Uma Esposa Para Nico Vescari

Uma Esposa Para Nico Vescari

Abba Bacci · Atualizando · 234.4k Palavras

645
Popular
31.5k
Visualizações
1.7k
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

"Você tem uma semana. Se não me devolver meu dinheiro, então vai aceitar a minha proposta."
"Uma semana? Você tá brincando?"
"Eu não brinco."
"Você... quer que eu me case com você?"
"Por um ano", Nico repete, forçando-a a olhar para ele. "Depois disso, você vai embora com dinheiro suficiente para nunca mais precisar lutar."

Cake Coogan sobrevive com os próprios punhos e a própria fúria, passando a vida lutando em ringues clandestinos para manter a si mesma e à mãe vivas. Mas um pagamento roubado, a intervenção de um estranho e uma troca acidental de bolsas a colocam na mira de Nico Vescari.

Nico Vescari; herdeiro da máfia, temido e implacável, um homem que mata com a pulsação estável — quer seu dinheiro de volta. Em vez disso, o que ele recebe é Cake: a garota dos punhos de ferro, dos olhos de cores diferentes e de um diário que ele nunca deveria ter lido. Fascinado, furioso e ameaçado pelo que ela o faz sentir, ele lhe dá uma escolha que não é escolha nenhuma — casar-se com ele por um ano... ou perder a única família que ainda lhe resta.

Atirada em um mundo de rixas sangrentas, monstros e política mafiosa impiedosa, Cake se torna ao mesmo tempo arma e esposa. Ela se vê puxada entre jogos de poder, lutas clandestinas e um homem cujo toque parece fogo mesmo quando ela jura que o odeia. A família de Nico é perigosa, seus inimigos são piores, e as regras dele são sufocantes, mas a coisa mais letal entre os dois é o desejo selvagem que nenhum deles quer. À medida que corpos caem e alianças ardem, Cake é forçada a escolher entre a vingança e o homem que a destruiu, a protegeu e arruinou sua vida na mesma medida.

Em uma história de obsessão, traição e amor brutal, só os mais fortes sobrevivem.

E Cake Coogan não é uma presa.

Capítulo 1

BOLO

Eu sempre fui de briga. Desde a infância, quando eu respondia aos valentões com os punhos. Sempre amei violência, sempre desejei, e fazia de tudo pra garantir que eu socasse alguém.

Não é de se estranhar que hoje eu esteja no ramo de espancar gente por dinheiro. Não é de se estranhar que eu seja boa pra caralho nisso também.

“Nome?” Um homem gordo e careca rosna, atravessando a fumaça pesada do charuto.

“Belva”, digo, ajeitando minha bolsa, fazendo minhas coisas tilintarem umas nas outras.

Ele anota meu nome no livro, levanta o olhar e o arrasta devagar pelo meu corpo.

Bufa.

“Algum problema?”

“Você tem certeza de que quer lutar, garotinha?” O sotaque mexicano dele é carregado e debochado.

Se não fosse pelo fato de eu ter aprendido a deixar passar insultos sobre o meu tamanho, esse gordo desgraçado estaria comendo meus punhos.

Mas, do jeito que é, eu gosto de deixar o meu trabalho falar por mim.

“Você é pago pra falar?”

Ele solta uma risada chiada. “Você vai contra a Punhos de Ferro. Espero que já tenha escolhido seu caixão. Vai ser o seu funeral.”

“Eu tô morrendo de medo pra caralho.”

Eu me afasto da mesa bem na hora em que ele pega um microfone e berra nele.

“Na luta de hoje à noite, temos a impiedosa e queridíssima Punhos de Ferro!”

Do outro canto do ringue, uma mulher parruda surge, vestida de preto e com tranças bem apertadas. Ela comanda a plateia com os punhos, e eles enlouquecem, a sede de sangue subindo até o teto.

Ela nem olha pra mim quando entra no ringue, os músculos ondulando sob os refletores.

“E desafiando nossa campeã, vinda das ruas de… eu não faço a menor ideia. Uma salva de palmas pra Belva!”

A plateia fica em silêncio, e alguém tosse.

“Isso é uma piada?” ouço uma voz atrás de mim, nas arquibancadas.

“Ela é pequena pra caralho”, diz outra pessoa.

“A Punhos de Ferro vai comer ela viva.”

“FAÇAM SUAS APOSTAS, PESSOAL!”

Eu largo minha bolsa ao lado do ringue. Tiro o moletom e enfio as mechas soltas no rabo de cavalo, ajeito a máscara que sempre cobre meu rosto e calço minhas luvas de boxe.

“Eu não tenho a porra da noite toda, princesa.” Punhos de Ferro se apoia nas cordas, o sorriso torto zombeteiro.

“Ainda bem que eu não preciso da porra da noite toda”, rebato e me deslizo pra dentro do ringue.

“Garotinha de boca grande, hein. Mal posso esperar pra quebrar.”

O gongo soa.

Punhos de Ferro não perde tempo indo pro ataque. Ela soca e chuta, e os golpes passam longe de mim enquanto eu desvio. Nos balanços selvagens dela, a precisão é péssima, mas, com aquelas mãos enormes e carnudas, acho que ela nem precisa.

Um único golpe pode achatar meu crânio.

Então eu fico longe, leve nos pés, todos os músculos firmes e secos do meu corpo vibrando de adrenalina. Como o Luca diria: “Estuda o seu oponente primeiro, Bolo. Não entra numa briga às cegas.”

“Para de dançar e luta!” Punhos de Ferro rosna, errando meu olho por um triz.

A multidão ao nosso redor enlouqueceu de vez, pedindo meu sangue, gritando pra campeã quebrar meu pescoço.

Eu desvio de mais alguns golpes mortais, finalmente satisfeita com o que já sei da minha oponente. Puxo o ar, planto os pés no chão e ataco numa brecha.

Ela é rápida, mas arrasta os pés; não tem mira, mas tem força; e deixa o lado esquerdo aberto demais.

Meu punho acerta a carne sob o queixo dela com um estalo nauseante que parece vibrar pelo ringue inteiro.

A cabeça de Punhos de Ferro chicoteia pra trás, os olhos viram, e ela cai como um pedregulho gigantesco.

O silêncio é imediato e ensurdecedor. As pessoas se levantam, e, além das luzes, eu vejo o rosto do gordo desgraçado, branco feito papel.

Ele me subestimou. Erro de novato.

Com um sorriso largo e triunfante, eu faço uma reverência debochada pra plateia e salto por cima da corda de cima, caindo no chão.

Recobrando a noção, o desgraçado agarra o microfone. “Essa foi a última luta da noite, pessoal. Que reviravolta inacreditável hoje.”

O ar estoura em indignação, mas isso não é problema meu. Agora é pegar meu dinheiro e cair fora.

Eu enfio minhas coisas na bolsa enquanto eles carregam uma Punhos de Ferro inconsciente pra fora. Foi só um soco. Literalmente.

Que campeã patética pra caralho.

Eu caminho sem pressa até a mesa onde o gordo está ocupado contando dinheiro e distribuindo pros vencedores — um zelador e um bêbado do caralho.

Espero até ele terminar antes de estender a palma da mão. E o desgraçado ainda tem a audácia de olhar pra mim como se nunca tivesse me visto na vida.

— Não brinca comigo — eu aviso.

Ele dá de ombros.

— A luta acabou cedo demais. Você não tem parte.

— Eu derrotei o seu campeão — rosno. — Tenho direito à metade.

— Você não me disse que sabia lutar. Você ganhou sob falsos pretextos. Some daqui, Belinda.

Falsos pretextos?

Minha raiva acende rápido, como um fósforo. Filho da puta.

— É Belva. — Cerro os punhos. Antes que eu possa avançar nele, duas sombras aparecem ao meu lado. Mãos firmes se fecham nos meus cotovelos e me erguem do chão.

— Filho da puta! — eu grito, com os pés balançando, impotente, no ar. — É bom você contar os seus dias, desgraçado!

Sou arremessada pra fora como um trapo, e a porta é batida na minha cara. Eu me levanto sem fazer alarde. Crescer brigando nas ruas me ensinou uma coisa ou duas. Então eu sei muito bem como lidar com ladrões.

Eu espero.

Dez minutos. Vinte. Tempo suficiente pra eles acharem que eu fui embora; então eu arrombo a fechadura e entro de novo, garantindo que minha máscara ainda esteja no lugar, cobrindo o rosto.

Eu tinha visto o escritório dos fundos quando entrei e vou direto pra lá.

As trancas cedem fácil e, em um minuto, eu já peguei a minha parte no armário deles, e nada além disso. Eles não merecem a minha decência, mas eu não sou ladra.

Ao sair, estou prestes a fechar a porta quando outro cara passa apressado por mim e entra. Ele não me dá a menor atenção, e eu também não estou nem aí.

Pelo histórico deles, imagino que provavelmente devem pra ele também.

Dou de ombros e continuo andando. Estou quase na saída quando o ar explode com tiros.

Viro bruscamente e dou de cara com uma parede dura de calor e músculo. Nossas bolsas caem com um baque, e nós dois mergulhamos nelas. Quando voltamos a ficar de pé, nos encaramos com cautela.

Ele está usando uma máscara preta; os olhos dele são tão esquivos quanto os meus, escuros e afiados, me avaliando num piscar.

Eu me planto onde estou, pronta pra atacar se ele respirar errado perto de mim.

Mas ele não faz nada; como se nem me considerasse uma ameaça, desvia o olhar, virando em direção às vozes abafadas e aos tiros que vêm pelo corredor estreito.

Os olhos dele se estreitam e, sem dizer uma palavra, ele dispara pro outro lado — e por mais que eu odeie estranhos, eu sigo. Ele roubou deles. Eu aposto todos os meus ganhos que ele não vai se deixar pegar. Depois de alguns minutos ziguezagueando entre sombras, saímos por uma porta de serviço.

O homem não perde tempo: corre até a cerca de arame farpado e começa a escalar. Eu vou junto, enquanto a porta atrás de nós se abre.

— Eles estão ali! — alguém grita, e essas desgraçadas começam a atirar na gente.

As balas zunem perto da minha cabeça enquanto eu sigo o ladrão até o topo da cerca. Mas quando eu vejo a queda longa no meio da escuridão, eu freio na hora.

A ideia de virar purê no asfalto me prende no lugar.

Como se já não bastasse minhas únicas opções serem virar peneira de bala ou virar carne de atropelamento, o estranho já está se preparando pra soltar do outro lado.

Quando ele percebe que eu parei, me olha com uns olhos tão planos e escuros quanto o céu da noite atrás dele. E por um segundo, eu acho que ele vai me jogar aos lobos.

Em vez disso, a voz dele sai num ronco surpreendentemente grave:

— Confia em mim.

Palavras assim já foderam tanta gente. Eu seria burra de sequer tentar.

Mas então ele estende uma mão, como se a gente fosse amigo.

Outra bala zunindo perto da minha cabeça, e eu suspiro.

Não é uma noite boa pra virar carne de asfalto. Mas eu topo arriscar.

Eu agarro a mão enluvada dele, deixando o aperto firme me puxar pro outro lado.

— Solta — ele diz.

Em total incredulidade comigo mesma por colocar minha vida nas mãos de um estranho, eu solto a cerca.

E eu não morro, porra nenhuma.

Eu afundo num colchão inflável e pulo de pé.

— Puta merda.

Do outro lado, os homens estão xingando e praguejando, os cachorros latindo furiosos. Mas eles não vêm atrás da gente.

Eu olho pro estranho que acabou de salvar a minha vida, meu coração ainda martelando nos ouvidos, e faço um aceno de agradecimento.

Ele responde levantando a palma da mão, e eu bato nela num high-five esquisito. O olhar dele fica em mim por um longo segundo antes de ele recuar.

Eu faço uma saudação com dois dedos, ajusto a bolsa e disparo numa corrida. Por cima do som dos meus passos, ouço as botas dele batendo no chão na direção oposta.

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

Grávida de uma Noite só do Meu Chefe Bilionário

Grávida de uma Noite só do Meu Chefe Bilionário

15.8k Visualizações · Atualizando · maiarafreitas1979
Comprar uma passagem só de ida para Nova York foi a única saída que Antonella Rios encontrou para enterrar a dor de uma traição cruel. Ela só não imaginava que uma única noite de impulsividade, perdida nos braços de um desconhecido de olhos hipnotizantes, mudaria seu destino para sempre.
Semanas depois, o teste positivo mudou tudo. Sem saber o nome dele e sem qualquer forma de contato, ela engoliu o medo e decidiu criar o filho sozinha na cidade grande.
Quatro anos se passaram. Antonella finalmente conseguiu respirar aliviada ao ser contratada como secretária executiva em uma das maiores multinacionais de Manhattan. O emprego perfeito. A estabilidade que ela tanto buscou. Até a porta da presidência se abrir...
Lorenzo Volkov manda no império. Um homem frio, implacável e avesso a surpresas. Ele também é o homem daquela noite.
Ele não faz ideia de que é pai. Ela sabe que um único deslize pode custar o seu sustento e o segredo que protegeu com unhas e dentes. Mas como esconder a verdade quando a mesa do escritório é pequena demais para a química perigosa que ainda queima entre os dois?
MARCADA POR DOIS NO MORRO

MARCADA POR DOIS NO MORRO

15.4k Visualizações · Concluído · Micaeli Castanho
Melissa é uma jovem trabalhadora, que cuida do seu dia a dia no salão de beleza e tenta se recuperar de um relacionamento que só lhe trouxe humilhações. Numa noite de baile no morro, ela deixa os conselhos da amiga Geovanna entrarem na cabeça: bebe para esquecer os problemas, e se aproxima de Escorpião — um homem carismático, de sorriso fácil e fama perigosa.

O que ela não imaginava é que acordaria no dia seguinte numa cama desconhecida, com o corpo cheio de marcas da noite anterior, ao lado de Escorpião e de Pesadelo: o homem mais temido de todo o território, dono de um poder absoluto que ninguém ousa questionar.

Melissa descobre então que os dois não são apenas parceiros de mando — dividem muito mais do que o comando do morro: dividem desejos, segredos e agora, ela. Envolvida sem querer num jogo que não conhece, entre a fuga desesperada e a atração que não consegue controlar, ela vai perceber que cruzou uma linha da qual não há volta.

Presa entre o medo, a paixão e um mundo regido por regras duras e possessivas, Melissa terá que escolher: correr para tentar recuperar a vida que conhecia... ou aceitar o lugar que eles já reservaram para ela, bem no centro da sua vida e da sua sombra.
Amante

Amante

2.6k Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Jade Marson- teve sua vida transformada da noite pro dia após curti um baile no morro do Alemão. Gringo dono do morro do Alemão ,após um dia estressante curtia seu baile suave até bater seus olhos em jade e naquele mesmo instante tornou a sua AMANTE .

Sem sabem o que o futuro lhe reservava, ele ainda poderia se arrepender dessa escolha.
O VIÚVO SOLITÁRIO E A FUGITIVA

O VIÚVO SOLITÁRIO E A FUGITIVA

14.5k Visualizações · Concluído · Tônia Fernandes
A vida de Marla vira de cabeça para baixo quando sua irmã gêmea, Marli, bate à sua porta pedindo socorro para salvar a própria filha. Perseguidas por um passado sombrio, as duas fogem em busca de uma chance de recomeçar. Mas o destino muda tudo quando Marli morre, deixando nos braços da irmã uma promessa que precisará ser cumprida a qualquer custo.

Determinada a proteger a pequena Melinda, Marla segue para Michigan, onde iniciará um intercâmbio profissional na residência de Valentino, um magnata viúvo e recluso que ainda tenta superar a perda da esposa grávida em um trágico acidente aéreo.

Enquanto uma nova vida começa a surgir entre eles, o passado se aproxima cada vez mais. Até quando Marla conseguirá esconder a verdade? Orion desistirá de procurar a filha? E, quando o perigo finalmente bater à porta, Valentino escolherá protegê-las ou se afastará para sempre?
A Jornalista no Morro

A Jornalista no Morro

1.6k Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Uma estagiária tem a sua primeira matéria a ser escrita com exclusividade, se houver sucesso ela poderá ser efetivada no jornal local da cidade.

Porém os desafios e as armadilhas do coração lhe farão por a prova o que de fato é mais importante na dua vida.

O profissional ou o pessoal?

Qual será a escolha da Estagiária?

Mais uma obra feita por mim, espero que gostem.

Um beijo Nat.
A Herdeira da Máfia

A Herdeira da Máfia

3k Visualizações · Concluído · Alê Santos
Angelina Becker é uma mulher altamente perigosa, criada no mundo da máfia, é uma poderosa máquina de matar, e tem como sua maior arma contra seus inimigos, o seu jeito sedutor. Porém, agora aos 24 anos, está prestes a assumir os negócios da família, algo com o qual ela sempre sonhou, no entanto, devido a sua teimosia em querer fazer tudo sempre do próprio jeito, ainda que seja o jeito errado, o que deixa seu pai irado, para isso ela teria que casar-se com Thomaz Hilberg, o homem que se tornou seu maior inimigo com o passar dos anos, mesmo suas famílias sendo tão unidas, fazendo com que passassem a ser a família de mafiosos mais respeitada da Rússia, caso não aceitasse, seu pai entregaria o trono a seu primo ambicioso, que pensa estar bem mais preparado para o cargo. Mas, Angelina não aceita jamais ser dominada por um homem ou até mesmo precisar de um ao seu lado para ter algo que é seu por direito.
Rainha de copas

Rainha de copas

876 Visualizações · Concluído · Déborah Natália
Você foi a minha perdição, mas eu sabia que seria a minha Salvação também, poderia ser meio óbvio a forte atração, o sangue nós olhos apenas por não ter a atenção desejada.
Mas não seria tão óbvio se não fosse você.

Mais uma feita por mim, com bastante carinho, espero que gostem.
A Noite Antes de Eu Conhecê-lo

A Noite Antes de Eu Conhecê-lo

1.3m Visualizações · Atualizando · bjin09036
deixar um estranho me destruir em um quarto de hotel.

Dois dias depois, entrei no meu estágio e o encontrei sentado atrás da mesa do CEO.

Agora eu busco café para o homem que me fez gemer, e ele age como se eu fosse a pessoa que ultrapassou os limites.


Tudo começou com um desafio. Terminou com o único homem que ela nunca deveria desejar.

June Alexander não planejava dormir com um estranho. Mas na noite em que comemora conseguir o estágio dos seus sonhos, um desafio ousado a leva para os braços de um homem misterioso. Ele é intenso, quieto e inesquecível.

Ela achou que nunca mais o veria.
Até que entra no seu primeiro dia de trabalho—
E descobre que ele é seu novo chefe.
O CEO.

Agora June tem que trabalhar sob o comando do homem com quem compartilhou uma noite imprudente. Hermes Grande é poderoso, frio e completamente proibido. Mas a tensão entre eles não desaparece.

Quanto mais próximos ficam, mais difícil se torna manter seu coração e seus segredos a salvo.
O Preço do Teu Toque

O Preço do Teu Toque

9.8k Visualizações · Atualizando · gerlane Pereira
Algumas alianças são assinadas com tinta.
Outras... com sangue.
Quando o império Moretti começa a ruir após um escândalo financeiro que ameaça destruir décadas de poder, Alessandro Moretti recebe uma única saída deixada por seu avô em testamento: casar-se com uma mulher escolhida anos atrás por um acordo entre duas famílias.
O problema?
Ele nunca ouviu falar dela.
Aurora Vasconcelos cresceu acreditando que seu pai morreu devendo favores aos Moretti. Nunca imaginou que sua própria vida fazia parte daquela dívida.
Ela não precisa de marido.
Ele não acredita no amor.
Mas ambos precisam um do outro.
Enquanto aprendem a dividir a mesma cobertura, os mesmos jantares de negócios e o mesmo sobrenome, descobrem que alguém dentro da empresa está manipulando contratos milionários.
E quanto mais perto chegam da verdade...
Mais caro se torna cada toque.
Porque há pessoas dispostas a matar para impedir que esse casamento dê certo.
A Esposa Contratual do CEO

A Esposa Contratual do CEO

2.2m Visualizações · Atualizando · Gregory Ellington
O mundo de Olivia Morgan vira de cabeça para baixo quando ela pega seu namorado a traindo com sua amiga. Devastada e afundada em dívidas, ela é empurrada para um acordo improvável com Alexander Carter, o frio e calculista CEO da Carter Enterprises. Em troca de um casamento de conveniência de um ano, Olivia recebe o dinheiro que desesperadamente precisa—e uma promoção que nunca esperava. Mas à medida que o relacionamento falso deles confunde as linhas entre negócios e prazer, Olivia se vê dividida entre o homem que lhe oferece tudo e o rival de negócios que quer seu coração. Em um mundo onde a traição está a um passo de distância e o desejo arde intensamente, Olivia deve navegar por suas emoções, sua carreira e um jogo perigoso de poder, paixão e segredos. Será que ela conseguirá manter seu coração protegido enquanto se aprofunda na teia de luxúria e amor de um bilionário? Ou o coração frio de Alexander derreterá no calor da química inegável entre eles?
O CEO Acima da Minha Mesa

O CEO Acima da Minha Mesa

1.1m Visualizações · Concluído · McKenzie Shinabery
“Você acha que ela precisa de você”, ele diz.

“Eu sei que precisa.”

“E se ela não quiser esse tipo de proteção?”

“Ela vai querer”, eu digo, baixando um pouco a voz. “Porque ela precisa de um homem que seja capaz de dar o mundo a ela.”

“E se o mundo pegar fogo?”

Minha mão se fecha de leve na cintura de Violet.

“Então eu construo um novo pra ela”, eu respondo. “Mesmo que eu tenha que queimar o velho com as minhas próprias mãos.”

Eu não trabalho para Rowan Ashcroft.
Eu trabalho abaixo dele.

Da minha mesa, eu decido quem consegue acesso ao CEO mais implacável da cidade e quem nunca passa da recepção. Eu administro o tempo dele, o silêncio dele, os inimigos dele. Eu mantenho o mundo dele funcionando enquanto o meu desaba em silêncio sob contas atrasadas, uma mãe internada numa clínica de reabilitação e um irmão que sumiu sem nem se despedir.

Rowan Ashcroft é poder embrulhado num terno sob medida.
Frio. Intocável. Impiedoso.
Ele não flerta. Não sorri. Não enxerga pessoas, só utilidade.

E por muito tempo, eu fui apenas útil.

Até que ele começou a me observar.

No começo, a mudança na atenção dele é sutil. Uma pausa longa demais. Um olhar que se demora. Ordens que me puxam para mais perto em vez de me manterem à distância. O homem que fica de pé acima da minha mesa começa a controlar mais do que a minha agenda, e eu percebo tarde demais que ser notada por Rowan Ashcroft é muito mais perigoso do que ser ignorada.

Porque homens como ele não desejam afeto.
Desejam posse.

Era pra ser só um emprego.
Não um teste dos meus limites.
Não uma descida lenta e calculada para dentro da autoridade dele.

Mas se Rowan Ashcroft decidir que eu pertenço debaixo da mesa dele, que seja.
Sobreviver tem um preço, e as contas não querem saber como eu pago.
O Arrependimento do CEO: Os Gêmeos Secretos de Sua Esposa Perdida

O Arrependimento do CEO: Os Gêmeos Secretos de Sua Esposa Perdida

1.2m Visualizações · Concluído · Amelia Rivers
Ela é a filha da governanta. Ele é o bilionário mais frio de Manhattan. Um drink drogado muda tudo.

Aria Taylor acorda na cama de Blake Morgan, acusada de seduzi-lo. Sua punição? Um contrato de casamento de cinco anos—sua esposa no papel, sua serva na realidade. Enquanto Blake ostenta seu verdadeiro amor Emma nos galas de Manhattan, Aria paga as contas médicas de seu pai com sua dignidade.

Três anos de humilhação. Três anos sendo chamada de filha de assassino—porque o carro de seu pai "acidentalmente" matou um homem poderoso, deixando-o em coma e destruindo sua família.

Agora Aria está grávida do filho de Blake. O bebê que ele jurou que nunca iria querer.

Alguém quer vê-la morta. Trancaram-na em um freezer, sabotaram cada passo seu. É porque seu pai está acordando? Porque alguém está aterrorizado com o que ele pode lembrar?

Sua própria mãe tenta desligar os aparelhos dele. A perfeita Emma de Blake não é quem finge ser. E aquelas memórias que Aria tem de salvar Blake de um incêndio? Todos dizem que são impossíveis.

Mas não são.

À medida que os ataques aumentam, Aria descobre a traição definitiva: A mulher que a criou pode não ser sua verdadeira mãe. O acidente que destruiu sua vida pode ter sido assassinato. E Blake—o homem que a trata como propriedade—pode ser sua única salvação.

Quando seu pai acordar, que segredos ele revelará? Blake descobrirá que sua esposa carrega seu herdeiro antes que alguém a mate? E quando ele souber quem realmente o salvou, quem realmente o drogou, e quem está caçando sua esposa—sua vingança se tornará a redenção dela?