Capítulo 19 19

O som do metal batendo contra o concreto era o meu metrônomo matinal, uma percussão seca e rítmica que anunciava o despertar de um novo movimento na minha ópera de sangue. O pavilhão acordou com aquele cheiro de café ralo, que mais parece água de batismo de mendigo, misturado com o pavor que eu deix...

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