revelando pela primeira vez que a desconfiança dele estava correta.
Ele riu baixinho contra a clavícula dela. "Para eu saber que nome gritar quando gozar dentro de você de novo."


Genevieve perde uma aposta que não pode pagar. Em um compromisso, ela concorda em convencer qualquer homem que seu oponente escolher a ir para casa com ela naquela noite. O que ela não percebe, quando a amiga de sua irmã aponta o homem sombrio sentado sozinho no bar, é que aquele homem não vai se contentar com apenas uma noite com ela. Não, Matteo Accardi, Don de uma das maiores gangues de Nova York, não faz sexo casual. Não com ela, pelo menos.
O Arrependimento do CEO: Os Gêmeos Secretos de Sua Esposa Perdida

O Arrependimento do CEO: Os Gêmeos Secretos de Sua Esposa Perdida

807.2k Visualizações · Concluído · Amelia Rivers
Ela é a filha da governanta. Ele é o bilionário mais frio de Manhattan. Um drink drogado muda tudo.

Aria Taylor acorda na cama de Blake Morgan, acusada de seduzi-lo. Sua punição? Um contrato de casamento de cinco anos—sua esposa no papel, sua serva na realidade. Enquanto Blake ostenta seu verdadeiro amor Emma nos galas de Manhattan, Aria paga as contas médicas de seu pai com sua dignidade.

Três anos de humilhação. Três anos sendo chamada de filha de assassino—porque o carro de seu pai "acidentalmente" matou um homem poderoso, deixando-o em coma e destruindo sua família.

Agora Aria está grávida do filho de Blake. O bebê que ele jurou que nunca iria querer.

Alguém quer vê-la morta. Trancaram-na em um freezer, sabotaram cada passo seu. É porque seu pai está acordando? Porque alguém está aterrorizado com o que ele pode lembrar?

Sua própria mãe tenta desligar os aparelhos dele. A perfeita Emma de Blake não é quem finge ser. E aquelas memórias que Aria tem de salvar Blake de um incêndio? Todos dizem que são impossíveis.

Mas não são.

À medida que os ataques aumentam, Aria descobre a traição definitiva: A mulher que a criou pode não ser sua verdadeira mãe. O acidente que destruiu sua vida pode ter sido assassinato. E Blake—o homem que a trata como propriedade—pode ser sua única salvação.

Quando seu pai acordar, que segredos ele revelará? Blake descobrirá que sua esposa carrega seu herdeiro antes que alguém a mate? E quando ele souber quem realmente o salvou, quem realmente o drogou, e quem está caçando sua esposa—sua vingança se tornará a redenção dela?
O Remédio da Meia-Noite do CEO

O Remédio da Meia-Noite do CEO

945.4k Visualizações · Concluído · CalebWhite
Eles pensaram que poderiam me destruir. Eles estavam errados.

Meu nome é Aria Harper, e acabei de pegar meu noivo Ethan transando com minha meia-irmã Scarlett na nossa cama. Enquanto meu mundo desmoronava, eles estavam planejando roubar tudo—minha herança, o legado da minha mãe, até mesmo a empresa que deveria ser minha.

Mas eu não sou a garota ingênua que eles pensam que eu sou.

Entra Devon Kane—onze anos mais velho, perigosamente poderoso, e exatamente a arma que eu preciso. Um mês. Um acordo secreto. Usar sua influência para salvar minha empresa enquanto descubro a verdade sobre a "morte" da minha mãe Elizabeth e a fortuna que eles roubaram de mim.

O plano era simples: fingir meu noivado, seduzir informações dos meus inimigos e sair limpa.

O que eu não esperava? Esse bilionário insone que só consegue dormir quando estou em seus braços. O que ele não esperava? Que seu arranjo conveniente se tornaria sua obsessão.

À luz do dia, ele é um mestre da indiferença—seu olhar deslizando por mim como se eu não existisse. Mas quando a escuridão cai, ele está levantando meu vestido de renda, suas mãos reivindicando meus seios através do material transparente, sua boca encontrando a pequena pinta na minha clavícula.

"Isso mesmo," ele sussurra contra minha pele, voz tensa e rouca. "Deus, você é incrível."

Agora as linhas estão borradas, as apostas são mais altas, e todos que me traíram estão prestes a aprender o que acontece quando subestimam Aria Harper.

Vingança nunca foi tão boa.
A Pulsação Proibida

A Pulsação Proibida

458.7k Visualizações · Concluído · Riley
Dizem que sua vida pode mudar num piscar de olhos.
A minha mudou no tempo que levou para abrir uma porta.
Atrás dela: meu noivo Nicholas com outra mulher.
Três meses até nosso casamento. Três segundos para ver tudo desmoronar.
Eu deveria ter fugido. Deveria ter gritado. Deveria ter feito qualquer coisa, exceto ficar ali como uma idiota.
Em vez disso, ouvi o próprio diabo sussurrar no meu ouvido:
"Se você quiser, eu posso me casar com você."
Daniel. O irmão sobre quem fui avisada. Aquele que fazia Nicholas parecer um coroinha.
Ele se encostou na parede, observando meu mundo implodir.
Meu pulso disparou. "O quê?"
"Você me ouviu." Seus olhos queimaram nos meus. "Case comigo, Emma."
Mas enquanto eu olhava para aqueles olhos magnéticos, percebi algo aterrador:
Eu queria dizer sim para ele.
Que comece o jogo.
Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário

Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário

2.1m Visualizações · Atualizando · Louisa
Desde o primeiro amor até os votos de casamento, George Capulet e eu éramos inseparáveis. Mas, no nosso sétimo ano de casamento, ele começou um caso com sua secretária.

No meu aniversário, ele a levou de férias. No nosso aniversário de casamento, ele a trouxe para nossa casa e fez amor com ela na nossa cama...

De coração partido, eu o enganei para que assinasse os papéis do divórcio.

George permaneceu despreocupado, convencido de que eu nunca o deixaria.

Suas mentiras continuaram até o dia em que o divórcio foi finalizado. Joguei os papéis no rosto dele: "George Capulet, a partir deste momento, saia da minha vida!"

Só então o pânico inundou seus olhos enquanto ele implorava para eu ficar.

Quando suas ligações bombardearam meu telefone mais tarde naquela noite, não fui eu quem atendeu, mas meu novo namorado Julian.

"Você não sabe," Julian riu ao telefone, "que um ex-namorado decente deve ser tão quieto quanto um morto?"

George rangeu os dentes: "Coloque ela no telefone!"

"Receio que isso seja impossível."

Julian depositou um beijo gentil na minha forma adormecida aninhada contra ele. "Ela está exausta. Acabou de adormecer."
Como Não Se Apaixonar por um Dragão

Como Não Se Apaixonar por um Dragão

1.4m Visualizações · Atualizando · Kit Bryan
Eu nunca me inscrevi na Academia de Seres e Criaturas Mágicas.

Por isso foi mais do que um pouco confuso quando chegou uma carta com o meu nome já impresso em um horário de aulas, um dormitório me esperando e matérias escolhidas, como se alguém me conhecesse melhor do que eu mesma. Todo mundo conhece a Academia, é onde bruxas aperfeiçoam seus feitiços, metamorfos dominam suas formas e todo tipo de criatura mágica aprende a controlar seus dons.

Todo mundo, menos eu.

Eu nem sei o que sou. Nada de mudança de forma, nada de truque mágico, nada. Só uma garota cercada por gente que consegue voar, conjurar fogo ou curar com um toque. Então eu fico nas aulas fingindo que faço parte daquilo, e escuto com atenção qualquer pista que possa me dizer o que está escondido no meu sangue.

A única pessoa mais curiosa do que eu é Blake Nyvas, alto, de olhos dourados e, com toda certeza, um Dragão. As pessoas sussurram que ele é perigoso, me avisam para manter distância. Mas Blake parece determinado a resolver o mistério que sou eu e, de algum jeito, eu confio mais nele do que em qualquer outra pessoa.

Talvez seja imprudente. Talvez seja perigoso.

Mas, quando todo mundo olha pra mim como se eu não pertencesse àquele lugar, Blake me olha como se eu fosse um enigma que vale a pena decifrar.
O Chamado do Alfa

O Chamado do Alfa

394.5k Visualizações · Concluído · Miranda Burke
► Contém romance sombrio explícito ◄

"Me solte!" Eu lutei, "Eu te amaldiçoo! Você..."

"Guarde suas palavras, companheira," ele abriu a porta.

Correntes, chicotes, ferramentas de punição... O QUÊ?

"Eu disse que vou ter você," ele sussurrou...


Ele pausou o rastro de seu olfato exatamente onde a clavícula dela encontrava o ombro, sua língua estendendo-se para acariciar o mesmo lugar onde ele a havia mordido em uma tentativa desesperada de transformá-la. O toque de sua língua fez a loba reagir com um sobressalto de seu corpo e, em seguida, um gemido baixo seguido pelo relaxamento de seu corpo sob ele. James beijou o local e balançou os quadris contra os dela antes de levantar a cabeça para olhar para Cassidy. "Você é minha."

"Diga isso," James exigiu.

Cassidy olhou para James quando ele lhe disse para dizer algo. Ela parecia um pouco atordoada, sua mente nublada com o desejo crescente e a loba dentro de sua mente tentando tomar o controle. "Dizer o quê?" ela perguntou suavemente, um pouco confusa e sem fôlego depois que James pressionou seu corpo contra o dela.

James rosnou e lentamente empurrou contra Cassidy novamente, a fricção entre os dois fazendo com que suas coxas se apertassem mais em torno dos quadris dele. "Diga que você é minha."