
Possuída Pelo Inimigo Chefão da Máfia
Tiffanie L. Campbell · Concluído · 229.7k Palavras
Introdução
A sala cheirava a uísque e a dinheiro velho. Matteo Genovese me encarou com olhos acostumados a fazer inventário — e a chamar o resto de propriedade. Ele não sabia quem eu era. Não sabia que eu era a garota que saiu de dentro das covas que ele cavou dez anos atrás. Ele só sabia que eu era a bela desconhecida do outro lado da mesa de pôquer, que tinha acabado de ficar sem fichas.
— Você pode terminar a mão — disse ele, com a voz macia como veludo, mas letal. — Mas, se perder, você vai ser minha. Por inteiro. Sem volta.
Eu sabia que ele tinha um straight flush. Eu sabia que eu ia perder. Esse era o plano.
Eu desisti da mão. Eu deixei ele ganhar. Porque a única maneira de matar um rei é entrar primeiro na cama dele.
Agora, eu sou propriedade dele. A noiva dele. Ele acha que me possui. Ele acha que eu sou só um troféu para garantir a herança. Mas, toda vez que ele me toca, toda vez que ele me olha com aquela fome escura, é como se ele mesmo puxasse o gatilho da arma apontada para o próprio coração.
Bem-vindo ao inferno, Matteo. Você acabou de se casar com o seu pior pesadelo.
Capítulo 1
Valentina
As rodas tocaram o asfalto com um gemido que vibrou no meu peito.
Bem-vinda de volta para casa, Valentina.
Só que ninguém neste país conhece esse nome. As únicas duas pessoas que conheciam estão mortas há dez anos.
A luz do cinto apita. Os passageiros se levantam, se espreguiçam, conversam em uma dúzia de sotaques. Eu continuo sentada, com os dedos fechados com força na alça da minha bolsa de couro. Meu pulso é uma batida constante — calculada, deliberada. Dez anos de planejamento, e tudo começa aqui.
Nova York.
A cidade para onde meus pais fugiram para me salvar. O mesmo chão onde eles sangraram anos depois.
A cabine cheira a ar reciclado e perfume barato, mas por um segundo minha mente está em outro lugar.
Um lampejo.
Um caixão pequeno demais para um corpo.
A mão trêmula da minha mãe pressionando uma rosa vermelha contra a tampa branca.
A voz do meu pai: Ela se foi.
Mas eu não tinha ido.
Eu pisco, e a lembrança do vídeo caseiro do meu próprio funeral se dissolve como neblina no vidro. A fila para sair avança aos poucos. Meu passaporte — no nome de Valentina Rossi — pesa no meu bolso, como se se lembrasse de cada mentira sobre a qual foi construído.
Quando eu desço do avião, o ar está mais frio do que eu esperava. Puxo o casaco para mais perto do corpo e sigo andando, os saltos estalando no piso como o tic-tac de um relógio contando os segundos até o fim dele.
Matteo Genovese.
O homem que massacrou minha família. O homem que achou que a linhagem Maranzano tinha acabado naquela noite.
Ele não sabe que eu vivi, não sabe nem que eu existi em primeiro lugar. Exatamente como meus pais planejaram.
Porque, quando eu nasci, eles forjaram a minha morte — um bebê natimorto. Depois me esconderam em outro país para me proteger de todos os inimigos deles.
Matteo não sabe que venho me preparando para este dia desde os quinze anos. Ele não sabe que já é meu.
Eu ergo o queixo, abrindo caminho pela multidão em direção à retirada de bagagens, em direção à vida que eu construí a partir das cinzas. Meu reflexo aparece na parede de vidro — cabelo escuro, lábios vermelhos, um rosto que meu pai um dia chamou de angelical.
Combina, já que anjos também podem ser vingadores.
“Bem-vindos a Nova York”, diz uma voz no alto-falante.
Bem-vindo ao inferno, penso.
Porque é aqui que o reino de Matteo Genovese vai queimar.
A multidão se adensa perto da esteira de bagagens. Turistas com malas de rodinha e moradores com olhos mortos. Eu mantenho a expressão neutra, controlada. Valentina Rossi não vacila, não transpira, não olha por cima do ombro.
Mas por dentro, cada nervo é eletricidade.
Eu ensaiei esse cenário na minha cabeça mil vezes. O primeiro passo de um jogo longo. A entrada. O disfarce. A queda.
“Senhorita Rossi?”
A voz do homem é firme, treinada. Um motorista de terno preto está perto da saída, segurando uma placa com meu nome falso.
Ótimo. Dentro do horário.
Ele não é meu aliado. É um nome numa lista que chegou até mim por alguém que conhece alguém — gente que circula nos espaços cinzentos entre o crime e a sobrevivência. Meu contato fez os arranjos.
Se os homens do Matteo fizerem uma checagem, vão encontrar exatamente o que eu quero que encontrem:
Cidadania europeia. Passaporte duplo. Uma fortuna discreta de “negócios de importação”.
Nada que grite vingança.
O motorista pega minha bolsa e me conduz para fora. A rajada de ar de inverno acerta como um tapa. A cidade vibra num caos constante — sirenes, buzinas, vida empilhada sobre a podridão.
Eu inspiro fundo.
Cheira a corrupção e gasolina. Cheira a casa — mesmo nunca tendo sido, de verdade, minha. Era a casa dos meus pais, e o laço forte que eu tinha com eles faz Nova York parecer casa.
Mesmo tendo me escondido em outro país, eles vinham me ver uma vez por mês, durante cinco dias, sem falhar. Meus pais me amavam.
O carro é elegante, preto, com vidros escurecidos. Eu entro e deslizo os dedos pelo couro liso. Meu reflexo me encara na janela — frio, controlado.
Mas por trás da minha calma, existe algo mais sombrio.
A criança que viu a notícia da morte da família sendo transmitida para o mundo inteiro.
A garota que ouviu os gritos ecoando pelas paredes — os próprios gritos dela, de uma perda dilacerante.
A mulher que se ergueu dos túmulos deles.
“Direto pro hotel, senhorita Rossi?”, pergunta o motorista.
“Sim”, eu digo. “E vá pelo caminho mais longo. Eu quero ver a cidade.”
Ele faz que sim com a cabeça.
O horizonte da cidade surge, sangrando no campo de visão — aço e vidro como facas irregulares cortando nuvens cinzentas. Eu observo em silêncio, enquanto memórias tremulam por trás dos meus olhos.
O funeral que não aconteceu.
O massacre que aconteceu.
A voz da minha mãe sussurrando canções de ninar em siciliano.
Vídeos do meu irmão que eu nunca tive a chance de conhecer.
Meu pai me colocando no colo e contando a história do meu nascimento — como eu nasci quase um mês antes, no Dia dos Namorados. Como a bolsa da minha mãe estourou num restaurante chique e como, mesmo em trabalho de parto, ela era a mulher mais bem-vestida do lugar. Três horas depois, eu nasci, e eles me chamaram de Valentina.
Cada lembrança é uma cicatriz que eu aprendi a polir até virar armadura.
Quando o carro para no semáforo, eu vejo uma manchete num jornaleiro que passa: GENOVESE INDUSTRIES SE EXPANDE PARA O COMÉRCIO INTERNACIONAL.
Claro que ele se expande.
Poder gera poder. E o sangue alimenta isso.
Meus lábios se curvam de leve. “Aproveita enquanto dura, Matteo.”
O motorista me olha pelo retrovisor, sem saber se eu estava falando com ele. Eu nem me dou ao trabalho de esclarecer.
Chegamos ao hotel — uma torre cinco estrelas com vista para o East River. Discreto, caro e esquecível. Perfeito.
Lá dentro, o piso de mármore brilha como gelo. Eu faço o check-in com o nome Rossi, deslizando meu documento falso pelo balcão com dedos firmes. O atendente não questiona nada. As pessoas raramente questionam quando você se veste como dinheiro e se porta como perigo.
Quando as portas do elevador se fecham, eu solto o ar pela primeira vez em horas.
A suíte está impecável. Impecável demais. Eu a examino no automático — espelhos, saídas de ar, embaixo da cama, atrás das cortinas. Sem escutas, sem câmeras. Velhos hábitos custam a morrer.
Jogo meu casaco sobre a cadeira e fico parada junto à janela. A cidade se espalha lá embaixo como uma presa esperando para ser caçada.
Meu celular vibra em cima da mesa. Número desconhecido. Uma nova mensagem.
Bem-vinda de volta, Lenti. O jogo começou.
Meu pulso falha por um instante e, depois, se estabiliza.
Só uma pessoa viva me chama assim.
Meu guardião — o homem que me criou, me treinou, me transformou no que eu sou. Ele deve ter sabido que eu chegaria em segurança.
Eu digito uma resposta.
Sempre fui sua melhor aluna.
Então eu deixo o celular de lado, abro a mala e tiro uma caixinha pequena de veludo. Dentro está o anel que eu mantive escondido por dez anos — uma aliança simples de ouro, com o brasão dos Maranzano gravado por dentro.
Eu coloco o anel no dedo. Não por sentimento. Por guerra.
“Vamos botar o mundo dele abaixo”, eu sussurro para as luzes da cidade.
Uma sirene uiva em algum ponto distante, fina e cortante. Trilha sonora perfeita para uma ressurreição.
Amanhã eu vou entrar numa sala cheia de homens que acham que já são donos de tudo. Amanhã eu vou me sentar a uma mesa onde fortunas se perdem num simples movimento de mão — e eu vou perder de propósito para me aproximar.
Hoje à noite, eu durmo na cama de uma estranha sob um nome que não é o meu. Amanhã, eu vou ser o vírus que derruba o império dele de joelhos.
Bem-vinda a Nova York, Valentina.
Últimos Capítulos
#187 Capítulo 187 EPÍLOGO — Cinco anos depois
Última Atualização: 6/3/2026#186 Capítulo 186 As transferências da coroa
Última Atualização: 6/3/2026#185 Capítulo 185 Confirmação
Última Atualização: 6/3/2026#184 Capítulo 184 Sem pontas soltas
Última Atualização: 6/3/2026#183 Capítulo 183 O erro de cálculo
Última Atualização: 6/3/2026#182 Capítulo 182 Suspeita confirmada
Última Atualização: 6/3/2026#181 Capítulo 181 Arruine Me
Última Atualização: 6/3/2026#180 Capítulo 180 A Forma do Silêncio
Última Atualização: 6/3/2026#179 Capítulo 179 A Fazenda
Última Atualização: 6/3/2026#178 Capítulo 178 Coroa e carne
Última Atualização: 6/3/2026
Você Pode Gostar 😍
Prisioneiro Do Meu Companheiro
Leia e descubra como Ana sobrevive sendo prisioneira dele.
A lua e o oceano
Moon é uma criatura híbrida sobrenatural. Mas ele nunca soube que é um híbrido. Ele foi adotado por uma família de lobisomens.
Será que ele algum dia descobrirá sua verdadeira natureza?
Será que Moon e Ocean ficarão juntos?
Que mistério a floresta, que atrai os dois, guarda para eles?
Reivindicada Pelo Bilionário
A voz dele era fria, afiada como aço.
—Espera... tem alguma coisa errada.
—Assina essa porcaria de papelada —ele disse, a voz baixa e cortante como lâmina.
Eu engoli em seco.
As ameaças do meu pai ecoaram na minha cabeça: Se você não assinar, nunca mais vai ver seu filho.
E eu assinei.
Elizabeth Harper nunca deveria se casar com ele. Ele era perigo dentro de um terno sob medida, riqueza embrulhada no silêncio, poder disfarçado por olhos azuis e gelados.
Um erro, uma assinatura na sala errada, e agora ela está presa a Christian Reed, o bilionário implacável conhecido por destruir impérios... inclusive a própria linhagem.
Ela devia ser invisível. Obediente e descartável.
Uma vez abusado. Agora amado
Tudo o que Hara queria era criar seu filho ainda não nascido longe de seu companheiro abusivo e infiel, Roland.
A alcateia da Cruz Vermelha era a mais forte do reino dos lobisomens, e Hara a escolheu como seu refúgio seguro.
Ela se torna garçonete em um bar, e era um trabalho tão normal quanto qualquer outro, até que ela conhece Ryder, o Alfa da alcateia da Cruz Vermelha e dono do bar.
Ao ver a grávida Hara, que também era sua companheira predestinada, ele se apaixona imediatamente por ela.
Hara se vê em um dilema. Por mais que pensasse sobre isso, a situação complicada em que se encontrava não teria um desfecho fácil. Não quando seu coração parecia ansiar pelo atraente estranho que afirmava ser seu companheiro predestinado. Não quando Roland estava de volta, pedindo uma segunda chance. E certamente não quando ela percebe que ainda havia muitos segredos não revelados.
Será que ela seria forte o suficiente para tomar as decisões certas? Ela voltaria para o homem que um dia amou, ou ficaria com o homem que a ama?
Junte-se a Hara em sua jornada conturbada em busca da felicidade.
A esposa inesquecível do xeque
"Nada."
"Está uma manhã muito bonita, não é??" Zayed perguntou olhando pela janela de vidro do chão ao teto da suíte da cobertura com vista para a Torre Eiffel.
Ela assentiu de forma brusca.
"Uma manhã bonita para um novo começo," Zayed disse, puxando Aveline para perto dele.
Ela se afastou dele.
"Que começo??" Ela perguntou rispidamente.
"Nossa vida, Aveline. Depois da noite passada-" ele foi interrompido pela risada sarcástica de Ava.
"Depois da noite passada o quê?? Sexo não é uma promessa, Zayed!!" Ela disse, deixando Zayed sem palavras.
"Aveline. A noite passada- eu pensei" ele lutou para encontrar as palavras.
"Você pensou o quê?? Que só porque eu dormi com você, eu esqueci tudo o que você fez comigo?? Se sim, então você é muito ingênuo, Zayed."
Sheikh Zayed Ahmed al Zidra cometeu o pecado imperdoável de acusar sua esposa de infidelidade.
Seis anos depois, eles se reencontram, e o mundo de Zayed desmorona, à medida que revelações são feitas uma a uma.
Adicione à mistura um trio de trigêmeos travessos, dois cachorrinhos e um gatinho.
Deve ser um caos!
Acompanhe para saber como Zayed se redime de todos os seus pecados enquanto luta contra um inimigo desconhecido, e como ele alcança seu final feliz.
LIVRO 1 DA SÉRIE ZIDRA - ROMANCE INDEPENDENTE
Grávida de um Lobisomem
O mundo se tornou infestado de monstros e todos temem um grande mal, entre todos esses eventos, apenas duas famílias conseguirão procriar. Em um momento de clímax, uma jovem mulher fica grávida, e quando descobre que o pai de seu filho é uma das criaturas, sua vida vira de cabeça para baixo...
Para que a vida da jovem mulher não esteja em perigo, ela terá que aceitar um contrato de casamento com o homem com quem dormiu apenas uma vez.
Batalha de Luna: O Jogo
Quando um anúncio é feito sobre o Alpha Prime Darius procurando por sua Luna, Elara se inscreve secretamente. Escondendo o fato de que já foi reivindicada e mordida, ela espera nunca mais ouvir falar disso. No entanto, fica chocada quando os Soldados do Alpha Prime chegam para buscá-la.
Embora Alpha Draven queira recusá-la e mantê-la, ele está impotente e tem que seguir a ordem e deixá-la partir.
Quando Elara chega ao castelo, ela se vê entre outras possíveis Lunas e rapidamente percebe que essa competição nunca teve a intenção de encontrar a verdadeira companheira do Alpha Prime, mas sim a melhor candidata para ser Luna.
Sem um lobo, ela tem certeza de que será eliminada na primeira rodada. No entanto, fica surpresa quando não é mandada de volta para casa, mas sua presença ali não passa de publicidade. As coisas se complicam ainda mais quando Alpha Prime Darius escolhe uma Luna, e no mesmo dia, o lobo de Elara é devolvido a ela.
Indo para casa
Serena Ellison era apenas uma criança quando o irmão de sua melhor amiga e paixão de infância saiu de casa sem dizer uma palavra. Anos depois, o destino cruza seus caminhos durante umas férias no Havaí, onde Serena decide que precisa convencê-lo a voltar para casa antes que seja tarde demais para consertar os laços rompidos.
O GAROTO QUE PODIA GERAR UM HERDEIRO
“Você acha que eu vou deixar o Cassian levar a culpa?”
“Ele é meu filho. E você? Você é só um rosto que eu me arrependo de ter trazido ao mundo!!”
Lucien nasceu com um segredo.
Um que nem ele entendia.
Um que o pai sempre soube — e por isso o odiou.
Enquanto o irmão gêmeo, Cassian, vivia uma vida de liberdade, Lucien vivia trancado atrás de portas, punido por simplesmente existir.
Ele não podia sair.
Ele não podia viver.
Ele era escondido. Esquecido. Quebrado.
Até que uma festa mudou tudo.
Uma princesa da máfia foi ferida.
A culpa caiu em Cassian.
Mas o pai deles fez questão de garantir que Lucien pagasse o preço.
Naquela noite, Lucien foi entregue a Zayn Kingsley —
Um herdeiro bilionário da máfia.
Um dos Oito que governam a cidade das sombras.
Ele tem duas esposas. Uma filha. E um pai morrendo, sussurrando:
“Me dê um filho. Um verdadeiro herdeiro. Ou você vai perder tudo.”
Zayn não acredita em fraqueza.
Não acredita em amor.
E com certeza não acredita em homens como Lucien.
Zayn é frio. Implacável. Homofóbico.
Mas o que Zayn não sabe…
É que Lucien carrega mais do que dor.
Ele carrega um segredo que desafia a biologia, a lógica e tudo o que Zayn achava que sabia:
🩸 Lucien pode gerar um herdeiro.
E o que começou como punição vira obsessão.
O que começou como ódio começa a queimar em algo proibido… e aterrorizante.
V de Virgem!
Sim, eu sou essa garota.
Aquela garota estranha que sempre pede o impossível e que, por acaso, está secretamente apaixonada por seu melhor amigo, que, com razão, não percebe nada. Mas meu nome não é Desgraça. É Cassie.
E com meu acordo improvisado para ser mãe de aluguel devido à instabilidade financeira, estou em uma enrascada. Perder minha virgindade para um bebê não é meu sonho ideal. Tenho talvez um mês para convencê-lo antes que o processo de fertilização in vitro comece. Claro, ele e o namorado dele não sabem absolutamente nada disso.
Sob o Domínio do Tirano
Alessio Vecchio, um homem implacável de trinta e oito anos, governa Portevecchio com mão de ferro. Alto, com uma presença imponente e um passado cheio de cicatrizes físicas e emocionais, Alessio é conhecido por sua crueldade e indiferença. Para ele, o amor é uma ilusão perigosa, e o poder é tudo o que importa.
Quando os caminhos de Isabella e Alessio se cruzam, uma tensão palpável surge entre eles. Isabella, com sua beleza cativante e determinação inabalável, desperta algo há muito adormecido em Alessio. Por outro lado, Alessio, com sua aura de perigo e mistério, atrai irresistivelmente Isabella.
Em meio a um jogo perigoso de sedução e poder, Isabella e Alessio se encontram em uma batalha entre o passado e o presente, entre a redenção e a escuridão. Será que o amor pode florescer em um terreno tão árido como o coração de Alessio? Ou o passado de Isabella voltará para assombrá-los, colocando tudo em risco?
Mantendo Mia
“Sim, você foi uma das selecionadas. É essencial que você coma agora. Precisamos seguir em frente em breve, a floresta não é segura à noite.”
“Selecionada para o quê? Eu nem sei onde estou. Ou estou muito chapada ou isso é algum tipo de pegadinha elaborada...”
Ela olhou para as outras mulheres. Elas eram jovens, talvez até mais jovens do que ela. Duas com cabelo escuro e pele oliva estavam encolhidas uma ao lado da outra, com os olhos vidrados e arregalados. Pareciam ser irmãs, talvez.
Havia uma loira sentada ereta, suas mãos tremiam enquanto ela levantava algo até os lábios e dava uma mordida. A última era uma coisinha pálida, encolhida no chão com os braços ao redor dos joelhos e o cabelo castanho caindo no rosto.
Mia se encontra capturada por uma raça alienígena exótica e arrastada através de um portal para o mundo deles, Callaphria.
Um mundo alienígena violento, cheio de predadores alienígenas violentos. Um mundo devastado por uma guerra que durou décadas... e os Livarianos são os últimos de sua espécie.
Junto com várias outras mulheres, ela recebe a tarefa de escolher um parceiro e... gerar filhos. Isso não vai acontecer. Em vez disso, Mia está determinada a encontrar um jeito de voltar para a Terra, mas quanto mais ela aprende sobre a situação dos Livarianos, mais ela se sente atraída por eles. E quanto mais ela aprende sobre Draven, o líder deles... mais ela questiona o que realmente quer.
Quando descobre que algo está caçando o povo deles, Mia está determinada a salvar a todos. Pois o verdadeiro inimigo não é o que eles pensam.
A sequência, Domando Tianna, está chegando












