Engula pela culpa

Lydia sentou-se na cama de seu pequeno quarto mal mobiliado, com os olhos fixos na parede de tijolos. Eram 5:40 da manhã e ela não tinha pregado o olho a noite toda. Não importava o quanto tentasse ignorar, sua consciência falava tão ferozmente, tão alto, condenando-a.

Ela se levantou — algo que ti...

Entre e continue lendo