
Sussurros Nos Pinheiros
Peculiar Gabriel · Atualizando · 424.8k Palavras
Introdução
Lana, de dezessete anos, desperta sozinha em uma floresta escura, seus colegas de classe desaparecidos e sua memória em branco. Enquanto procura desesperadamente por seus amigos desaparecidos, ela descobre que está presa em algo chamado Protocolo Pine—um experimento horrível que transforma estudantes do ensino médio em cobaias para manipulação psicológica.
Câmeras escondidas rastreiam cada movimento seu. Caçadores mascarados a perseguem entre as árvores. E sob a floresta, há uma instalação secreta que abriga as verdades mais sombrias.
Por que ela foi escolhida?
Quem está puxando as cordas por trás desse pesadelo?
O que aconteceu com os outros estudantes "desaparecidos"?
Será que ela consegue quebrar o sistema antes que ele a destrua completamente?
Enquanto Lana se transforma de presa aterrorizada em uma caçadora mortal, ela descobre que o alcance do Protocolo Pine vai muito além de seus piores pesadelos. Essa conspiração envolve agências governamentais, grandes quantias de dinheiro, poder desenfreado… e pessoas dispostas a pagar qualquer preço para assistir adolescentes lutarem por suas vidas.
Mas Lana ainda não sabe o maior segredo: a verdadeira razão pela qual foi escolhida. Quando a verdade vier à tona, ela enfrentará uma escolha impossível—uma que pode destruir tudo o que ela ama.
Alguns experimentos têm um custo pior do que a morte.
Um thriller psicológico sombrio que fará você questionar todos ao seu redor.
Capítulo 1
A primeira coisa que Lana percebeu foi o frio—não o leve frescor do orvalho matinal, mas uma geada profunda que parecia penetrar sua pele e se instalar em seus ossos. Seus olhos se abriram rapidamente para um dossel de pinheiros imponentes, seus galhos escuros entrelaçados como dedos esqueléticos contra um céu cinzento que não oferecia nenhuma pista sobre a hora do dia. O gosto metálico de sangue preenchia sua boca.
Ela tentou se sentar e imediatamente se arrependeu. Uma dor explodiu atrás de sua têmpora esquerda, aguda e insistente, e quando pressionou os dedos no local, eles ficaram pegajosos com algo quente. Sangue. Sangue fresco.
Que diabos?
Lana se apoiou nos cotovelos, lutando contra a náusea que a tomava em ondas. O mundo inclinou-se perigosamente, mas ela forçou-se a focar. Estava deitada sobre uma cama de agulhas de pinheiro e folhas mortas, suas costas pressionadas contra a casca áspera de uma árvore enorme. A floresta se estendia interminavelmente em todas as direções, silenciosa exceto pelo ocasional sussurro do vento através dos galhos acima.
Sua jaqueta estava rasgada no ombro, expondo a pele pálida arranhada por algo afiado. Agulhas de pinheiro grudavam no tecido escuro como pequenas acusações verdes. Seus jeans estavam sujos e úmidos, e um de seus tênis de caminhada estava completamente sem cadarço.
Como eu cheguei aqui?
A última memória clara que tinha era de entrar no ônibus escolar amarelo naquela manhã, sua mochila pesada com cadernos e o sanduíche que sua mãe havia feito—peru e suíço com muito mostarda, do jeito que ela gostava. A viagem de ciências ambientais para a Floresta Pine Ridge. O Sr. Halbrook estava tão empolgado com isso, falando sem parar sobre aprendizado prático e conexão com a natureza. Ela ainda podia ouvir sua voz: "Esta viagem vai mudar sua perspectiva sobre o mundo natural, alunos. Vocês vão ver coisas que nunca notaram antes."
Mas entre aquele momento e este—nada. Um vazio tão escuro e vazio quanto os espaços entre as árvores ao seu redor.
Lana procurou seu celular, seus movimentos desajeitados e descoordenados. A tela estava preta, não respondendo a seus toques frenéticos. Morto. Completamente morto. Ela tentou lembrar quando foi a última vez que o carregou, mas até esse fato simples parecia escapar dela como fumaça.
"Olá?" ela chamou, sua voz rachando. O som foi engolido quase imediatamente pelo silêncio opressor da floresta. "Alguém pode me ouvir?"
Nada.
Ela lutou para ficar de pé, usando o tronco da árvore como apoio. Suas pernas pareciam fracas, instáveis, como se tivesse ficado deitada ali por horas. Ou dias. O pensamento enviou uma onda de pânico através de seu peito.
Onde estão todos os outros?
Havia vinte e três alunos no ônibus, além do Sr. Halbrook e da Sra. Chen, a professora de biologia que se ofereceu para acompanhar. Eles deveriam estar aqui em algum lugar. Eles tinham que estar.
"Maya!" ela gritou, pensando em sua melhor amiga que estava sentada ao seu lado no ônibus, reclamando sobre ter que acordar cedo para uma excursão no fim de semana. "Sarah! Alguém!"
A floresta absorveu sua voz como uma esponja, não devolvendo nada.
Lana deu um passo hesitante para frente, depois outro. Seu equilíbrio estava melhor agora, embora sua cabeça ainda latejasse a cada batida do coração. Ela precisava encontrar os outros. Precisava encontrar o caminho de volta para—onde? O ônibus? O acampamento? Ela nem se lembrava se eles tinham chegado ao destino antes... antes do que quer que tenha acontecido com ela.
Ela começou a andar, escolhendo uma direção ao acaso, já que qualquer uma parecia tão ameaçadora quanto a outra. A vegetação rasteira era densa, forçando-a a passar por arbustos espinhosos e galhos baixos que se agarravam às suas roupas e cabelo. Espinhos arranhavam seus braços, adicionando novos arranhões à coleção que ela aparentemente já tinha adquirido.
Depois do que pareceu uma eternidade, mas provavelmente foram apenas vinte minutos, ela tropeçou em uma pequena clareira onde raios de luz pálida conseguiam penetrar pelo dossel. E lá, espalhados pelo chão da floresta como migalhas de pão em um conto de fadas, estavam coisas que não pertenciam àquele lugar.
Um pedaço rasgado de tecido vermelho brilhante pendurado em um galho baixo—da mesma cor que a jaqueta favorita de Maya. O coração de Lana saltou com esperança e terror em igual medida. Ela correu para frente e pegou o tecido, examinando-o de perto. Era definitivamente da jaqueta de Maya, aquela com os puxadores de zíper prateados em forma de pequenos raios.
"Maya!" ela chamou novamente, mais alto desta vez. "Maya, onde você está?"
Mas ao olhar mais atentamente ao redor da clareira, a esperança começou a se transformar em algo muito pior. Havia outras coisas espalhadas na terra: um par de óculos de grau com armação preta grossa, uma das lentes rachada em um padrão de teia de aranha. Ela os reconheceu imediatamente—pertenciam a David Kim, o aluno quieto do último ano que sentava na última fileira da aula de ciências ambientais.
A alguns metros de distância, parcialmente escondido sob uma pilha de folhas, ela encontrou um celular com a tela rachada. A capa era rosa brilhante com um adesivo de unicórnio na parte de trás. O telefone de Sarah. A tela piscou quando ela o pegou, mostrando dezessete chamadas perdidas de um contato rotulado como "Mãe" e dezenas de mensagens de texto não lidas, a mais recente de apenas três horas atrás: "Onde você está? Me ligue AGORA."
Três horas. Isso significava que o que quer que tivesse acontecido com eles acontecera recentemente. Muito recentemente.
As mãos de Lana tremiam enquanto ela tentava desbloquear o telefone, mas a tela ficou escura antes que ela pudesse inserir a senha. Outro beco sem saída.
Ela continuou procurando na clareira e encontrou mais evidências de seus colegas: um pedaço rasgado de papel de caderno com equações de química rabiscadas na caligrafia distintiva de Marcus Webb, um elástico de cabelo azul que pertencia a Jenny Rodriguez e, mais perturbador de tudo, uma única bota de caminhada que definitivamente não era dela.
Mas não havia pessoas. Nenhuma voz respondendo seus chamados. Nenhum sinal de vida.
O silêncio estava se tornando opressivo, quase físico em seu peso. Mesmo nas florestas mais profundas, deveria haver sons—pássaros, insetos, pequenos animais se movendo pela vegetação. Mas esta floresta estava tão quieta quanto um túmulo, como se todas as coisas vivas tivessem fugido ou sido assustadas até a imobilidade absoluta.
Enquanto estava no centro da clareira, cercada pelos vestígios espalhados da presença de seus colegas, Lana percebeu outra sensação subindo pela sua espinha: a sensação inconfundível de estar sendo observada.
Ela se virou lentamente, examinando a linha de árvores que cercava a clareira. As sombras entre os troncos pareciam mais profundas agora, mais impenetráveis. Foi um movimento que ela vislumbrou pelo canto do olho, ou apenas o jogo de luz através dos galhos? Aquela forma escura atrás do enorme carvalho era realmente uma pessoa, ou apenas sua imaginação correndo solta com o medo?
"Eu sei que alguém está aí," ela disse, tentando manter a voz firme. "Se isso é algum tipo de brincadeira, não tem graça. As pessoas vão ficar preocupadas. Meus pais—"
Sua voz foi diminuindo à medida que a realidade de sua situação começava a afundar completamente. Seus pais provavelmente esperavam que ela voltasse há horas. Quando ela não voltasse, eles teriam ligado para a escola. A escola teria ligado para o Sr. Halbrook. E quando ninguém conseguisse alcançar nenhum deles...
Quanto tempo levaria até alguém começar a procurar? Quanto tempo até alguém sequer saber onde procurar?
A sensação de estar sendo observada se intensificou, causando arrepios em seus braços apesar do calor relativo da tarde. Ela girou, tentando pegar quem estava a observando, mas viu apenas árvores e sombras e os fragmentos dos pertences de seus colegas espalhados como evidências de algum crime terrível.
Mas havia algo mais na clareira agora, algo que ela tinha certeza de que não estava lá antes. Entalhado na casca do maior pinheiro, exatamente ao nível dos olhos, havia símbolos que ela não reconhecia. Não eram arranhões aleatórios, mas marcas deliberadas cortadas profundamente na madeira com algo afiado. Eles formavam um padrão, quase como um mapa ou diagrama primitivo.
Lana se aproximou da árvore cautelosamente, seu coração batendo forte contra suas costelas. Os símbolos eram frescos—ela podia dizer pela cor pálida da madeira exposta e pela seiva que ainda escorria de alguns cortes. Alguém havia feito essas marcas recentemente. Muito recentemente.
Enquanto ela traçava um dos símbolos com o dedo, algo estalou sob seu pé. Ela olhou para baixo e viu outro pedaço de papel, dobrado em um quadrado apertado e preso entre duas raízes expostas. Com mãos trêmulas, ela o desdobrou.
A mensagem estava escrita em letras maiúsculas com o que parecia ser carvão: VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHA.
O papel escorregou de seus dedos sem força e flutuou até o chão. Alguém definitivamente estava na floresta com ela. Alguém que sabia que ela estava ali. Alguém que estava deixando mensagens.
Mas estavam tentando ajudá-la, ou eram a razão de ela estar ali em primeiro lugar?
Um galho quebrou em algum lugar atrás dela, tão agudo quanto um tiro naquela quietude antinatural. Lana se virou rapidamente, com o coração na garganta, mas não viu nada além do labirinto interminável de troncos de árvores e vegetação rasteira. No entanto, agora tinha certeza de que não estava sozinha. Havia algo—alguém—se movendo pela floresta próxima, mantendo o ritmo com ela, ficando apenas fora de vista.
"Quem é você?" ela gritou, odiando o jeito que sua voz tremia. "O que você quer?"
A única resposta foi outro som—passos, definitivamente passos, se afastando dela através da vegetação. Não correndo, mas caminhando com lentidão deliberada, como se quem quer que fosse quisesse que ela o seguisse.
Cada instinto gritava para ela ir na direção oposta, colocar o máximo de distância possível entre ela e o que quer que estivesse a perseguindo por aquelas matas. Mas a alternativa era vagar sem rumo pela floresta até escurecer, e a ideia de estar sozinha naquele lugar quando a noite caísse era de alguma forma ainda mais aterrorizante do que seguir seu misterioso observador.
Além disso, quem quer que estivesse lá fora poderia saber o que aconteceu com seus colegas. Poderia ser a única chance que ela tinha de encontrá-los.
Ou poderia ser a razão de seus colegas estarem desaparecidos em primeiro lugar.
Lana juntou os pedaços rasgados de tecido e os óculos quebrados de David, enfiando-os nos bolsos da jaqueta. Provas, ela disse a si mesma. Evidência de que os outros estiveram ali. Então ela pegou o telefone de Sarah, esperando contra a esperança que ele voltasse à vida tempo suficiente para fazer uma ligação.
Os passos haviam parado, mas ela ainda podia sentir olhos sobre ela de algum lugar na escuridão ao redor. Observando. Esperando.
Respirando fundo, sem conseguir acalmar seu coração acelerado, Lana escolheu a direção para onde os passos haviam ido e começou a seguir. Cada passo a levava mais fundo na floresta, mais longe de qualquer esperança de encontrar o caminho de volta à civilização sozinha.
Mas conforme as sombras se alongavam e o ar ficava mais frio, um pensamento ecoava em sua mente com urgência crescente: o que quer que tenha acontecido com seus colegas, o que quer que a tenha levado a esse lugar sem memória de como ela chegou ali, não estava terminado.
Estava apenas começando.
E em algum lugar na escuridão entre as árvores, algo estava observando cada movimento seu, esperando para ver o que ela faria a seguir.
Últimos Capítulos
#137 Capítulo 137: Expansão brasileira
Última Atualização: 1/14/2026#136 Capítulo 136: Engenharia alemã
Última Atualização: 1/12/2026#135 Capítulo 135: Isolamento australiano
Última Atualização: 1/11/2026#134 Capítulo 134: O Gambito Russo
Última Atualização: 1/9/2026#133 Capítulo 133: Sincronização global
Última Atualização: 1/7/2026#132 Capítulo 132: Libertação digital
Última Atualização: 1/3/2026#131 Capítulo 131: O Programa de Mestrado
Última Atualização: 1/2/2026#130 Capítulo 130: Guerra virtual
Última Atualização: 1/1/2026#129 Capítulo 129: A visão do CEO
Última Atualização: 12/31/2025#128 Capítulo 128: Sede corporativa
Última Atualização: 12/29/2025
Você Pode Gostar 😍
A Pequena Companheira de Alfa Nicholas
O quê? Não—espera... oh Deusa da Lua, não.
Por favor, diga que você está brincando, Lex.
Mas ela não está. Eu posso sentir sua excitação borbulhando sob minha pele, enquanto tudo que sinto é pavor.
Viramos a esquina, e o cheiro me atinge como um soco no peito—canela e algo impossivelmente quente. Meus olhos percorrem a sala até pousarem nele. Alto. Imponente. Lindo.
E então, tão rapidamente... ele me vê.
Sua expressão se contorce.
"Que droga, não."
Ele se vira—e corre.
Meu companheiro me vê e corre.
Bonnie passou toda a sua vida sendo destruída e abusada pelas pessoas mais próximas a ela, incluindo sua própria irmã gêmea. Junto com sua melhor amiga Lilly, que também vive um inferno, elas planejam fugir enquanto participam do maior baile do ano, que está sendo organizado por outra alcateia. Mas as coisas não saem como planejado, deixando as duas garotas se sentindo perdidas e incertas sobre seus futuros.
O Alpha Nicholas tem 28 anos, está sem companheira e não tem planos de mudar isso. Este ano é sua vez de organizar o Baile da Lua Azul, e a última coisa que ele espera é encontrar sua companheira. O que ele espera ainda menos é que sua companheira seja 10 anos mais jovem que ele e como seu corpo reage a ela. Enquanto ele tenta se recusar a reconhecer que encontrou sua companheira, seu mundo vira de cabeça para baixo depois que os guardas capturam duas lobas correndo por suas terras.
Quando elas são trazidas até ele, ele se vê novamente diante de sua companheira e descobre que ela está escondendo segredos que o farão querer matar mais de uma pessoa.
Será que ele pode superar seus sentimentos em relação a ter uma companheira, e uma tão mais jovem que ele? Será que sua companheira o quererá depois de já sentir a dor de sua rejeição não oficial? Será que ambos conseguirão deixar o passado para trás e seguir em frente juntos ou o destino terá planos diferentes e os manterá separados?
De Melhor Amigo a Noivo
Savannah Hart achava que tinha superado Dean Archer—até sua irmã, Chloe, anunciar que vai se casar com ele. O mesmo homem que Savannah nunca deixou de amar. O homem que a deixou de coração partido… e agora pertence à sua irmã.
Uma semana de casamento em New Hope. Uma mansão cheia de convidados. E uma madrinha de casamento muito amarga.
Para sobreviver a isso, Savannah leva um acompanhante—seu encantador e bem-apessoado melhor amigo, Roman Blackwood. O único homem que sempre esteve ao seu lado. Ele deve um favor a ela, e fingir ser seu noivo? Fácil.
Até que os beijos de mentira começam a parecer reais.
Agora Savannah está dividida entre manter a farsa… ou arriscar tudo pelo único homem por quem ela nunca deveria ter se apaixonado.
Segundas Chances
Quando o amor voltou. Eu estava grávida há 12 anos, mas desapareci da vida dele. À medida que minha filha cresce e se parece mais com ele, meu desejo aprofunda-se. Agora, em um baile de gala, eu o vejo inesperadamente novamente, agora como um CEO charmoso.
Amei Nicolas com todo meu coração por anos enquanto estávamos na faculdade, mas uma noite fiquei grávida, a única noite que não usamos proteção. Tive que fugir dele, ele tinha um futuro brilhante pela frente, ele tinha um negócio para o qual foi preparado desde criança. Eu não podia atrapalhar isso, não podia destruir suas esperanças e sonhos como a gravidez destruiria os meus, então tive que fugir e fugir para um lugar onde ele não me procuraria. Doze anos depois, sou enfermeira, o que não era meu sonho, mas colocava comida na mesa e isso era o que importava. Uma das minhas colegas me deu ingressos para um Baile de Natal e quem eu encontro? O amor da minha vida, o homem de quem fugi, o homem que minha filha se parece, e no braço dele, claro, estava a modelo mais bonita. Desde que o deixei, fiz questão de segui-lo nas redes sociais e nos jornais. Obviamente, usei outro nome nas redes sociais e ele sempre tinha uma modelo ao seu lado, sempre. A questão é que nenhuma delas se parecia comigo, o que me fez perceber que ele tinha me superado. Vê-lo na vida real e não apenas no meu celular ou nos jornais arrancou meu coração do peito, especialmente com a modelo ao seu lado.
Sr. Ryan
Ele se aproximou com uma expressão escura e faminta,
tão perto,
suas mãos alcançaram meu rosto, e ele pressionou seu corpo contra o meu.
Sua boca tomou a minha ansiosamente, um pouco rude.
Sua língua me deixou sem fôlego.
"Se você não vier comigo, vou te foder bem aqui", ele sussurrou.
Katherine manteve sua virgindade por anos, mesmo depois de completar 18 anos. Mas um dia, ela conheceu um homem extremamente sexual, Nathan Ryan, no clube. Ele tinha os olhos azuis mais sedutores que ela já viu, um queixo bem definido, cabelos quase loiros dourados, lábios cheios, perfeitamente desenhados, e o sorriso mais incrível, com dentes perfeitos e aquelas malditas covinhas. Incrivelmente sexy.
Ela e ele tiveram uma noite linda e quente...
Katherine pensou que talvez não encontrasse o homem novamente.
Mas o destino tem outro plano.
Katherine está prestes a assumir o cargo de assistente de um bilionário que possui uma das maiores empresas do país e é conhecido por ser um homem conquistador, autoritário e completamente irresistível. Ele é Nathan Ryan!
Será que Kate conseguirá resistir aos encantos deste homem atraente, poderoso e sedutor?
Leia para descobrir um relacionamento dilacerado entre a raiva e o desejo incontrolável pelo prazer.
Aviso: R18+, Apenas para leitores maduros.
Invisível Para Seu Bully
Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário
No meu aniversário, ele a levou de férias. No nosso aniversário de casamento, ele a trouxe para nossa casa e fez amor com ela na nossa cama...
De coração partido, eu o enganei para que assinasse os papéis do divórcio.
George permaneceu despreocupado, convencido de que eu nunca o deixaria.
Suas mentiras continuaram até o dia em que o divórcio foi finalizado. Joguei os papéis no rosto dele: "George Capulet, a partir deste momento, saia da minha vida!"
Só então o pânico inundou seus olhos enquanto ele implorava para eu ficar.
Quando suas ligações bombardearam meu telefone mais tarde naquela noite, não fui eu quem atendeu, mas meu novo namorado Julian.
"Você não sabe," Julian riu ao telefone, "que um ex-namorado decente deve ser tão quieto quanto um morto?"
George rangeu os dentes: "Coloque ela no telefone!"
"Receio que isso seja impossível."
Julian depositou um beijo gentil na minha forma adormecida aninhada contra ele. "Ela está exausta. Acabou de adormecer."
De Substituta a Rainha
De coração partido, Sable descobriu Darrell transando com a ex em sua cama, enquanto secretamente transferia centenas de milhares para sustentar aquela mulher.
Ainda pior foi ouvir Darrell rindo com seus amigos: "Ela é útil—obediente, não causa problemas, cuida da casa, e eu posso transar com ela sempre que precisar aliviar. Ela é basicamente uma empregada com benefícios." Ele fez gestos obscenos, fazendo seus amigos rirem.
Em desespero, Sable foi embora, recuperou sua verdadeira identidade e se casou com seu vizinho de infância—o Rei Lycan Caelan, nove anos mais velho e seu companheiro predestinado. Agora Darrell tenta desesperadamente reconquistá-la. Como será sua vingança?
De substituta a rainha—sua vingança está apenas começando!
Papas Alfa e Sua Inocente Pequena Empregada (18+)
“De quem foi o pau que te fez chorar mais alto esta noite?” A voz de Lucien era um rosnado baixo enquanto ele segurava meu queixo, forçando minha boca a se abrir.
“O seu,” eu ofeguei, minha voz destruída de tanto gritar. “Alpha, por favor—”
Os dedos de Silas se cravaram nos meus quadris enquanto ele voltava a me penetrar, de forma rude e implacável. “Mentirosa,” ele rosnou contra minha coluna. “Ela chorou no meu.”
“Devemos fazer ela provar?” Claude disse, seus dentes roçando minha garganta. “Amarre-a de novo. Deixe-a implorar com essa boca linda até decidirmos que ela merece nossos nós.”
Eu estava tremendo, molhada, usada—e tudo que eu conseguia fazer era gemer, “Sim, por favor. Me usem de novo.”
E eles usaram. Como sempre fazem. Como se não pudessem evitar. Como se eu pertencesse aos três.
Lilith costumava acreditar em lealdade. Em amor. Em sua alcateia.
Mas tudo foi arrancado dela.
Seu pai—o falecido Beta de Fangspire morreu. Sua mãe, de coração partido, bebeu acônito e nunca mais acordou.
E seu namorado? Ele encontrou sua companheira e deixou Lilith para trás sem olhar para trás.
Sem lobo e sozinha, com dívidas hospitalares se acumulando, Lilith entra no Ritual—a cerimônia onde mulheres oferecem seus corpos aos Alphas amaldiçoados em troca de ouro.
Lucien. Silas. Claude.
Três Alphas implacáveis, amaldiçoados pela Deusa da Lua. Se eles não marcarem sua companheira antes dos vinte e seis anos, seus lobos os destruirão.
Lilith deveria ser apenas um meio para um fim.
Mas algo mudou no momento em que eles a tocaram.
Agora eles a querem—marcada, arruinada, adorada.
E quanto mais a tomam, mais a desejam.
Três Alphas.
Uma garota sem lobo.
Sem destino. Apenas obsessão.
E quanto mais a provam,
Mais difícil é deixá-la ir.
O Cachorrinho do Príncipe Lycan
—
Quando Violet Hastings começa seu primeiro ano na Academia Starlight Shifters, ela só quer duas coisas—honrar o legado de sua mãe tornando-se uma curandeira habilidosa para sua alcateia e passar pela academia sem que ninguém a chame de esquisita por causa de sua estranha condição ocular.
As coisas tomam um rumo dramático quando ela descobre que Kylan, o arrogante herdeiro do trono Lycan que tem tornado sua vida miserável desde o momento em que se conheceram, é seu companheiro.
Kylan, conhecido por sua personalidade fria e maneiras cruéis, está longe de estar contente. Ele se recusa a aceitar Violet como sua companheira, mas também não quer rejeitá-la. Em vez disso, ele a vê como sua cachorrinha e está determinado a tornar a vida dela ainda mais um inferno.
Como se lidar com o tormento de Kylan não fosse suficiente, Violet começa a descobrir segredos sobre seu passado que mudam tudo o que ela pensava saber. De onde ela realmente vem? Qual é o segredo por trás de seus olhos? E será que toda a sua vida foi uma mentira?
Ascensão da Lobisomem Banida
Aquele rugido roubou meu décimo oitavo aniversário e despedaçou meu mundo. Minha primeira transformação deveria ter sido gloriosa—o sangue transformou a bênção em vergonha. Ao amanhecer, me chamaram de "amaldiçoada": expulsa pela minha alcateia, abandonada pela família, despojada da minha natureza. Meu pai não me defendeu—ele me enviou para uma ilha esquecida onde os párias sem lobos eram forjados em armas, forçados a matar uns aos outros até que apenas um pudesse sair.
Naquela ilha, aprendi os cantos mais sombrios da humanidade e como enterrar o terror nos ossos. Inúmeras vezes eu quis desistir—mergulhar nas ondas e nunca mais emergir—mas os rostos acusadores que assombravam meus sonhos me empurravam de volta para algo mais frio que a sobrevivência: vingança. Eu escapei, e por três anos me escondi entre os humanos, coletando segredos, aprendendo a me mover como uma sombra, afiando a paciência em precisão—me tornando uma lâmina.
Então, sob a lua cheia, toquei um estranho sangrando—e meu lobo retornou com uma violência que me fez inteira. Quem era ele? Por que ele pôde despertar o que eu pensava estar morto?
Uma coisa eu sei: agora é a hora.
Esperei três anos por isso. Vou fazer todos que me destruíram pagar—e recuperar tudo que foi roubado de mim.
O Amor Não Dito do CEO
Antes que eu pudesse responder, ele se aproximou, de repente pairando sobre mim, seu rosto a centímetros do meu. Senti minha respiração presa, meus lábios se abrindo em surpresa.
"Então este é o preço por falar mal de mim para os outros," ele murmurou, mordiscando meu lábio inferior antes de reivindicar minha boca em um beijo de verdade. Começou como punição, mas rapidamente se transformou em algo completamente diferente enquanto eu respondia, minha rigidez inicial derretendo em conformidade, depois em participação ativa.
Minha respiração acelerou, pequenos sons escapando da minha garganta enquanto ele explorava meu corpo. Seus toques eram tanto punição quanto prazer, provocando tremores em mim que eu pensava que ele sentia reverberando através de seu próprio corpo.
Minha camisola tinha subido, suas mãos descobrindo mais de mim a cada carícia. Estávamos ambos perdidos na sensação, o pensamento racional recuando a cada segundo que passava...
Três anos atrás, para cumprir o desejo de sua avó, fui obrigada a me casar com Derek Wells, o segundo filho da família que me adotou por dez anos. Ele não me amava, mas eu o amava secretamente todo esse tempo.
Agora, o casamento contratual de três anos está prestes a terminar, mas sinto que algum tipo de sentimento se desenvolveu entre Derek e eu que nenhum de nós está disposto a admitir. Não tenho certeza se meus sentimentos estão certos, mas sei que não podemos resistir um ao outro fisicamente...
Accardi
Os joelhos dela fraquejaram e, se não fosse pelo aperto dele em seu quadril, ela teria caído. Ele empurrou o joelho entre as coxas dela como um suporte secundário, caso decidisse que precisava das mãos para outra coisa.
"O que você quer?" ela perguntou.
Os lábios dele roçaram o pescoço dela e ela gemeu enquanto o prazer que os lábios dele proporcionavam se espalhava entre suas pernas.
"Seu nome," ele sussurrou. "Seu nome verdadeiro."
"Por que é importante?" ela perguntou, revelando pela primeira vez que a desconfiança dele estava correta.
Ele riu baixinho contra a clavícula dela. "Para eu saber que nome gritar quando gozar dentro de você de novo."
Genevieve perde uma aposta que não pode pagar. Em um compromisso, ela concorda em convencer qualquer homem que seu oponente escolher a ir para casa com ela naquela noite. O que ela não percebe, quando a amiga de sua irmã aponta o homem sombrio sentado sozinho no bar, é que aquele homem não vai se contentar com apenas uma noite com ela. Não, Matteo Accardi, Don de uma das maiores gangues de Nova York, não faz sexo casual. Não com ela, pelo menos.












