A Noiva Humana do Rei Lycan

A Noiva Humana do Rei Lycan

Anak Kost · Concluído · 215.7k Palavras

729
Popular
1.1k
Visualizações
51
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

Ela nunca deveria ter sobrevivido, e ainda assim se tornou a maior obsessão do Rei Lycan.

Layla acreditou ter entrado no mundo do último romance que leu depois de ser assassinada pelo próprio marido. Mas um segredo ainda maior a aguarda em um mundo governado por lobisomens, dragões e magia ancestral.

À medida que verdades ocultas começam a vir à tona, Layla percebe que nunca entrou em romance nenhum. Em vez disso, ela vem repetindo a mesma linha do tempo, uma e outra vez, por um único motivo — salvar alguém.

— Escravinha... — Ele inclinou levemente a cabeça, o olhar preso ao meu — o olhar mais perigoso que eu já tinha visto. — Você me odeia? — perguntou em voz baixa.

Meu corpo inteiro tremeu, mas, de algum jeito, minha boca se mexeu mais rápido do que meu cérebro.

— Sim. — A resposta escapou na hora. — Eu te odeio. — No instante em que as palavras saíram da minha boca, eu quis engoli-las de volta, mas já era tarde demais.

— Ah, é? — Um meio sorriso surgiu em seus lábios.

Meus olhos se arregalaram e, por um momento, eu realmente achei que estivesse imaginando coisas.

Mas não. O olhar dele continuou fixo no meu enquanto a mão se erguia e, com delicadeza, segurava meu rosto. Então, com os lábios a poucos centímetros dos meus, ele sussurrou:

— Bom, escravinha. — A voz dele era baixa e perigosamente suave. — Pelo menos o seu ódio me mantém dentro dos seus pensamentos.

Um arrepio desceu pela minha espinha.

— Me entretenha mais, minha escravinha. — Os olhos dele não saíram dos meus. — Me deixe ainda mais curioso. — A voz dele baixou ainda mais.

— Me negue.

— Me enfrente.

— Me odeie o quanto quiser.

Hmph!

Antes que eu pudesse sequer reagir, os lábios dele encontraram os meus de novo, e ele chupou meus lábios, me tratando de verdade como uma mulher barata com quem podia brincar sempre que bem entendesse.

Capítulo 1

Capítulo 1

Layla

As histórias antigas dizem que humanos e lobisomens um dia viveram como vizinhos, negociando através de fronteiras e construindo cidades juntos, aprendendo o suficiente da língua um do outro para se virar. Dois reinos mantidos de pé por algo que quase dava para chamar de confiança.

Então a ganância fez o que a ganância sempre faz, e a traição veio logo atrás. A guerra que se seguiu engoliu mais vidas de lobisomem do que alguém jamais conseguiu contar e, quando por fim se consumiu até virar cinza, o Rei Licano recorreu a uma magia antiga o bastante para desfazer a própria memória, apagando seu povo da história humana de forma tão completa que até os estudiosos se esqueceram de fazer perguntas. O que restou dos lobisomens se retirou para um continente que mapa nenhum jamais voltaria a mostrar, selado atrás de proteções que mão humana alguma conseguiria quebrar.

Essa era a forma da história no livro que eu segurava — um livro de bolso surrado que eu encontrara anos atrás, atrás de uma pilha de caixas no depósito da minha avó, aquele tipo de amor proibido entre uma mulher humana e um rei lobisomem que não deveria dar certo, mas que de algum jeito sempre dá nas páginas. A lombada tinha se partido em três lugares de tantas vezes que eu o abrira, e minhas mãos já não eram firmes o bastante para virar uma única página sem pegar duas de uma vez e perder o ponto. Mesmo assim, eu continuava lendo, apoiada em três travesseiros, porque ficar deitada fazia meus pulmões trabalharem mais do que eu podia me dar ao luxo.

Meu nome é Layla Luris.

O espelho em frente à minha cama de hospital tinha parado de ser gentil comigo semanas atrás. Meus ossos do rosto agora estavam perto demais da superfície, minha pele tinha a cor de algo que ficou tempo demais na água, e o pouco cabelo que me restava cabia dentro de uma mão fechada — com um pouco mais dele no travesseiro na maioria das manhãs do que havia na noite anterior.

O médico tinha me dado um número alguns dias antes — um mês, mais ou menos — com a mesma voz plana que usaria para me dizer que minha pressão estava um pouquinho alta. Eu não chorei quando ele disse. Eu tinha gastado as lágrimas que tinha em algum momento nos últimos meses, e o que ficou depois pareceu mais simples do que luto: eu queria ver meu marido de novo enquanto eu ainda parecesse comigo mesma o suficiente para isso importar.

Dois anos de casada, e apaixonada por ele desde os dezessete, jovem demais para entender o que aquela palavra acabaria me custando. Aos vinte e oito, tudo o que eu queria do tempo que me restava se resumia a uma boa tarde.

— Sra. Luris, a senhora tem certeza disso?

A voz de Dorothy saiu cuidadosa, do jeito que sempre saía comigo agora. Ela era minha enfermeira particular havia um tempo, tempo o bastante para eu parar de pensar nela como um arranjo temporário.

Ergui os olhos para ela e fiz minha boca trabalhar num sorriso.

— Estou bem, de verdade. Só estou com saudade dele. Quero ver o rosto dele quando abrir aquela porta e eu estiver simplesmente… ali. De pé, não presa numa cama de hospital.

Eu já conseguia imaginar: o meio segundo antes de ele me reconhecer, o jeito como os olhos dele sempre amoleciam logo depois.

— Como a senhora quiser, então — disse ela, e foi para trás da cadeira. As rodas começaram o zumbido familiar contra o piso de ladrilho.

Eu odiava aquela cadeira de um jeito específico, o tipo de ódio que você aprende a sentir por algo que antes era opcional. Dez passos não significavam nada para mim. Agora, no sexto, minha visão já começava a nadar nas bordas. Deixei que ela me empurrasse pelo corredor e observei uma estranha acompanhar meu ritmo na fileira de painéis espelhados ao longo da parede — sem olhar de verdade, apenas seguindo o contorno dela.

Minha mão encontrou minha própria bochecha sem que eu decidisse levá-la até lá.

E se este não for mais o rosto pelo qual ele se apaixonou?

Não a doença em si — nós já tínhamos conversado sobre coisas piores do que isso, lá atrás, quando nós dois ainda conseguíamos fingir que havia mais tempo do que realmente havia. O que me assustava era a aparência. Se o desejo sobrevive a um corpo mudando de forma sob as mãos de alguém. Se o “para sempre” algum dia tinha realmente levado em conta esta versão de mim.

A ideia se alojou sob minhas costelas até eu sacudi-la para fora com uma pequena e deliberada virada de cabeça. Não. Desmon Jones não abandona uma mulher por ficar doente. Ele me disse “para sempre” uma vez, em algum lugar que eu ainda conseguia visualizar com clareza, e ele quis dizer aquilo o suficiente para que eu ainda me lembrasse exatamente de como foi ouvir.

Quando voltei a perceber qualquer coisa, já estávamos no carro, Dorothy ao volante, a cidade passando em longas faixas cinza-douradas além da minha janela. Em algum momento, meus dedos tinham encontrado a barra da minha manga e não paravam de amassar o tecido entre eles.

A casa surgiu à vista, e eu vi o carro dele primeiro, atravessado na entrada do jeito que só ficava quando ele chegava depressa.

Ele estava em casa. Não no escritório.

Meus dedos se cravaram na costura do apoio de braço.

Duas semanas separados, e olha o estado em que eu estou.

Dorothy me conduziu pelas portas da frente de uma casa que nunca tinha parecido nada além de comum para mim, porque era nossa — porque o nome Luris tinha construído metade da ala por onde estávamos passando gerações antes de eu nascer. Tudo o que Desmon tinha, a placa na porta do escritório, o jeito como as pessoas se inclinavam um pouco quando ele falava em jantares, tinha chegado até ele através de mim. Eu nunca me importei em dar isso. Eu gostava de vê-lo vestir aquilo.

Mas o corredor estava quieto demais. Nenhum funcionário em sua ronda habitual, ninguém chamando uma saudação. Notei e deixei passar, porque minha atenção já tinha se estreitado até uma única porta no fim do corredor.

Nosso quarto, onde costumávamos adormecer ainda no meio de uma conversa.

— Dorothy, daqui eu me viro. Vai comer alguma coisa.

Esperei até os passos dela sumirem na curva do corredor, então me forcei a me erguer da cadeira. As mãos firmes nos apoios de braço. As pernas tremendo sob um peso que elas não sustentavam sozinhas havia semanas.

Eu não queria que ele me visse encolhida naquela cadeira, não por isso. Eu queria, só por uma tarde, parecer a mulher que esteve com ele no altar dois anos atrás.

Belisquei um pouco de cor nas bochechas, alisei o cabelo para trás e estendi a mão para a porta.

Eu a abri.

Amor… mais forte… você vai me quebrar…

Meu Deus, olha pra você. Na cama que você divide com a sua esposa. Você não tem vergonha na cara.

O chão inclinou meio centímetro sob meus pés antes que eu entendesse o motivo.

Eu conhecia aquela voz. Conhecia desde que tínhamos doze anos, dividindo um armário, contando uma à outra tudo o que importava.

Cassie.

Minha mão encontrou o batente. Era a única coisa que ainda me mantinha em pé.

— Não desperdiça saliva com uma mulher morrendo. Ela vai embora logo, e tudo o que ela tem passa pra mim no dia seguinte.

— Eu nem consigo mais olhar pra cara dela. Só de ouvir o nome dela me dá vontade de vomitar.

A voz de Desmon, tranquila, quase entediada, do jeito que você fala de uma tarefa que vem adiando.

Isso não é real. Acorda. Isso é um pesadelo e você vai acordar.

Meu aperto na maçaneta se fechou até os nós dos dedos ficarem brancos e continuarem assim.

Empurrei a porta para abri-la de vez.

— Ah!

Cassie se atrapalhou para puxar o lençol. A cabeça de Desmon virou num estalo para a porta; todo e qualquer vestígio de cor sumiu do rosto dele de uma vez.

Minha mão se fechou em torno do vaso sobre a mesinha lateral.

— Layla, que porra você está fazendo aqui? Você devia estar no hospital—

Ele já puxava o roupão para fechar, a voz presa em algum lugar entre pânico e acusação, como se eu fosse a errada ali.

Nem uma palavra de explicação. Só fúria por eu ter aparecido onde “não devia estar”, como se a cama do hospital fosse o meu lugar, morrendo em silêncio, convenientemente fora do caminho dele.

Cassie nem se dava ao trabalho de parecer arrependida. Um leve arco satisfeito se desenhava no canto da boca dela, como se estivesse esperando anos exatamente por aquele momento.

— Layla!

Eu não queria explicação. Não queria pedido de desculpas. Eu queria os dois fora dali.

Eu balancei o braço.

Ele pegou meu pulso sem nem se preparar e arrancou o vaso da minha mão como se não pesasse nada.

— Que porra é essa com você?! Não olha pra mim como se eu fosse o vilão aqui!

— Você se olhou ultimamente? Você fede a hospital. É nojento.

— Por que você não vai morrer lá de uma vez?

Alguma coisa no meu peito se partiu, limpa, ao meio. Eu fui no rosto dele com as unhas, gritando até não conseguir mais ouvir minha própria voz por causa do zumbido nos ouvidos.

— Como você ousa — como você ousa

— Aaa—!

— Eu vou te matar. Vou matar vocês dois—

— Aaa—!

Eu gritei até a garganta parecer esfolada, e Desmon, com quatro linhas finas de vermelho já subindo numa das bochechas, perdeu o pouco de contenção que ainda tinha.

O vaso desceu.

Uma luz branca explodiu na minha visão. O chão veio me encontrar antes que eu entendesse que estava caindo. Um calor se espalhando sob a minha cabeça antes que eu entendesse o que era.

Fiquei ali, encarando o teto do quarto em que eu costumava adormecer toda noite por dois anos e, pela primeira vez em mais tempo do que eu conseguia lembrar, eu chorei — silenciosa, inútil, o sangue se acumulando quente contra o meu couro cabeludo enquanto o quarto borrava e voltava nas bordas. Mordi o lábio com força suficiente para sentir gosto de cobre, me agarrando ao fio de consciência que me restava por pura teimosia.

Eu não quero morrer. Não assim.

Abri a boca para gritar de novo. Nada saiu. Minha voz já tinha ido embora, engolida em algum lugar na escuridão que se fechava de todos os lados.

A última coisa que eu vi, antes de o teto desaparecer por completo, foi o rosto de Desmon.

Ele estava sorrindo.

NÃO. Me deixa ir até eles—

NÃO—

Minha boca continuou se mexendo. Nada saiu. Meus olhos permaneceram abertos, secos e ardendo, forçando contra uma escuridão que já tinha decidido como aquilo terminava.

A morte venceu. É mais forte do que a raiva. Mais forte, até, do que o amor — o que teria sido a parte mais surpreendente para mim, se eu ainda tivesse tempo de me surpreender.

Naquele dia, meu marido me matou. O mesmo homem que, uma hora antes, estava na cama com a minha melhor amiga.

— Ah—!

Acordei arfando, as duas mãos voando para o peito como se eu pudesse segurar meu próprio coração inteiro à força. Ele disparava de um jeito que não parecia possível sobreviver.

Minha mão foi instintivamente até o couro cabeludo.

Não havia nada ali. Nenhum ferimento. Nenhum sangue.

“Foi um sonho”, soltei, num sopro longo e trêmulo, embora a lembrança do golpe permanecesse perfeitamente intacta atrás do meu esterno — o peso exato dele, o silêncio exato onde meu grito deveria ter estado.

Então eu realmente olhei ao redor, e a confusão se aguçou até virar algo mais próximo de alarme.

Aquilo não era o hospital. Também não era o meu quarto.

O cômodo à minha volta se erguia em madeira escura entalhada e luz morna de lamparina, com padrões correndo pelas paredes que eu não reconhecia e, de algum modo, ainda assim pareciam algo que eu já tinha visto antes, em alguma outra vida que eu não conseguia localizar.

Um espelho estava de pé ao lado da cama, numa moldura redonda e ornamentada. Virei-me para ele devagar, do jeito que a gente se aproxima de algo que pode morder.

O rosto que me encarava roubou o pouco ar que eu ainda tinha.

Mais jovem. Cor viva nas bochechas. Cabelo escuro caindo em ondas que eu não tinha desde antes de fazer vinte anos.

“Esse é — esse é o meu rosto. De antes.” Meus dedos foram até a própria mandíbula, conferindo-a contra o reflexo como se o vidro pudesse estar mentindo. “Meu cabelo, ele tá—”

“O que está acontecendo comigo agora?”

Eu me joguei para fora da cama antes que o pânico conseguisse se organizar num pensamento completo, e caí bem — nenhuma dor subindo pelos joelhos, nenhuma mancha preta lotando minha visão. Minhas pernas sustentaram meu peso do jeito que não sustentavam havia meses. Foi como, de uma vez, voltar a ter dezenove anos.

Toc. Toc. Toc.

Congelei no meio da respiração.

“Princesa Swan, o Alfa Hendry Gargan solicita uma audiência.”

As palavras levaram uns bons três segundos para significarem qualquer coisa.

Dei tapinhas leves nas próprias bochechas, testando se eu estava acordada do jeito que se testa o gelo antes de confiar o peso nele.

“Eu estou sonhando agora? Isso é real?”

Então a outra possibilidade chegou, mais fria e muito menos bem-vinda do que a primeira.

E se eu realmente morri lá atrás? E se isso for só o que vem depois?

Meus joelhos amoleceram, e eu agarrei a borda da cama bem a tempo de me manter em pé.

Então—

BAM.

A porta foi escancarada com força suficiente para fazer o batente tremer nas dobradiças.

“LAYLA SWAN! Você deixou a Nagia amarrada e congelando a noite inteira, e acha que eu simplesmente vou deixar isso passar?! Eu juro pela própria Deusa da Lua, eu vou acabar com você por causa disso.”

“Você, desculpa ingrata e miserável de ser humano.”

Eu não reconheci o homem parado na entrada. Bonito de um jeito que piorava tudo, porque os olhos acima daquele rosto ardiam com um ódio específico demais, pessoal demais, para pertencer a um estranho.

Eu encarei de volta, tentando acompanhar o que quer que aquilo fosse.

“Nagia. Layla Swan. Alfa Hendry Gargan.” Os nomes saíram da minha própria boca antes que eu entendesse por que já pareciam algo que me pertencia. “Por que eu conheço esses—”

A ficha caiu de uma vez só, fria, descendo reto pelo meu peito.

“Ah.”

“Não. Não, não, não.”

“Eu caí dentro do livro? Aquele que eu estava lendo quando morri?”

“O que está acontecendo aqui?!”

As palavras escaparam de mim antes que eu pudesse impedir, e tanto o Alfa quanto a mulher chorando ao lado dele se viraram para me encarar como se eu tivesse dito algo numa língua que não tinha o menor direito de existir.

A fúria dele não vacilou nem por um instante.

Se alguma coisa, queimou ainda mais.

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

A Casa dos Segredos

A Casa dos Segredos

1.9k Visualizações · Atualizando · Di Alcântara
Sinopse:

Após um acidente que a deixou sem memória, Julia acorda em um hospital com o marido Otto ao seu lado, mas algo parece fora de lugar. Julia não se lembra de nada sobre sua vida, nem mesmo de Otto, o homem que diz ser seu marido. Em uma tentativa de reconstruir sua vida, ela começa a lidar com as lembranças fragmentadas que começam a emergir lentamente, e cada nova memória traz consigo uma mistura de sentimentos conflitantes.

Otto, tentando manter a fachada de um marido dedicado, se dedica a cuidar dela, mas Julia sente que há algo estranho em sua presença. Ela começa a questionar a veracidade de sua relação, à medida que fragmentos de seu passado surgem com força. Memórias de uma vida antes do acidente começam a emergir, mas nenhuma delas parece completamente clara. Ela luta para entender o que aconteceu, o que é real e quem ela realmente é.

Enquanto tenta recuperar as peças de sua identidade, Julia se vê cada vez mais dividida entre o que Otto lhe diz e as sensações que suas memórias despertam. À medida que as recordações do passado voltam à tona, um relacionamento que parecia sólido se torna incerto e cheio de dúvidas. Será que a verdade sobre o que aconteceu com ela é algo que está sendo escondido?

Em meio à confusão emocional, Julia precisa aprender a confiar em si mesma e a navegar entre a dor da perda de memória e os sentimentos que começam a surgir com as lembranças que retornam. Mas a verdade está mais próxima do que ela imagina, e a recuperação de sua memória pode significar não apenas recuperar o que perdeu, mas também descobrir segredos que mudam tudo.
OS HERDEIROS  DO MONSTRO

OS HERDEIROS DO MONSTRO

3.9k Visualizações · Concluído · miss.sheilaaraujo
OS HERDEIROS DO MONSTRO

Mônica nunca imaginou que a vida a obrigaria a trocar os sonhos pela sobrevivência. Com o pai cadeirante, a mãe lutando contra um câncer e uma irmã de apenas cinco anos para cuidar, ela abandona os estudos e passa a vender balas no sinal para manter a família.

Quando a única esperança de salvar a mãe depende de uma cirurgia que ela jamais poderá pagar, Mônica bate à porta de Felipe, o temido dono do morro conhecido como Monstro. Ele aceita ajudá-la, mas cobra um preço que mudará suas vidas para sempre: um herdeiro.

Entre a dor, os sacrifícios e um contrato sem volta, Mônica descobrirá que algumas escolhas podem salvar uma vida... e transformar outras para sempre.
SURPRESAS DO DESTINO: NADA É POR ACASO

SURPRESAS DO DESTINO: NADA É POR ACASO

3.7k Visualizações · Atualizando · Eliana Pires
História de uma família que supera as dificuldades, enfrenta inimigos. O destino mostra que tudo está ligado, uni e separa, mostra que é a família real, quem são os inimigos. São cinco filhos, mas a história conta sobre Serena, Noah e Oliver. Serena, frustrada com sua vida amorosa, faz uma viagem de férias, onde salva o homem que muda o seu destino, a paixão dos dois foi ardente, forte, mas o destino quis separá-los, o mesmo destino uniu o casal e a família, na luta contra os inimigos. Noah que ajudou muito o casal encontrou nesse caminho a mulher de sua vida, com ela acreditava ter um casamento perfeito, uma família perfeita, mas o destino trouxe o passado dela de volta, trazendo dor, sofrimento e um luto de anos. Com o apoio da família Noah reencontra o amor, apesar do seu preconceito, acredita outra vez, salvando aquela que tornasse sua companheira, melhor amiga dos filhos e filha dos seus primeiros sogros. Nesse caminho, dessas lutas, Oliver, gêmeo de Noah, encontra um filho de coração, Pietro, cuja mãe passou por provações sozinha, tem medos e traumas de mais, medo de se entregar, nos braços de Oliver volta a acreditar no amor. Unidos com a família, acabam com os inimigos atuais e do passado. Uma família que luta e ama, entre intrigas, sonhos, lutas, brigas, o amor vence, novas gerações da família continuam o legado, vivendo com a força familiar.
A paixão secreta do CEO

A paixão secreta do CEO

74.7k Visualizações · Concluído · Anne Lake
Criada à sombra da irmã perfeita, Aneliese Moore aprendeu a esconder suas inseguranças atrás de piadas afiadas e um sorriso teimoso. Mas tudo começa a sair dos trilhos quando, quase por impulso, ela aceita cuidar dos três filhos de seu chefe por um fim de semana.

Alexander Reed Blake, viúvo, filho mais velho, Herdeiro e presidente da renomada Reed & Blake - Elevate Architecture, é conhecido por ser rígido, meticuloso e obcecado por controle - enquanto tenta manter a vida nos eixos com três filhos que desafiam qualquer babá. E claro com uma paixão Secreta por sua secretária que ja dura quase dois anos.

Aneliese só precisava sobreviver a três dias.
Três dias de armadilhas, gritos, crianças diabólicas... e um cachorro desaparecido.

O que ela não esperava era que aqueles dias fossem apenas o começo.
O começo do caos, das provocações, das descobertas...
E do colapso cuidadoso das muralhas que ela e Alexander levaram anos para construir.
Sua Rainha Alfa

Sua Rainha Alfa

4.5k Visualizações · Concluído · Kristen Hanshaw
Kataleya Frost vive em um mundo onde Fêmeas Alfa são consideradas um mito. Uma lenda. Kataleya sofreu um trauma intenso quando tinha 18 anos, o que afetou sua visão da vida. Ela costumava sonhar em um dia encontrar seu companheiro e ter o vínculo perfeito, semelhante ao que seus pais têm; no entanto, agora Kataleya não quer nada com ele. O irmão de Kataleya estava destinado a se tornar o próximo Alfa, mas decidiu que tinha outras aspirações e nomeou Kataleya como sua sucessora. Essa mudança fará com que ela tenha que alterar muitas coisas na hierarquia da alcateia e no que é considerado normal em uma alcateia. Seu pai sempre ensinou a ela e aos irmãos que o caminho para se tornar Alfa nunca seria fácil, mas será que Kataleya será aceita pelos membros de sua alcateia como a futura Alfa? Quando Kataleya encontrar seu companheiro, ele será capaz de mudar sua perspectiva sobre a vida e o vínculo de companheiro? Seu companheiro se tornará sua salvação ou sua ruína definitiva? O que acontece quando algo do seu passado volta para assombrá-la? Ela sucumbirá às suas memórias dolorosas ou será capaz de superá-las para salvar a si mesma e sua alcateia?
Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário

Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário

2.5m Visualizações · Concluído · Louisa
Desde o primeiro amor até os votos de casamento, George Capulet e eu éramos inseparáveis. Mas, no nosso sétimo ano de casamento, ele começou um caso com sua secretária.

No meu aniversário, ele a levou de férias. No nosso aniversário de casamento, ele a trouxe para nossa casa e fez amor com ela na nossa cama...

De coração partido, eu o enganei para que assinasse os papéis do divórcio.

George permaneceu despreocupado, convencido de que eu nunca o deixaria.

Suas mentiras continuaram até o dia em que o divórcio foi finalizado. Joguei os papéis no rosto dele: "George Capulet, a partir deste momento, saia da minha vida!"

Só então o pânico inundou seus olhos enquanto ele implorava para eu ficar.

Quando suas ligações bombardearam meu telefone mais tarde naquela noite, não fui eu quem atendeu, mas meu novo namorado Julian.

"Você não sabe," Julian riu ao telefone, "que um ex-namorado decente deve ser tão quieto quanto um morto?"

George rangeu os dentes: "Coloque ela no telefone!"

"Receio que isso seja impossível."

Julian depositou um beijo gentil na minha forma adormecida aninhada contra ele. "Ela está exausta. Acabou de adormecer."
O Homem da Vixen

O Homem da Vixen

4.9k Visualizações · Concluído · Gracia Bonifacio
Heather Williams era o exemplo perfeito de uma sedutora. Blake Acosta era um homem extremamente atraente que não acreditava em compromissos. Depois que sua namorada de longa data o traiu, ele adotou um novo lema na vida: "Nenhuma mulher é digna da minha lealdade, confiança e amor." Na primeira vez que se encontraram, já houve uma faísca entre eles. Uma faísca de antipatia mútua. Mas, devido a um evento inesperado, eles se encontrariam em uma situação que mudaria suas vidas para sempre. Será que um homem irresistivelmente atraente pode domar uma mulher incontrolável, mas sedutora? Será que uma sedutora pode mudar os modos de um mulherengo? Prepare-se para um romance selvagem e ardente entre uma sedutora sensual e um mulherengo deslumbrante, mas implacável.
CHAMADA CRUZADA

CHAMADA CRUZADA

1.5k Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Um número discado errado, um novo destino traçado um amor que nasceu apenas pelo tom de voz , duas vidas uma ligação que mudou toda uma história. o caminho pode ser cruzado de diversas formas . Quando tem que ser será .

Mais uma obra feita por mim, espero que gostem.
Um beijo Nat.
O Alfa Perdido do Mundo das Bruxas

O Alfa Perdido do Mundo das Bruxas

1.9k Visualizações · Concluído · HunnieBahm
Hunnie Inzotta.

Uma bruxa ousada e linda, que também é enfermeira no mundo humano, tem um perseguidor peludo.

Um lobo, que continua a observá-la na floresta enquanto ela pratica sua magia.

Esse lobo a admira e até quer ser levado para casa. Ele se dá ao trabalho de se machucar para que Hunnie não possa sair da floresta sem ele hoje.

Mal sabia ela... ele queria sua companheira e queria que sua magia quebrasse um selo que o prendeu em sua forma de lobo!

Um Rei Lobo-Demônio, BAHM!!

"Fechei os olhos para voltar a dormir depois que tudo se acalmou. O que exatamente aconteceu a seguir, provavelmente me assombrará para sempre.

Abri os olhos quando senti suas garras se alongarem e arranharem minha calcinha.

A brisa da minha janela bateu nos meus pelos expostos por um curto período de tempo, antes que Wolfy enfiasse seu nariz profundamente sob minha perna, jogando-a sobre sua cabeça e lançando sua língua contra meu tecido agora rasgado."

Por que esse homem também quer marcá-la?

Ela não pode permitir isso! Ela tem que rejeitar essa criatura e viver sua vida.

Seu coven nunca aceitaria o fato de que ela transformou um lobo em homem e ele se tornou seu companheiro! Afinal, seu próprio coven a rejeitou por praticar magia negra. Então ela definitivamente não pode causar mais problemas.

Mergulhe na série quente e ardente de Witchy World!
A Noite Antes de Eu Conhecê-lo

A Noite Antes de Eu Conhecê-lo

1.1m Visualizações · Atualizando · bjin09036
deixar um estranho me destruir em um quarto de hotel.

Dois dias depois, entrei no meu estágio e o encontrei sentado atrás da mesa do CEO.

Agora eu busco café para o homem que me fez gemer, e ele age como se eu fosse a pessoa que ultrapassou os limites.


Tudo começou com um desafio. Terminou com o único homem que ela nunca deveria desejar.

June Alexander não planejava dormir com um estranho. Mas na noite em que comemora conseguir o estágio dos seus sonhos, um desafio ousado a leva para os braços de um homem misterioso. Ele é intenso, quieto e inesquecível.

Ela achou que nunca mais o veria.
Até que entra no seu primeiro dia de trabalho—
E descobre que ele é seu novo chefe.
O CEO.

Agora June tem que trabalhar sob o comando do homem com quem compartilhou uma noite imprudente. Hermes Grande é poderoso, frio e completamente proibido. Mas a tensão entre eles não desaparece.

Quanto mais próximos ficam, mais difícil se torna manter seu coração e seus segredos a salvo.
Dominada pelo Consigliere

Dominada pelo Consigliere

8.1k Visualizações · Concluído · Edilaine Cargnin Beckert
Eu não pedi para que se casasse comigo, vá embora e me deixe em paz!“ — Maria Eduarda disse pausadamente, enquanto segurava uma arma debaixo da mesa da cozinha.
Ela levantou virando as costas, soltando o ar com força comprimindo os lábios, apertando o objeto que estava prestes a engatilhado.
Maria Eduarda havia o rejeitado há quatro anos, só que agora, Maicon havia sido aquele escolhido para casar com ela, que tentava dia após dia, fazê-lo se arrepender, sem sucesso.
“Deixá-la agora seria desperdício, não me desfaço de nada que possuo, fique ciente!“ — ele a puxou de repente, fazendo com que a arma ficasse pendurada na ponta de seus dedos.
“Pra me possuir vai precisar de muito mais do que ter o meu corpo..." — sussurrou enquanto se sentia ser desarmada com facilidade por ele.
“Isso é o que vamos ver... até o diavolo tem medo de mim, italiana!"
As Mentiras Que Herdamos

As Mentiras Que Herdamos

2.7k Visualizações · Concluído · Olivia Draven
Hazel Monroe sempre acreditou que sua mãe havia fugido de Manhattan para enterrar um passado doloroso.
Mas a morte de Olivia não enterrou nada. Ela abriu uma porta.
Tudo começa com uma fotografia antiga. A partir dela, Hazel descobre que sua mãe não era apenas uma mulher em fuga. Olivia esteve envolvida em uma rede de denúncias contra uma das famílias mais poderosas de Manhattan, acusada de encobrir um incêndio que matou crianças, desaparecimentos suspeitos e adoções ilegais.
E o herdeiro dessa família é Ethan Calloway.
Frio, controlador e habituado a manter segredos enterrados, Ethan é exatamente o tipo de homem que Hazel deveria odiar. E, por tudo o que sua família representa, ela deveria mantê-lo longe.
Mas a atração entre os dois é tão intensa quanto as mentiras que cercam o passado de Olivia.
Enquanto investigam juntos cartas, testemunhas e documentos esquecidos, Hazel começa a perceber que sua mãe não foi apenas vítima. Ela foi uma das poucas pessoas que tentaram enfrentar homens poderosos para salvar inocentes. E que pagou um preço alto por isso.
Agora, Hazel precisa descobrir quem Olivia realmente foi antes que aqueles que destruíram sua mãe decidam que ela também sabe demais.
Mas há uma pergunta que a persegue mais do que qualquer outra.
Ethan é cúmplice das mentiras da família ou também foi vítima delas?
E a resposta pode ser ainda mais perigosa do que qualquer verdade que Hazel está procurando.