
A Esposa do CEO e Seus Herdeiros Ocultos
Harper · Concluído · 309.1k Palavras
Introdução
Desesperada e grávida, ele me acusou de traição e até tentou prejudicar nosso filho ainda não nascido.
Cinco anos depois, volto com gêmeos. Com lágrimas nos olhos, ele exige: "De quem são esses filhos? Com quem você me traiu?"
Capítulo 1
Sophia Taylor cambaleou pela porta de casa, os olhos fundos de desespero. Ela entrou direto no chuveiro, abriu a água no máximo, quase fervendo, e começou a esfregar a própria pele com uma força brutal, de novo e de novo.
— Suja… tão suja… — murmurou para si mesma, indiferente ao fato de que a pele estava coberta de grandes manchas de sangue.
Os cortes ficaram expostos à água quente, e o sangue se misturou com a água que escorria, causando uma dor cortante, como se uma faca a rasgasse, mas ainda assim isso era ofuscado pelo ódio profundo que sentia de si mesma, pela repulsa.
Por fim, as forças a abandonaram. Ela desabou no piso do box, o corpo coberto de arranhões e hematomas, enquanto soluços desesperados e gritos entrecortados ecoavam pelas paredes de azulejo.
Ela tinha sido violentada por um estranho; não conseguia nem lembrar do rosto dele.
E o marido a havia deixado para passar a noite inteira com o primeiro amor.
Os olhos de safira de Sophia, antes cheios de vida, agora encaravam o vazio, tão mortos quanto um cadáver.
Ela lutava desesperadamente para apagar a memória da noite passada, mas ela a perseguia como uma sombra.
Quando finalmente se arrastou para fora do banheiro, o som de um motor rompeu o silêncio.
Zachary Spencer tinha chegado.
Ele vestia o mesmo terno do dia anterior, o rosto bonito marcado por um olhar profundo que carregava uma forte aura de autoridade.
Zachary era meticulosamente cuidadoso com a aparência — nunca usaria a mesma roupa dois dias seguidos.
A realidade atingiu Sophia como uma faca girando em uma ferida já mortal.
Zachary franziu levemente a testa ao notar o estado acabado de Sophia.
— Nosso casamento de conveniência precisa terminar antes do combinado. Diga quais são as suas condições para o acerto — peça o que quiser.
— Posso ficar com metade dos seus bens — e você pode ficar com metade dos meus — respondeu Sophia, a voz carregada de amargura. — Isso é por causa da volta da Paula, não é?
A expressão de Zachary escureceu.
— O que ela tem a ver com isso?
Sophia fez força para pegar o celular e abriu as notícias. A manchete gritava: Herdeiro do Grupo Spencer, Zachary Spencer, é visto saindo de quarto de hotel com a atriz global Paula Clark — caso secreto vem à tona?
Os olhos de Zachary ficaram gelados ao terminar a leitura.
— A mídia adora esses joguinhos de palavras. Vou mandar minha equipe tirar isso de todos os sites.
Sophia não respondeu, mas reparou nos arranhões no pescoço dele.
Três marcas, de profundidades diferentes, nitidamente feitas por unhas.
Somando a noite que ele passara fora e a manchete daquela manhã, o que mais havia para entender?
Zachary tinha sido infiel.
As mãos dela se fecharam em punhos, mas o que a inundou não foi raiva, e sim uma dor esmagadora no peito.
E ela também tinha estado com outro homem na noite anterior.
Os dois eram patéticos.
Ela deveria ter percebido há muito tempo que, entre ela e Paula, Zachary sempre escolheria Paula, sem hesitar.
Sophia olhou para Zachary com uma expressão indecifrável, fitando o homem que tinha feito parte de toda a juventude dela.
O avô dela salvara a vida do avô de Zachary na guerra. Quando a família Taylor faliu, os Spencer a acolheram como forma de pagar essa dívida.
Ela tinha oito anos.
De uma criança confusa, a uma adolescente apaixonada, até se tornar esposa dele — esse caminho consumira dezesseis anos da vida de Sophia, e agora estava chegando ao fim.
O coração de Zachary sempre tinha sido da Paula. Se o avô dele, Dylan Spencer, não estivesse morrendo e não tivesse insistido para que eles se casassem, Zachary não teria feito essa escolha.
Eles tinham até assinado um acordo pré-nupcial logo no começo. Aquele casamento sempre tinha sido um negócio, nada além disso.
Depois de morder o lábio com tanta força que sentiu o gosto de sangue, Sophia finalmente conseguiu falar:
— Eu concordo.
Ela se virou e subiu as escadas para pegar o contrato de casamento na gaveta da cômoda. Rasgou o documento em pedacinhos na frente dele.
Falou com calma, piscando rápido para conter as lágrimas que estavam prestes a cair:
— Amanhã é dia de semana. Se você estiver livre, me avisa antes pra gente resolver a papelada.
Zachary parecia genuinamente surpreso com a facilidade com que ela estava aceitando tudo aquilo.
Os lábios dele se entreabriram levemente.
— Eu sei que te decepcionei. Se você precisar de qualquer coisa no futuro, pode me procurar. Mas sobre o divórcio, eu espero que a gente consiga agilizar. Quanto ao Dylan...
A dor no peito de Sophia ficou mais intensa, mas ela se obrigou a sorrir.
— Vamos esconder isso do Dylan por enquanto. Depois que estiver tudo resolvido, eu digo pra ele que vou embora pra fora do país estudar daqui a um mês.
Dylan era a única pessoa no mundo que tinha dado a ela um amor de família de verdade.
Ela não suportaria vê-lo sofrendo.
Além disso, Dylan já tomava vários remédios para pressão alta. O choque do divórcio provavelmente acabaria colocando-o no hospital.
A expressão de Zachary ficou mais pesada, mais complicada.
Sophia tinha pensado em tudo, e era justamente isso que o incomodava.
Ele tinha crescido junto com Sophia — conhecia bem a tendência dela a fazer drama e ter ataques quando ficava chateada.
Tinha algo errado ali.
— Você está pálida. Está passando mal?
Ele estendeu a mão para checar a testa dela, ver se estava com febre, mas Sophia se afastou num movimento suave, mantendo a distância entre os dois.
— Só um pouco indisposta. Depois eu tomo um remédio.
Zachary deixou a mão cair, o rosto indecifrável enquanto a observava.
— Você está estranha hoje.
Os punhos cerrados de Sophia relaxaram um pouco.
De repente, ela se deu conta de que, mesmo depois do divórcio, ela e Zachary tinham todos aqueles anos de convivência, de terem crescido juntos. Pelo menos esse laço ainda existia.
Talvez ela pudesse pedir ajuda a ele para descobrir quem era o homem da noite anterior.
Com a posição e a influência que ele tinha, o Grupo Spencer controlava dois terços da estrutura econômica da cidade. Se ele resolvesse investigar alguma coisa, pouca coisa ficaria escondida.
Sophia mordeu o lábio sem perceber.
— Eu acabei me metendo num problema. Talvez eu precise da sua ajuda com uma coisa.
Ela lutava para encontrar as palavras certas na própria cabeça.
Como é que ela ia conseguir dizer algo tão humilhante em voz alta?
Zachary franziu a testa, confuso.
— Que tipo de problema?
Sophia respirou fundo, se preparando para falar, mas o celular de Zachary tocou antes que ela conseguisse dizer qualquer coisa.
Ela não conseguiu ver o nome de quem ligava, por causa do ângulo, mas viu a suavidade que tomou conta do rosto dele no mesmo instante.
Paula, sem sombra de dúvida.
Seja lá o que a voz do outro lado da linha disse, fez a expressão de Zachary se encher de preocupação.
— Já estou indo.
Ele pegou o celular e foi direto para a porta, sem dirigir nem um último olhar para Sophia.
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DELE POR QUATORZE NOITES
Os gemidos começaram a escapar dos meus lábios incontrolavelmente. Eu não conseguia ver suas expressões faciais no escuro, mas sabia que um sorriso presunçoso estava em seu rosto e seus olhos semicerrados me observavam.
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Eu acenei com a cabeça continuamente, gemendo de prazer, sem saber por quanto tempo mais eu poderia esperar antes que ele colocasse seu membro dentro de mim. Ele enfiou os dedos mais rápido e esfregou meu clitóris com a outra mão, "Isso. Vamos lá. Eu adoro os pequenos gemidos que você faz quando estou te provocando."
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Um suspiro escapou dos meus lábios quando ele enfiou seu pau. Meu cérebro se encolheu como folhas murchas. Eu abri ainda mais as pernas e ele se inclinou completamente sobre mim. Pesado demais para segurar, e leve demais para não segurar. Ele começou a estocar. As estocadas ficando mais profundas e mais fortes a cada movimento. Dentro de mim. Sem parar. Eu enrolei meus pés ao redor de suas costas para que ele não pudesse escapar.
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Paraíso Cruel - Um Romance da Máfia
Ligar sem querer para o seu chefe...
E deixar uma mensagem de voz safada quando você está, hã... "pensando" nele.
Trabalhar como assistente pessoal de Ruslan Oryolov é o emprego do inferno.
Depois de um longo dia satisfazendo todos os caprichos do bilionário, eu preciso aliviar o estresse.
Então, quando chego em casa naquela noite, é exatamente isso que eu faço.
O problema é que meus pensamentos ainda estão presos no chefe babaca que está arruinando a minha vida.
Tudo bem — porque, de todos os muitos pecados de Ruslan, ser lindo talvez seja o mais perigoso.
Esta noite, fantasias com ele são exatamente o que eu preciso para me fazer chegar lá.
Mas quando olho para o meu celular esmagado ao meu lado,
Lá está.
Uma mensagem de voz de 7 minutos e 32 segundos...
Enviada para Ruslan Oryolov.
Eu entro em pânico e arremesso meu celular para o outro lado do quarto.
Mas não há como desfazer o estrago causado pelo meu orgasmo escandaloso.
Então, o que eu posso fazer?
Meu plano era simplesmente evitá-lo e agir como se nada tivesse acontecido.
Além disso, ninguém tão ocupado assim ouve as mensagens de voz, certo?
Mas quando ele marca uma reunião a sós comigo de exatamente 7 minutos e 32 segundos,
Uma coisa é certa:
Ele.
Ouviu.
Tudo.
Donati
Frankie Donati não é um homem bom. Ele não fica derretido. O coração dele não dispara. Ele não se apaixona. Ele usa, toma, conquista e descarta. Simples assim. Até deixar de ser. Tem uma garota nova no clube. Ela é jovem, linda e parece que saberia usar aquele bisturi pra fazer muito mais do que aliviar as pálpebras inchadas de um lutador. E acha que consegue se esconder dele.
Gloria Rubanov está fugindo. Quando o homem a quem ela foi prometida ainda criança vem cobrá-la, a mãe faz a única coisa em que consegue pensar: pede a um amigo pra esconder a filha no meio da família mafiosa mais perigosa do país, os Accardi. Mas, com os Accardi atolados numa guerra própria, é só uma questão de tempo até o noivo dela descobrir onde ela está… e vir buscá-la de volta.
Quando um encontro casual em uma situação comprometedora vira obsessão, só existe uma maneira de Frankie Donati deixar outro homem ficar com o que é dele: vão ter que arrancá-la de suas mãos frias. Mortas.
Tinha que ser você
Perdendo o Controle: Sua Loucura, Sua Cura
"Você não me mandou parar," murmuro.
Seus dedos tremem como se ele quisesse me bater ou me agarrar, talvez ambos.
Ele vira a cabeça para o lado, como se estivesse tentando encontrar oxigênio, mas eu posso ver, o rubor em seu pescoço, o pulso batendo rápido sob meu polegar, a maneira como seu corpo o trai mesmo enquanto sua boca continua mentindo.
Eu pressiono meu corpo contra o dele, peito a peito, calor a calor.
"Você quer me odiar. Tudo bem. Me odeie o quanto quiser. Mas não minta para si mesmo. Não finja que seu pau não fica duro toda vez que eu digo seu nome."
Ele geme, um som preso entre frustração e necessidade.
Xander nunca teve a intenção de se envolver. Dois anos atrás, ele tropeçou em um beco e travou os olhos com um estranho espancando alguém até sangrar.
Esse estranho era Jax.
Desde então, ele se pega pensando no cara de forma obsessiva. Ele foi uma fantasia por dois anos inteiros... até que não foi mais. Agora eles circulam um ao outro como fogo e gasolina... faíscando, queimando, nunca se tocando sem deixar marcas. Xander não está acostumado a ser dominado. Mas Jax domina como se tivesse nascido para isso, e Xander odeia o quanto deseja isso.
É empurrar e puxar. Morder e sangrar. Querer e negar...
Jax se esconde atrás de silêncio e sombras. Um passado violento, impulsos mais sombrios, muros construídos com arame farpado. Mas Xander continua cavando, continua aparecendo, e isso assusta Jax mais do que qualquer coisa. Porque Xander não está apenas arranhando a superfície.
Ele está entrando e despedaçando Jax. E quanto mais fundo eles caem, mais perigoso fica.
✨Ele deveria ser um passatempo. Não um desejo. Mas algumas obsessões não se apagam. Elas queimam até o fim.✨












