Donati

Donati

Allison Franklin · Atualizando · 183.2k Palavras

675
Popular
71k
Visualizações
2k
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

O primeiro beijo dela... e tinha gosto de sangue.

Frankie Donati não é um homem bom. Ele não fica derretido. O coração dele não dispara. Ele não se apaixona. Ele usa, toma, conquista e descarta. Simples assim. Até deixar de ser. Tem uma garota nova no clube. Ela é jovem, linda e parece que saberia usar aquele bisturi pra fazer muito mais do que aliviar as pálpebras inchadas de um lutador. E acha que consegue se esconder dele.

Gloria Rubanov está fugindo. Quando o homem a quem ela foi prometida ainda criança vem cobrá-la, a mãe faz a única coisa em que consegue pensar: pede a um amigo pra esconder a filha no meio da família mafiosa mais perigosa do país, os Accardi. Mas, com os Accardi atolados numa guerra própria, é só uma questão de tempo até o noivo dela descobrir onde ela está… e vir buscá-la de volta.

Quando um encontro casual em uma situação comprometedora vira obsessão, só existe uma maneira de Frankie Donati deixar outro homem ficar com o que é dele: vão ter que arrancá-la de suas mãos frias. Mortas.

Capítulo 1

**** Tempo Presente ****

Gloria não conseguia entender direito o que tinha acordado ela. Olhou para o relógio e viu que eram três da manhã, o que era estranho, porque normalmente só acordava pra ir ao banheiro lá pelas cinco. Mas, depois que viu a hora, percebeu o buraco na parede. Ficou olhando para o buraco perfeitamente redondo de onde estava, paralisada na cama. Precisou de toda a força de vontade que tinha pra conseguir se sentar. Levou mais alguns minutos de “reinicialização” até juntar coragem suficiente pra pôr primeiro a ponta dos pés no chão, depois o calcanhar. Caminhou até o buraco e passou os dedos por cima. Tirou a mão de lá quando se deu conta do que era: um buraco de bala.

Ela se virou na direção da janela. Os pelos dos braços se arrepiaram enquanto ela caminhava devagar até o vidro estilhaçado. O coração disparou, como se quisesse escapar da caixa torácica. Ela tentou analisar de onde o tiro poderia ter vindo, e o único palpite era o posto de guarda a uns 100 metros dali, onde o brilho da lua era engolido pela escuridão da floresta densa que cercava a prisão em que ela estava. Notou algo no meio das sombras daquela floresta: um pequeno brilho, como a faísca minúscula de uma chama. A chama se apagou e, um segundo depois, uma explosão sacudiu a linha das árvores.

Gloria gritou e se jogou no chão quando a onda de choque da explosão chacoalhou a casa e terminou de estilhaçar o que restava da janela. Cacos de vidro cortaram seus braços e pernas ali onde ela se encolheu, como se aquelas paredes finas pudessem protegê‑la. De repente, o complexo onde ela estava havia um mês explodiu em caos. Sirenes começaram a uivar e luzes mais fortes que as de um estádio de futebol iluminaram cada ângulo possível do pátio e da casa.

Nem cinco segundos depois, uma segunda explosão fez tremer a estrutura da casa. Todas as luzes e sons foram cortados na mesma hora. Um silêncio assustador invadiu o quarto, quebrado apenas pelas respirações curtas e secas de Gloria. O chiado de rádios começou a se misturar ao som de passos na grama, logo abaixo da janela. Ela se ergueu com cuidado para espiar por cima do parapeito e viu um grupo de seis homens se espalhando pelo campo aberto na direção da primeira explosão. Um tiro estrondoso ecoou do outro lado do terreno e um dos homens caiu. Os outros, que estavam em formação, congelaram e apontaram as armas para o posto de guarda.

— Atirador! — um deles gritou um segundo antes que o tiro seguinte atravessasse o espaço e ele caísse para trás.

Os quatro homens restantes recuaram na direção da casa, e Gloria observou, impotente, enquanto mais quatro balas de grosso calibre rasgavam o ar da noite, que até então tinha sido tranquila. Ela ficou chocada ao olhar para baixo e ver os seis corpos abatidos pelo atirador invisível. A porta do quarto se abriu atrás dela. Gloria girou sobre a ponta dos pés e viu Aleksandr entrar na sala em passos firmes.

Ele fez um gesto com o braço para que ela se abaixasse.

— Que diabos você tá fazendo? — ele perguntou, agachado, enquanto vinha na direção dela. — Abaixa, senão você vai...

O sétimo disparo soou. Ela ouviu o tiro antes de a bala perfurar o peitoril da janela, a uns cinco centímetros da cabeça dela, em uma trajetória descendente que acertou em cheio bem no meio da testa de Aleksandr. Ele desabou de cara no chão, a poucos metros dela. Gloria continuou na ponta dos pés, paralisada pelo que acabara de testemunhar. Esperou o próximo tiro. Esperou sentir a bala atravessar a parte de trás do seu crânio.

Gloria não sabia quanto tempo ficou agachada ali, embaixo da janela. Podiam ter sido cinco minutos ou vinte. O tempo que fosse, tinha sido suficiente pra fazer os músculos de suas panturrilhas travarem e queimarem de dor. Então ela ouviu a próxima sequência de tiros… e dessa vez vinham de ao lado da casa, bem abaixo da janela. Ela se lançou pra frente, por cima do corpo de Aleksandr, em direção à cama.

O vidro se quebrou e a madeira estourou enquanto homens gritavam que o invasor tinha entrado na casa. Os tiros continuaram ricocheteando pelas paredes, subindo até o teto. Ela só estava ali havia um mês e não tinha tido muita liberdade pra explorar. Mesmo assim, conseguia acompanhar o movimento do invasor enquanto ele — ou ela — avançava pelos cômodos. Louças se espatifaram e panelas bateram quando passaram pela cozinha. Homens gritavam e uma metralhadora disparou enquanto avançavam pelo corredor do térreo. Quadros caíam e peças de porcelana valiosíssimas despencavam e rolavam escada abaixo.

Gloria precisava pensar. Estava dolorosamente claro quem era o alvo daquela pessoa. Sergei estava fora da cidade. Ela não via ele fazia mais de uma semana. Aquela casa ficava no meio do mato em Illinois, com o vizinho mais próximo a quase dez milhas dali, no fim de uma estrada de cascalho coberta por árvores. Não havia como confundir o alvo daquela pessoa: era ela.

Ela olhou em volta do quarto, tentando pela centésima vez desde que chegara pensar no que poderia servir como uma boa arma. Pegou a cadeira de madeira da penteadeira. Segurando pela parte de cima do encosto, levantou a cadeira acima da cabeça e a jogou de volta no chão com toda a força. Duas pernas se partiram com um estalo seco. Arfando, ela olhou para o espelho da penteadeira. A camisola já estava coberta de sangue, vindo dos cortes nos braços e nas pernas. A trança tinha se desfeito, libertando o cabelo em volta do rosto, corado de medo e excitação. Ela soprou o cabelo para fora do rosto e então arremessou a cadeira contra o espelho. Lascaços de vidro do tamanho do seu braço se soltaram e caíram sobre o tampo.

Gloria ficou imóvel ao perceber que os sons ao redor tinham cessado. Então uma tábua do assoalho rangeu no corredor. Tiros voltaram a preencher o ar e Gloria agarrou as duas pernas de cadeira e um punhado de cacos de vidro antes de correr em direção ao armário. Os tiros pararam e ela ouviu alguém praguejar. Houve uma provocação murmurada e uma resposta fraca antes de o som virar carne contra carne. Alguém grunhiu ao ser arremessado contra a parede. Houve um silvo, um gemido e um grito. Então a porta do quarto dela foi arrombada para dentro.

Gloria espiou pelas frestas do armário. Havia dois homens lutando no chão, em frente à cama. Um vestia terno, rasgado nas bordas. O fone tinha caído do ouvido e ele sangrava pela cabeça: um dos homens de Sergei. O outro, o que estava por baixo e aparentemente em desvantagem, vestia preto dos pés à cabeça, com uma balaclava cobrindo o rosto. Usava equipamento tático, com muitos dos bolsos vazios, como se tivesse usado tudo do seu arsenal para chegar até ali. Ela viu um brilho prateado e percebeu que o homem de Sergei estava com uma faca, tentando cravá‑la no invasor.

— Foda‑se. Isso — rosnou o invasor.

O invasor soltou a pegada, permitindo que o homem de Sergei fincasse a faca em seu peito. Ele grunhiu com o impacto da lâmina. O segurança sorriu, vitorioso, enquanto pressionava todo o peso contra o cabo. Então seu rosto congelou no exato momento em que um tiro abafado destruiu sua vitória. O homem de Sergei tombou de lado. O invasor empurrou, fazendo o segurança despencar ao lado dele com um baque surdo.

— Trinta e dois — gemeu o homem, sem fôlego, deixando a cabeça desabar de volta no chão.

Ela observou o invasor se recompor de sua posição escondida. Ele ficou ali no chão por alguns minutos, como se estivesse recuperando o fôlego. Então a mão dele subiu, agarrou o punho do punhal e o arrancou do próprio peito com um grunhido. Levantou a lâmina no ar para inspecioná‑la. Em seguida, fez um som de aprovação antes de enfiá‑la em um dos bolsos vazios.

Ele se ergueu até ficar sentado, soltando um grito primal, rouco, bem marcado. Sacudiu a cabeça e levou a mão até ela. Olhou ao redor, e ela percebeu que as partes do rosto não cobertas pela balaclava estavam pintadas de preto. Ele se apoiou na lateral da cama dela e se puxou até ficar de pé de vez. Esticou o corpo para trás até a coluna estalar, depois de um lado para o outro, antes de se sacudir como um cachorro. O corpo dele enrijeceu e a cabeça se inclinou de leve antes de os olhos se voltarem para o armário. Gloria engasgou num suspiro e apertou o vidro com mais força na mão até que ele cortasse a palma e os dedos.

— Olá, raposinha — murmurou o invasor, em tom de carinho debochado.

Gloria cambaleou para trás quando as palavras dele revelaram sua identidade. Ele caminhou até o armário, um passo lento de cada vez. A cada passo, ela se enfiava mais para dentro do que via como segurança. Ele avançou de repente, agarrou as duas maçanetas e escancarou as portas. Ela não pensou, apenas reagiu.

Ela cravou o vidro à frente, rasgando a bochecha dele enquanto descia uma das pernas da cadeira com a outra mão. O vidro deslizou com facilidade pela pele do rosto dele um segundo antes de a perna se estilhaçar contra a lateral de sua cabeça. Ele cambaleou um passo, o branco dos olhos escancarado de choque com a reação dela. Tocou a própria bochecha com a ponta dos dedos e olhou para o sangue que começava a encharcar as luvas. Ela não podia ver a boca dele por causa da máscara, mas conseguia ver o estreitar dos olhos e as rugas se formando na testa. Os olhos escuros voltaram a se fixar nela num estalo. Ela arfou quando a mão dele disparou e agarrou sua garganta. Gloria gritou quando foi arrancada de dentro do armário e jogada contra a parede ao lado. As pontas dos pés dela mal roçaram o chão. A visão nas bordas embaçou e escureceu enquanto a mão dele apertava a traqueia. Aqueles olhos negros, que antes a fascinavam tanto, agora ameaçavam esfaqueá‑la viva só pelo ódio que carregavam.

— Por favor — ela arfou. A mão dele pulsou, cortando seu ar completamente por um instante e fazendo seus olhos saltarem. — Por favor, Frankie, para.

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado

Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado

1.3m Visualizações · Concluído · Night Owl
"Nenhuma mulher sai viva da cama dele."
"Mas eu vou sobreviver."
Eu sussurrei isso para a lua, para as correntes, para mim mesma—até acreditar.
Dizem que o Rei Alfa Maximus é um monstro — muito grande, muito brutal, muito amaldiçoado. Sua cama é uma sentença de morte, e nenhuma mulher jamais saiu dela viva. Então por que ele me escolheu?
A ômega gorda e indesejada. Aquela que minha própria matilha ofereceu como lixo. Uma noite com o Rei impiedoso deveria acabar comigo. Em vez disso, me arruinou. Agora eu anseio pelo homem que toma sem piedade. Seu toque queima. Sua voz comanda. Seu corpo destrói. E eu continuo voltando para mais. Mas Maximus não ama. Ele não tem companheiras. Ele toma. Ele possui. E ele nunca fica.
"Antes que minha besta me consuma completamente—preciso de um filho para ocupar o trono."
Pena para ele… Eu não sou a garota fraca e patética que eles jogaram fora. Sou algo muito mais perigoso — a única mulher que pode quebrar sua maldição… ou destruir seu reino.
A Pequena Companheira de Alfa Nicholas

A Pequena Companheira de Alfa Nicholas

2.4m Visualizações · Atualizando · Becky j
"Companheiro está aqui!"
O quê? Não—espera... oh Deusa da Lua, não.
Por favor, diga que você está brincando, Lex.
Mas ela não está. Eu posso sentir sua excitação borbulhando sob minha pele, enquanto tudo que sinto é pavor.
Viramos a esquina, e o cheiro me atinge como um soco no peito—canela e algo impossivelmente quente. Meus olhos percorrem a sala até pousarem nele. Alto. Imponente. Lindo.
E então, tão rapidamente... ele me vê.
Sua expressão se contorce.
"Que droga, não."
Ele se vira—e corre.
Meu companheiro me vê e corre.

Bonnie passou toda a sua vida sendo destruída e abusada pelas pessoas mais próximas a ela, incluindo sua própria irmã gêmea. Junto com sua melhor amiga Lilly, que também vive um inferno, elas planejam fugir enquanto participam do maior baile do ano, que está sendo organizado por outra alcateia. Mas as coisas não saem como planejado, deixando as duas garotas se sentindo perdidas e incertas sobre seus futuros.

O Alpha Nicholas tem 28 anos, está sem companheira e não tem planos de mudar isso. Este ano é sua vez de organizar o Baile da Lua Azul, e a última coisa que ele espera é encontrar sua companheira. O que ele espera ainda menos é que sua companheira seja 10 anos mais jovem que ele e como seu corpo reage a ela. Enquanto ele tenta se recusar a reconhecer que encontrou sua companheira, seu mundo vira de cabeça para baixo depois que os guardas capturam duas lobas correndo por suas terras.

Quando elas são trazidas até ele, ele se vê novamente diante de sua companheira e descobre que ela está escondendo segredos que o farão querer matar mais de uma pessoa.
Será que ele pode superar seus sentimentos em relação a ter uma companheira, e uma tão mais jovem que ele? Será que sua companheira o quererá depois de já sentir a dor de sua rejeição não oficial? Será que ambos conseguirão deixar o passado para trás e seguir em frente juntos ou o destino terá planos diferentes e os manterá separados?
A Esposa Contratual do CEO

A Esposa Contratual do CEO

1.5m Visualizações · Atualizando · Gregory Ellington
O mundo de Olivia Morgan vira de cabeça para baixo quando ela pega seu namorado a traindo com sua amiga. Devastada e afundada em dívidas, ela é empurrada para um acordo improvável com Alexander Carter, o frio e calculista CEO da Carter Enterprises. Em troca de um casamento de conveniência de um ano, Olivia recebe o dinheiro que desesperadamente precisa—e uma promoção que nunca esperava. Mas à medida que o relacionamento falso deles confunde as linhas entre negócios e prazer, Olivia se vê dividida entre o homem que lhe oferece tudo e o rival de negócios que quer seu coração. Em um mundo onde a traição está a um passo de distância e o desejo arde intensamente, Olivia deve navegar por suas emoções, sua carreira e um jogo perigoso de poder, paixão e segredos. Será que ela conseguirá manter seu coração protegido enquanto se aprofunda na teia de luxúria e amor de um bilionário? Ou o coração frio de Alexander derreterá no calor da química inegável entre eles?
A Esposa Muda do Mulherengo

A Esposa Muda do Mulherengo

1.1m Visualizações · Concluído · faithogbonna999
"Não há nada de errado em quebrar as pernas dela para mantê-la. Ou acorrentá-la à cama. Ela é minha."
Ela estava em busca de liberdade. Ele lhe deu obsessão, envolta em ternura.
Genesis Caldwell pensou que escapar de um lar abusivo significava salvação — mas seu casamento arranjado com o bilionário Kieran Blackwood pode ser um tipo diferente de prisão.
Ele é possessivo, controlador, perigoso. No entanto, à sua maneira quebrada... ele é gentil com ela.
Para Kieran, Genesis não é apenas uma esposa. Ela é tudo.
E ele protegerá o que é dele. Mesmo que isso signifique destruir todo o resto.
A Noite Antes de Eu Conhecê-lo

A Noite Antes de Eu Conhecê-lo

724.5k Visualizações · Atualizando · bjin09036
deixar um estranho me destruir em um quarto de hotel.

Dois dias depois, entrei no meu estágio e o encontrei sentado atrás da mesa do CEO.

Agora eu busco café para o homem que me fez gemer, e ele age como se eu fosse a pessoa que ultrapassou os limites.


Tudo começou com um desafio. Terminou com o único homem que ela nunca deveria desejar.

June Alexander não planejava dormir com um estranho. Mas na noite em que comemora conseguir o estágio dos seus sonhos, um desafio ousado a leva para os braços de um homem misterioso. Ele é intenso, quieto e inesquecível.

Ela achou que nunca mais o veria.
Até que entra no seu primeiro dia de trabalho—
E descobre que ele é seu novo chefe.
O CEO.

Agora June tem que trabalhar sob o comando do homem com quem compartilhou uma noite imprudente. Hermes Grande é poderoso, frio e completamente proibido. Mas a tensão entre eles não desaparece.

Quanto mais próximos ficam, mais difícil se torna manter seu coração e seus segredos a salvo.
Accardi

Accardi

1.6m Visualizações · Concluído · Allison Franklin
Ele abaixou os lábios até o ouvido dela. "Vai ter um custo," ele sussurrou antes de puxar o lóbulo da orelha dela com os dentes.
Os joelhos dela fraquejaram e, se não fosse pelo aperto dele em seu quadril, ela teria caído. Ele empurrou o joelho entre as coxas dela como um suporte secundário, caso decidisse que precisava das mãos para outra coisa.
"O que você quer?" ela perguntou.
Os lábios dele roçaram o pescoço dela e ela gemeu enquanto o prazer que os lábios dele proporcionavam se espalhava entre suas pernas.
"Seu nome," ele sussurrou. "Seu nome verdadeiro."
"Por que é importante?" ela perguntou, revelando pela primeira vez que a desconfiança dele estava correta.
Ele riu baixinho contra a clavícula dela. "Para eu saber que nome gritar quando gozar dentro de você de novo."


Genevieve perde uma aposta que não pode pagar. Em um compromisso, ela concorda em convencer qualquer homem que seu oponente escolher a ir para casa com ela naquela noite. O que ela não percebe, quando a amiga de sua irmã aponta o homem sombrio sentado sozinho no bar, é que aquele homem não vai se contentar com apenas uma noite com ela. Não, Matteo Accardi, Don de uma das maiores gangues de Nova York, não faz sexo casual. Não com ela, pelo menos.
O Arrependimento do CEO: Os Gêmeos Secretos de Sua Esposa Perdida

O Arrependimento do CEO: Os Gêmeos Secretos de Sua Esposa Perdida

813.9k Visualizações · Concluído · Amelia Rivers
Ela é a filha da governanta. Ele é o bilionário mais frio de Manhattan. Um drink drogado muda tudo.

Aria Taylor acorda na cama de Blake Morgan, acusada de seduzi-lo. Sua punição? Um contrato de casamento de cinco anos—sua esposa no papel, sua serva na realidade. Enquanto Blake ostenta seu verdadeiro amor Emma nos galas de Manhattan, Aria paga as contas médicas de seu pai com sua dignidade.

Três anos de humilhação. Três anos sendo chamada de filha de assassino—porque o carro de seu pai "acidentalmente" matou um homem poderoso, deixando-o em coma e destruindo sua família.

Agora Aria está grávida do filho de Blake. O bebê que ele jurou que nunca iria querer.

Alguém quer vê-la morta. Trancaram-na em um freezer, sabotaram cada passo seu. É porque seu pai está acordando? Porque alguém está aterrorizado com o que ele pode lembrar?

Sua própria mãe tenta desligar os aparelhos dele. A perfeita Emma de Blake não é quem finge ser. E aquelas memórias que Aria tem de salvar Blake de um incêndio? Todos dizem que são impossíveis.

Mas não são.

À medida que os ataques aumentam, Aria descobre a traição definitiva: A mulher que a criou pode não ser sua verdadeira mãe. O acidente que destruiu sua vida pode ter sido assassinato. E Blake—o homem que a trata como propriedade—pode ser sua única salvação.

Quando seu pai acordar, que segredos ele revelará? Blake descobrirá que sua esposa carrega seu herdeiro antes que alguém a mate? E quando ele souber quem realmente o salvou, quem realmente o drogou, e quem está caçando sua esposa—sua vingança se tornará a redenção dela?
O Remédio da Meia-Noite do CEO

O Remédio da Meia-Noite do CEO

964.3k Visualizações · Concluído · CalebWhite
Eles pensaram que poderiam me destruir. Eles estavam errados.

Meu nome é Aria Harper, e acabei de pegar meu noivo Ethan transando com minha meia-irmã Scarlett na nossa cama. Enquanto meu mundo desmoronava, eles estavam planejando roubar tudo—minha herança, o legado da minha mãe, até mesmo a empresa que deveria ser minha.

Mas eu não sou a garota ingênua que eles pensam que eu sou.

Entra Devon Kane—onze anos mais velho, perigosamente poderoso, e exatamente a arma que eu preciso. Um mês. Um acordo secreto. Usar sua influência para salvar minha empresa enquanto descubro a verdade sobre a "morte" da minha mãe Elizabeth e a fortuna que eles roubaram de mim.

O plano era simples: fingir meu noivado, seduzir informações dos meus inimigos e sair limpa.

O que eu não esperava? Esse bilionário insone que só consegue dormir quando estou em seus braços. O que ele não esperava? Que seu arranjo conveniente se tornaria sua obsessão.

À luz do dia, ele é um mestre da indiferença—seu olhar deslizando por mim como se eu não existisse. Mas quando a escuridão cai, ele está levantando meu vestido de renda, suas mãos reivindicando meus seios através do material transparente, sua boca encontrando a pequena pinta na minha clavícula.

"Isso mesmo," ele sussurra contra minha pele, voz tensa e rouca. "Deus, você é incrível."

Agora as linhas estão borradas, as apostas são mais altas, e todos que me traíram estão prestes a aprender o que acontece quando subestimam Aria Harper.

Vingança nunca foi tão boa.
A Pulsação Proibida

A Pulsação Proibida

460.9k Visualizações · Concluído · Riley
Dizem que sua vida pode mudar num piscar de olhos.
A minha mudou no tempo que levou para abrir uma porta.
Atrás dela: meu noivo Nicholas com outra mulher.
Três meses até nosso casamento. Três segundos para ver tudo desmoronar.
Eu deveria ter fugido. Deveria ter gritado. Deveria ter feito qualquer coisa, exceto ficar ali como uma idiota.
Em vez disso, ouvi o próprio diabo sussurrar no meu ouvido:
"Se você quiser, eu posso me casar com você."
Daniel. O irmão sobre quem fui avisada. Aquele que fazia Nicholas parecer um coroinha.
Ele se encostou na parede, observando meu mundo implodir.
Meu pulso disparou. "O quê?"
"Você me ouviu." Seus olhos queimaram nos meus. "Case comigo, Emma."
Mas enquanto eu olhava para aqueles olhos magnéticos, percebi algo aterrador:
Eu queria dizer sim para ele.
Que comece o jogo.
Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário

Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário

2.1m Visualizações · Atualizando · Louisa
Desde o primeiro amor até os votos de casamento, George Capulet e eu éramos inseparáveis. Mas, no nosso sétimo ano de casamento, ele começou um caso com sua secretária.

No meu aniversário, ele a levou de férias. No nosso aniversário de casamento, ele a trouxe para nossa casa e fez amor com ela na nossa cama...

De coração partido, eu o enganei para que assinasse os papéis do divórcio.

George permaneceu despreocupado, convencido de que eu nunca o deixaria.

Suas mentiras continuaram até o dia em que o divórcio foi finalizado. Joguei os papéis no rosto dele: "George Capulet, a partir deste momento, saia da minha vida!"

Só então o pânico inundou seus olhos enquanto ele implorava para eu ficar.

Quando suas ligações bombardearam meu telefone mais tarde naquela noite, não fui eu quem atendeu, mas meu novo namorado Julian.

"Você não sabe," Julian riu ao telefone, "que um ex-namorado decente deve ser tão quieto quanto um morto?"

George rangeu os dentes: "Coloque ela no telefone!"

"Receio que isso seja impossível."

Julian depositou um beijo gentil na minha forma adormecida aninhada contra ele. "Ela está exausta. Acabou de adormecer."
Como Não Se Apaixonar por um Dragão

Como Não Se Apaixonar por um Dragão

1.4m Visualizações · Atualizando · Kit Bryan
Eu nunca me inscrevi na Academia de Seres e Criaturas Mágicas.

Por isso foi mais do que um pouco confuso quando chegou uma carta com o meu nome já impresso em um horário de aulas, um dormitório me esperando e matérias escolhidas, como se alguém me conhecesse melhor do que eu mesma. Todo mundo conhece a Academia, é onde bruxas aperfeiçoam seus feitiços, metamorfos dominam suas formas e todo tipo de criatura mágica aprende a controlar seus dons.

Todo mundo, menos eu.

Eu nem sei o que sou. Nada de mudança de forma, nada de truque mágico, nada. Só uma garota cercada por gente que consegue voar, conjurar fogo ou curar com um toque. Então eu fico nas aulas fingindo que faço parte daquilo, e escuto com atenção qualquer pista que possa me dizer o que está escondido no meu sangue.

A única pessoa mais curiosa do que eu é Blake Nyvas, alto, de olhos dourados e, com toda certeza, um Dragão. As pessoas sussurram que ele é perigoso, me avisam para manter distância. Mas Blake parece determinado a resolver o mistério que sou eu e, de algum jeito, eu confio mais nele do que em qualquer outra pessoa.

Talvez seja imprudente. Talvez seja perigoso.

Mas, quando todo mundo olha pra mim como se eu não pertencesse àquele lugar, Blake me olha como se eu fosse um enigma que vale a pena decifrar.
O Chamado do Alfa

O Chamado do Alfa

394.7k Visualizações · Concluído · Miranda Burke
► Contém romance sombrio explícito ◄

"Me solte!" Eu lutei, "Eu te amaldiçoo! Você..."

"Guarde suas palavras, companheira," ele abriu a porta.

Correntes, chicotes, ferramentas de punição... O QUÊ?

"Eu disse que vou ter você," ele sussurrou...


Ele pausou o rastro de seu olfato exatamente onde a clavícula dela encontrava o ombro, sua língua estendendo-se para acariciar o mesmo lugar onde ele a havia mordido em uma tentativa desesperada de transformá-la. O toque de sua língua fez a loba reagir com um sobressalto de seu corpo e, em seguida, um gemido baixo seguido pelo relaxamento de seu corpo sob ele. James beijou o local e balançou os quadris contra os dela antes de levantar a cabeça para olhar para Cassidy. "Você é minha."

"Diga isso," James exigiu.

Cassidy olhou para James quando ele lhe disse para dizer algo. Ela parecia um pouco atordoada, sua mente nublada com o desejo crescente e a loba dentro de sua mente tentando tomar o controle. "Dizer o quê?" ela perguntou suavemente, um pouco confusa e sem fôlego depois que James pressionou seu corpo contra o dela.

James rosnou e lentamente empurrou contra Cassidy novamente, a fricção entre os dois fazendo com que suas coxas se apertassem mais em torno dos quadris dele. "Diga que você é minha."