
A GÊMEA ERRADA PARA O ALFA CERTO
bianca.liswork · Concluído · 223.0k Palavras
Introdução
— A transformação vai doer? — Abaixei o olhar, perguntando em um sussurro.
— Mais do que você possa imaginar, humana... — A franqueza em suas palavras me fez erguer o queixo em sua direção.
— Como é a transformação?
Ele voltou a se aproximar, falando pausadamente.
— Primeiro, seus ossos vão começar a quebrar, te lançando ao chão. — Seus olhos estavam cerrados. — Depois acontecerá o crescimento de pelos densos em todo o seu corpo. O alongamento dos membros, considero a parte mais excitante da dor. — Brincou com um tilintar da língua antes de prosseguir. — Vem o encurtamento do focinho e o desenvolvimento de garras e presas afiadas.
Respirei fundo, tentando processar o que estava por vir.
Ele me puxou para perto, apertando meu quadril possessivamente.
— Não se preocupe, estarei aqui durante todo o seu processo...
— Para garantir que morrerei? — Com lágrimas nos olhos, dei mais alguns passos à frente, entrando em seu jogo perigoso.
Notei sua respiração um pouco mais densa.
— Você lembra muito a ela. — Murmurou, encostando sua testa na minha. — Para testemunhar a escolha da Deidade. — Com mais pressão na testa, me obrigou a recuar alguns passos, vencida pela dor.
As dores nas articulações começaram. Uma reviravolta tomou meu estômago; minhas costelas pareciam se afastar por dentro, como se abrissem espaço para acomodar uma alma canídea.
— Ai... Que dor... — Gemi, me agachando e envolvendo os braços em volta da barriga. — Eu não quero isso... — Supliquei, com os olhos marejados, encarando o Alfa à minha frente. — Por favor... me ajude a evitar isso!
Capítulo 1
A respiração dela estava pesada devido ao ar gélido das ruas do Colorado, seus pulmões ardiam a cada inspiração profunda, enquanto buscava desesperadamente ar em sua incansável fuga. Ao longe, ela captou o som ameaçador de um assovio, acompanhado de risadas cruéis e uma promessa carregada de ódio.
- Você não pode escapar de nós. Vamos caçá-la até o inferno, e você pagará por sua traição! - declarou um dos perseguidores.
- Malditos! - Agatha sussurrou para si mesma, exausta. - Por que não me deixam em paz?
Dobrando a esquina e adentrando um beco escuro, ela acreditou ter encontrado um refúgio temporário. No entanto, antes que pudesse recuperar o fôlego, passos pesados se aproximaram. Um vulto na escuridão emergiu na forma de um lobo, com presas à mostra, anunciando claramente o perigo iminente.
- Por favor, deixem-me em paz... Prometo que não revelarei nada a ninguém! - Suplicou Agatha à fera diante dela.
- Ah, minha querida, não podemos deixá-la escapar. Você carrega nossa vitória contra ele, e precisamos do filhote! - rugiu o ser sobrenatural, lançando a ela um olhar frio que a fez tremer.
- Isso não fazia parte do acordo - Agatha apertou suas mãos com firmeza. - Não envolvia um inocente. Vocês me usaram! - protestou ela com firmeza.
- Usamos? Haha, não foi exatamente isso que você fez com ele? O que acha que acontecerá quando ele descobrir que você era uma infiltrada que o seduziu e gerou seu herdeiro como moeda de troca para outra alcateia, apenas para adquirir dinheiro e poder? - O tom do ser se tornou ainda mais ameaçador, incitando-o a avançar em sua direção.
- Vocês não farão nada se não conseguirem nos encontrar! - Agatha alisou sua barriga, posicionando-se defensivamente, pronta para qualquer ataque. Nesse momento, um lobo de pelagem marrom quente investiu com voracidade, tentando abocanhar e rasgar com suas garras afiadas. Agatha sibilou enquanto esquivava habilmente, tirando rapidamente um pó areoso do bolso e soprando-o no focinho de seu predador. O lobo, agora desorientado, espirrou.
- MALDITA, O QUE É ISSO? - o inimigo exclamou enquanto sua visão turvava, fazendo-o cambalear de um lado para o outro.
- Um presentinho das bruxas. Volte para as sombras de onde veio e avise ao líder da Alcateia da Lua de Sangue que vocês NUNCA colocarão as garras no meu filho! - Com isso, Agatha virou as costas para fugir, mas não antes de ouvir suas ameaças finais.
- Vamos encontrá-los. Mataremos todos que você ama. Seu destino está selado, humana...
Olhando por cima do ombro, Agatha pôde ver a seriedade em suas palavras, antes do Beta desmaiar nas ruas frias e congelantes.
Pov: Sophie
Há alguns meses, minha irmã gêmea idêntica, que havia desaparecido, retornou sem maiores explicações. Ela nos fazia usar um colar que exalava um aroma de musgo. Sua justificativa era simples: uma proteção concedida pelas bruxas reclusas do Colorado, adquirida durante uma de suas viagens mundo afora.
Percebi um aumento em seu peso e, consequentemente, em sua inquietude. Ela parecia viver em constante estado de alerta, como se estivesse sendo perseguida por algo invisível.
- Há algo de errado? - questionei, observando-a espalhar um pó roxo cintilante pela casa.
- Preciso te contar algo! - exclamou, seus olhos arregalados encontrando os meus. Seu semblante demonstrava cansaço, algo que eu vinha notando desde seu retorno. Sua boca estava constantemente ressecada, sua pele pálida e fria. Nada daquilo condizia com a jovem mulher de 23 anos que ela era.
- Você não parece bem. Deve deitar-se - eu me aproximei, mas parei subitamente quando senti algo úmido em meus pés. Uma poça de água envolvia suas pernas, com traços de sangue escorrendo por sua pele.
- Não há tempo, eu... Aiiiiiii - Ela gritou, fazendo-me correr para o seu lado em estado de choque.
- O que está acontecendo? - perguntei em desespero.
- Eu, eu, aiiiiii. Estou em trabalho de parto! - sua declaração ecoou em minha mente.
Grávida? Como poderia ser? Como eu não percebi?
- Grávida? Você deve estar delirando. Eu teria percebido.
- Perdoe-me, minha irmã. Você não teria percebido. Estou usando saliva de rã em suas bebidas, para alterar sua visão, distorcendo a minha aparência...
- Você fez o QUÊ? POR QUE FARIA ISTO? - cerrei os punhos, sentindo a raiva crescer.
- Aiii, como dói... Por favor, por favor, Sophie, me ajude...- ela desmaiou em seguida.
- Diabos, AGATHA, por que você sempre atrai confusões? - praguejei antes de levá-la às pressas para o hospital.
Os apitos do aparelho ecoavam, evocando memórias assustadoras do passado, quando recebemos a ligação do hospital informando que algo havia atacado nosso pai. "Os apitos me fazem lembrar daquele terrível dia. Uma ligação do hospital... Nosso pai..." Os policiais locais afirmaram que a criatura responsável era sobrenatural, mas nunca houve prova disso; o caso foi encerrado como um "ataque de urso". Após a morte dele, nossa mãe mergulhou na depressão, acabando por nos deixar.
Agatha sempre foi impulsiva, suas atitudes irresponsáveis me forçaram a amadurecer precocemente, aos 18 anos, e a cuidar dela desde então. Renunciei a muitas coisas por ela, mas sempre garanti que não lhe faltasse nada. Mesmo quando ela desapareceu, me mantive fiel à nossa conta secreta, continuando a depositar dinheiro. Era para emergências, uma lição que aprendemos com nosso pai, que estranhamente vivia em constante estado de alerta, assim como Agatha vinha fazendo nos últimos meses.
- Onde estou - Agatha acorda de seu desmaio, gemendo de dor. - Isso não pode ser um sonho... A dor é insuportável, algo está me rasgando por dentro!
- Aguente firme, vou chamar um médico! - Eu me apresso, mas ela agarra minha mão desesperadamente.
- NÃO!
- O que você está dizendo, Agatha? Você está em trabalho de parto. Precisamos de um médico urgentemente. - Com as sobrancelhas franzidas, aponto para seu estado.
Ela se contorce, gritando de dor. - Por favor, Sophie, me ouça... Por favor, entenda... Aaaah, está doendo tanto!
- Podemos conversar depois. Apenas aguente! - No entanto, ela não solta minha mão.
- ME ESCUTE. Não sei como enfrentar isso sozinha... - Seu olhar está aflito. - Mas você é tudo o que tenho agora. - Concordo com um gesto enquanto acaricio sua mão, tentando acalmá-la.
- O pai desta criança... Ele não é comum, é extraordinário, algo que eu nunca tinha visto. Eu fui tola... Aaaaaah! - Outra onda de dor a interrompe.
- Por favor, deixe-me chamar o médico. Depois lidamos com o idiota que a engravidou. Eu me encarregarei pessoalmente dele! - Sorrio com compreensão.
- NÃO, PRESTA ATENÇÃO. Eu mudei... Tornei-me quase sobre-humana para protegê-lo. Preciso que você o proteja, esconda-o, pois haverá aqueles que o buscarão. O mal o perseguirá.
- Você está falando incoerências, Agatha. Está delirando! - Contesto, mas estranhamente suas palavras parecem lúcidas dadas as circunstâncias.
- SOPHIE, fiz outra grande besteira, por isso desapareci... Eu... eu queria retribuir tudo o que você fez por mim. Era dinheiro fácil... Só precisava seduzi-lo e se deitar com ele. Não parecia um grande sacrifício...- Ela faz uma careta enquanto espreme minha mão, mostrando que outra contração a atinge. - Tentei descobrir a verdade sobre a morte do nosso pai... – Ela para respirando fundo – Não tenho muito tempo...
- A morte do nosso pai? O que isto tem a ver com tudo isso? – Coloco as dúvidas de lado, fungo profundo e a fito seriamente – Pare de falar bobagens, Agatha. Você está em trabalho de parto, não está morrendo! Aperto suas mãos com força, temendo o olhar desolado que ela direcionou a mim.
- Independentemente do que aconteça aqui, você vai cuidar deste bebê, colocar meu colar nele e fugir. Você entendeu? Nunca pare de fugir, por nada, não confie em ninguém...
- Você está me assustando, minha irmã...
- Prometa que fará o que estou pedindo. - Sua respiração fica mais pesada e irregular. - Por favor, Sophie... Sempre prometemos nos proteger. Este bebê é uma parte minha... Por favor, proteja-o como se fosse seu!
Suas palavras me deixam atordoada enquanto ela desmaia. Um apito irrompe do aparelho, e um alarme ecoa por todo o hospital:
"CÓDIGO AZUL, ALA NORTE, SALA 13."
Enfermeiros e médicos entram na sala, me puxando para o lado, enquanto eu permaneço estagnada, observando em desespero.
- Ela está em parada! – Grita uma médica, lançando um olhar para os outros.
- Cesária de emergência! – Eles correm com o carrinho médico, e eu os sigo em um estado de angústia.
- ESPEREM, NÃO A LEVEM... POR FAVOR, NÃO LEVEM ELA DE MIM!
Entretanto, sou impedida de prosseguir quando uma das enfermeiras me contém no lugar.
Não demora muito para que um médico se aproxime de mim, palavras são desnecessárias diante da notícia que meu coração já pressente. Sinto como se parte da minha alma se desprendesse junto com a dela... Consigo quase sentir seu último suspiro, ver sua última lágrima caindo e ouvir seu sussurro suplicante: “PROTEJA-O!"
Respiro profundamente, meus olhos fixos no médico à minha frente.
- Posso ver a criança? Quando poderei pegá-lo?
- A senhora acabou de receber uma notícia avassaladora. Existem opções para a criança, caso deseje explorá-las.
- Quero levá-lo agora! – Levanto-me abruptamente da poltrona que antes era o refúgio para minhas lágrimas e preces. – Quando poderei tê-lo comigo?
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Última Atualização: 7/27/2026
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No quarto completamente escuro, afogada em um cheiro forte e picante que fazia minha cabeça girar, senti mãos—urgentes, ardentes—queimando minha pele. Seu grosso e pulsante pau pressionou contra minha boceta molhada, e antes que eu pudesse respirar, ele empurrou com força, rasgando minha inocência com uma força implacável. A dor queimava, minhas paredes se contraindo enquanto eu arranhava seus ombros de ferro, sufocando os soluços. Sons molhados e escorregadios ecoavam a cada golpe brutal, seu corpo implacável até ele estremecer, derramando quente e fundo dentro de mim.
"Isso foi incrível, Jason," consegui dizer.
"Quem diabos é Jason?"
Meu sangue gelou. A luz cortou seu rosto—Brad Rayne, Alpha da Matilha Moonshade, um lobisomem, não meu namorado. O horror me sufocou ao perceber o que eu tinha feito.
Eu corri para salvar minha vida!
Mas semanas depois, acordei grávida do herdeiro dele!
Dizem que meus olhos heterocromáticos me marcam como uma verdadeira companheira rara. Mas eu não sou loba. Sou apenas Elle, uma ninguém do distrito humano, agora presa no mundo de Brad.
O olhar frio de Brad me fixa: "Você carrega meu sangue. Você é minha."
Não há outra escolha para mim senão escolher esta prisão. Meu corpo também me trai, desejando a besta que me arruinou.
AVISO: Apenas para Leitores Maduros
A Mate Humana do Rei Alfa
"Esperei nove anos por você. Quase uma década desde que senti esse vazio dentro de mim. Uma parte de mim começou a se perguntar se você não existia ou se já tinha morrido. E então te encontrei, bem dentro da minha própria casa."
Ele usou uma de suas mãos para acariciar minha bochecha e arrepios surgiram por todo o meu corpo.
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Clark Bellevue passou toda a sua vida como a única humana na matilha de lobos - literalmente. Dezoito anos atrás, Clark foi o resultado acidental de um breve caso entre um dos Alfas mais poderosos do mundo e uma mulher humana. Apesar de viver com seu pai e seus meio-irmãos lobisomens, Clark nunca se sentiu realmente parte do mundo dos lobisomens. Mas justo quando Clark planeja deixar o mundo dos lobisomens para trás de uma vez por todas, sua vida é virada de cabeça para baixo por seu companheiro: o próximo Rei Alpha, Griffin Bardot. Griffin tem esperado anos pela chance de encontrar sua companheira, e não pretende deixá-la ir tão cedo. Não importa o quão longe Clark tente fugir de seu destino ou de seu companheiro - Griffin pretende mantê-la, não importa o que tenha que fazer ou quem fique em seu caminho.
Dreamworld - Corações em conflito
Mas foi o que aconteceu quando ela beijava Luciano, pela primeira vez, percebendo que poderia estar completamente apaixonada por ele e Jonathan chegou, com suas malas, disposto a ficar definitivamente com ela.
Ela fugiu de Jonathan e abriu mão de toda sua vida no Dreamworld quando foi morar com os pais no interior. Mal ela sabia que que aquela não era sua fuga e sim o lugar onde ela se encontraria.
Dois homens perfeitos, um que ela deixou por consideração a sua melhor amiga, que era apaixonada por ele e o outro que ela encontrou em sua fuga e de certa forma a resgatou de todos os seus medos e inseguranças.
Mas seu coração não podia mais continuar em conflito. Ele merecia ficar em paz e a escolha só dependia dela.
Apaixonada pelo Irmão da Marinha do Meu Namorado
"O que há de errado comigo?
Por que estar perto dele faz minha pele parecer apertada demais, como se eu estivesse usando um suéter dois tamanhos menor?
É só a novidade, digo a mim mesma com firmeza.
Apenas a estranheza de alguém novo em um espaço que sempre foi seguro.
Eu vou me acostumar.
Eu tenho que me acostumar.
Ele é irmão do meu namorado.
Esta é a família do Tyler.
Não vou deixar um olhar frio desfazer isso.
**
Como bailarina, minha vida parece perfeita—bolsa de estudos, papel principal, namorado doce, Tyler. Até Tyler mostrar suas verdadeiras cores e seu irmão mais velho, Asher, voltar para casa.
Asher é um veterano da Marinha com cicatrizes de batalha e zero paciência. Ele me chama de "princesa" como se fosse um insulto. Eu não suporto ele.
Quando minha lesão no tornozelo me obriga a me recuperar na casa do lago da família, fico presa com os dois irmãos. O que começa como ódio mútuo lentamente se transforma em algo proibido.
Estou me apaixonando pelo irmão do meu namorado.
**
Eu odeio garotas como ela.
Mimadas.
Delicadas.
E ainda assim—
Ainda assim.
A imagem dela parada na porta, apertando o cardigã mais forte em torno dos ombros estreitos, tentando sorrir apesar do constrangimento, não sai da minha cabeça.
Nem a lembrança de Tyler. Deixando ela aqui sem pensar duas vezes.
Eu não deveria me importar.
Eu não me importo.
Não é problema meu se Tyler é um idiota.
Não é da minha conta se alguma princesinha mimada tem que ir para casa a pé no escuro.
Não estou aqui para resgatar ninguém.
Especialmente não ela.
Especialmente não alguém como ela.
Ela não é meu problema.
E vou garantir que ela nunca se torne um.
Mas quando meus olhos caíram nos lábios dela, eu quis que ela fosse minha."
Ligada ao Alfa Instrutor Dela
Semanas depois, nosso novo instrutor de combate Alfa entra na sala. Regis. O cara da floresta. Os olhos dele se fixam nos meus, e eu sei que ele me reconhece. Então o segredo que venho escondendo me acerta como um soco: estou grávida.
Ele vem com uma proposta que nos liga ainda mais. Proteção… ou uma prisão? Os sussurros ficam venenosos, a escuridão se fecha ao redor. Por que eu sou a única sem lobo? Ele é a minha salvação… ou vai me arrastar para a ruína?
Depois do Caso: Caindo nos Braços de um Bilionário
No meu aniversário, ele a levou de férias. No nosso aniversário de casamento, ele a trouxe para nossa casa e fez amor com ela na nossa cama...
De coração partido, eu o enganei para que assinasse os papéis do divórcio.
George permaneceu despreocupado, convencido de que eu nunca o deixaria.
Suas mentiras continuaram até o dia em que o divórcio foi finalizado. Joguei os papéis no rosto dele: "George Capulet, a partir deste momento, saia da minha vida!"
Só então o pânico inundou seus olhos enquanto ele implorava para eu ficar.
Quando suas ligações bombardearam meu telefone mais tarde naquela noite, não fui eu quem atendeu, mas meu novo namorado Julian.
"Você não sabe," Julian riu ao telefone, "que um ex-namorado decente deve ser tão quieto quanto um morto?"
George rangeu os dentes: "Coloque ela no telefone!"
"Receio que isso seja impossível."
Julian depositou um beijo gentil na minha forma adormecida aninhada contra ele. "Ela está exausta. Acabou de adormecer."












