
A Heroína Santa Quer que Eu Salve Pessoas, Então Eu a Dei de Comer aos Zumbis
Ryu · Concluído · 12.4k Palavras
Introdução
Na minha vida anterior, ouvi a chantagem moral da heroína santinha, Daisy, e usei minhas habilidades para salvar desesperadamente uma gangue de motoqueiros cercada por zumbis.
Como resultado, fiquei gravemente ferido por ter forçado demais minhas habilidades, e aqueles lobos ingratos me usaram como ferramenta para estabelecer domínio, arrastando-me até a morte com motocicletas pelo deserto.
Antes de morrer, Daisy ainda estava lá, chorando: "Nós tentamos o nosso melhor, isso não é culpa nossa."
Agora que tive uma segunda chance, ela está novamente diante de mim, gritando:
"Cole! O que você está fazendo parado aí? Vai salvá-los! Essas pessoas vão morrer! Você tem habilidades, precisa salvá-las!"
Ao olhar para seu rosto hipócrita de santa, a raiva queimou no meu peito.
Por que minhas habilidades deveriam salvar lobos ingratos? Por que minha vida deveria servir de trampolim para os outros?
A bondade dos tolos não vale nada!
Então eu a joguei para os zumbis se alimentarem!
Capítulo 1
—Cole! O que você tá fazendo parado aí? Vai salvar eles!
A voz da Daisy atravessou meus tímpanos como uma faca cega, cortando direto dentro do meu cérebro. Ela estava atrás de um vidro à prova de balas, apontando para o meu nariz e berrando, o cabelo loiro chicoteando ao redor da cabeça, agitado, como uma vassoura quebrada:
—Aquelas pessoas vão morrer! Você tem habilidades, você tem que salvar elas!
A câmara de eco do acampamento respondeu:
—Cole, não fica só olhando eles morrerem!
—Seu controle mecânico é poderoso demais!
—Ajuda eles, olha como eles são coitados!
O velho mecânico Tom se apoiou na muleta, assentindo com uma expressão bondosa:
—Garoto, para de hesitar. Nosso acampamento sempre foi assim — a gente ajuda quando dá.
A dona do mercadinho, Martha, entrou na conversa:
—Isso mesmo, olha como aquelas pessoas estão sofrendo.
No instante em que essas palavras perfuraram meus ouvidos, foi como se alguém tivesse acertado a parte de trás da minha cabeça com uma barra de ferro, e minha visão apagou por meio segundo.
Zumbido.
Então as lembranças vieram como uma represa arrebentando, lavando meu cérebro em pedaços—
Eu tinha renascido.
Na minha vida anterior, tudo começou exatamente com essas palavras. Todo mundo se juntou contra mim, me espancando com porretes de moralidade até eu sair correndo. Usei [Domínio Mecânico] para controlar os guindastes, os geradores e os caminhões sucateados do ferro-velho, abrindo um caminho ensanguentado através da horda de zumbis. Aqueles motoqueiros se agarraram às minhas pernas chorando, me chamando de “irmão mais velho, nosso salvador” e dizendo “a gente nunca vai esquecer isso”.
O resultado? Eu extrapolei minhas habilidades e fiquei de cama por um mês.
Quando abri os olhos, aquele desgraçado careca, o Lucas, já tinha enfiado o povo dele nos melhores quartos do acampamento, com as chaves do depósito penduradas na cintura. Os moradores originais passaram a ser tratados como gado — levavam tapa quando trabalhavam devagar, eram empurrados quando as provisões eram tiradas. Qualquer um que ousasse abrir a boca era arrastado para fora e espancado até quase morrer.
Eu me arrastei para confrontar eles, mas a Daisy me impediu, com os olhos cheios de lágrimas:
—Cole, você precisa tocar o coração deles com amor. Você salvou eles, eles vão te ouvir.
O Tom também disse:
—Violência só gera mais violência.
A Martha concordou com a cabeça:
—Você é tão bondoso… você com certeza consegue.
Eu acreditei naqueles idiotas.
Eu fui até o Lucas e, antes que eu conseguisse abrir a boca, me derrubaram e me espancaram com selvageria. Aí aquela besta mandou me amarrarem na traseira de uma moto e me arrastar por cinco quilômetros inteiros por estradas cobertas de vidro quebrado e sucata.
Eu acabei deitado numa poça de sangue, vendo o céu girar, meu corpo como um pedaço de carne com a pele arrancada à força. A Daisy ficou no portão do acampamento, cobrindo a boca:
—A gente tentou o nosso melhor… isso realmente não é culpa nossa.
Ela não derramou uma única lágrima.
Agora, tudo estava prestes a acontecer de novo.
Ao encarar o rosto de Daisy — aquele rosto ruborizado de empolgação — um fogo irrompeu no meu peito e queimou direto até atravessar meu crânio.
— Você tem razão — joguei a bituca do cigarro para longe e sorri para ela. — Alguém definitivamente vai morrer.
Assim que as palavras saíram da minha boca, ativei o [Domínio Mecânico]. A habilidade se insinuou como uma cobra gelada na plataforma hidráulica de carga sob os pés de Daisy.
— Então por que você não se apressa e— ahh!
Clank.
A plataforma de carga virou noventa graus, e Daisy foi despejada como um saco de lixo, caindo com um baque no monte de sucata do lado de fora do acampamento. Um dos saltos altos saiu voando, o vestido branco dela rasgou em três pontos por causa de um arame, expondo as alças do sutiã cor de pele por baixo. Ela ficou estatelada de bruços no chão, com o rosto enfiado numa poça de óleo de motor, o cabelo loiro cuidadosamente arrumado agora empastado de lama preta.
— Ahhh — socorro! Socorro!
Ela se arrastou para trás, de quatro, como um cachorro com raiva, com gritos que soavam como sirenes de ataque aéreo. Os zumbis do lado de fora do acampamento se viraram ao mesmo tempo, dezenas de olhos branco-acinzentados se fixando naquele alvo em movimento.
— Meu Deus! Daisy! — gritou Martha.
— Cole, você enlouqueceu? — a muleta de Tom bateu no chão.
Eu fiquei atrás do portão, acendendo outro cigarro. A fumaça encheu meus pulmões — reconfortante.
Daisy rolava e se arrastava pelo chão, ranho e lágrimas cobrindo o rosto, o vestido rasgado subido até as coxas, patética como um rato puxado do esgoto. Onde foi parar aquele jeito de salvadora santinha de segundos atrás?
Bem quando o zumbi mais próximo ia morder o tornozelo dela, um rugido furioso explodiu de um canto do acampamento:
— Seus desgraçados! Como vocês ousam encostar na Daisy!
Noah. O mecânico que normalmente se escondia no galpão de reparos consertando motores, que nunca ousava falar alto. Agora, ele avançou como se tivesse engolido pólvora, a chave inglesa na mão de repente ardendo numa luz branca ofuscante — a habilidade [Aprimoramento de Arma] despertando ali mesmo.
— Daisy! Eu vou te salvar!
Ele arrebentou o portão do acampamento como um touro enlouquecido, brandindo a chave inglesa aprimorada em arcos largos. A cabeça de um zumbi explodiu em suco preto de melancia. O segundo, o terceiro — ele abriu um caminho sangrento e correu até Daisy, agarrando-a e arrastando-a de volta.
Eu segurei o cigarro, encostado no batente da porta, assistindo ao show.
Noah era, na verdade, bem capaz. O despertar da habilidade tinha aumentado sua força de forma explosiva, transformando-o num moedor de carne humano. Mas, no instante em que Daisy foi arrastada de volta para a segurança, com os dedos dos pés mal tocando o limite do acampamento, ela apontou imediatamente para a gangue de motoqueiros cercada por zumbis do outro lado, com a voz falhando:
—Noah! Você é tão forte! Vai salvar aquelas pessoas pobres! Elas vão morrer!
Noah olhou por cima do ombro para a gangue e depois para Daisy.
Daisy o encarou com aqueles olhos avermelhados de tanto chorar, como se transmitisse uma ordem sagrada: “Noah, você é o melhor! Eu sabia que você não ia ficar parado olhando! Não se preocupa comigo, vai salvar eles!”
Noah cerrou os dentes, se virou e avançou contra a horda de zumbis na direção da gangue de motoqueiros.
Daisy rastejou e rolou pelo portão do acampamento e, no instante em que entrou na zona segura, endireitou a coluna. Limpou o óleo de motor do rosto, ajeitou o vestido rasgado e então se virou e apontou o dedo bem na ponta do meu nariz:
—Cole! Seu demônio!
A voz dela era afiada o bastante para cortar vidro.
—Você quase me matou! Como você pode ser tão cruel? Tão frio? Você é humano?
A câmara de eco do acampamento respondeu de novo:
—Isso já é demais! Como você pôde empurrar a Daisy para alimentar os zumbis?
—Cole, você mudou! Você não era assim antes!
—É, o Cole era tão bondoso!
Tom mancou até perto, apoiado na muleta, com um ar decepcionado.
—Filho, o que você fez foi errado. A Daisy só queria salvar as pessoas.
Martha balançou a cabeça:
—Cole, como você pôde fazer uma coisa tão cruel com uma menina?
Daisy foi se exaltando enquanto falava, e as lágrimas vinham sob comando, como uma torneira aberta:
—Olhem o Noah! Ele não ligou pra própria vida para salvar as pessoas! Isso é um herói! Isso é um homem de verdade! E o Cole? Ele só machuca inocentes!
—Isso mesmo! O Noah é tão corajoso!
—Ele acabou de despertar a habilidade e teve coragem de sair correndo pra lá!
—Isso é que é homem de verdade!
Eu me encostei na parede, soltando devagar um anel de fumaça.
Podem xingar. Xinguem o quanto quiserem.
Seus idiotas, vocês mesmos mandaram o Noah para a morte e ainda estão satisfeitos. Quando ele voltar gravemente ferido e a matilha de lobos do Lucas vier atrás dele por aquela porta, vamos ver se vocês ainda conseguem xingar tão alto.
A luta lá fora durou quase quarenta minutos. Urros de zumbis, o ronco de motores e os gritos de batalha do Noah se misturavam como uma sinfonia gratuita da morte. Daisy se grudou na fresta da porta, gritando “Vai, Noah!” a cada dois minutos, até ficar rouca.
Por fim, o portão foi arrebentado.
Noah entrou primeiro, coberto de sangue, com um arranhão de garra do ombro esquerdo até a costela direita, fundo o bastante para dar pra ver o osso. O colete de trabalho dele estava reduzido a trapos. O rosto estava branco como papel, e ele cambaleava a cada passo até, por fim, cair de joelhos com um baque, tossindo um gole de sangue negro.
Atrás dele, os cerca de doze membros da gangue de motoqueiros estavam de ótimo humor. Tirando as roupas rasgadas, não tinham sequer um arranhão.
O líder era um homem careca, coberto de cicatrizes, com uma marca cruel que ia da testa até a bochecha, passando por cima do olho esquerdo. A primeira coisa que ele fez ao entrar foi varrer com o olhar o armazém — a posição, os suportes de armas e os barris de combustível —, e então, de imediato, assumiu uma expressão de gratidão avassaladora, os olhos ficando vermelhos na hora:
— Irmãos! Estamos salvos!
A voz dele tremeu:
— Essas pessoas bondosas arriscaram a própria vida para nos salvar! Principalmente este herói! — Ele apontou para Noah, que estava ajoelhado e tossindo sangue, e falou, emocionado: — Ele é um anjo! Se não fosse por ele, a gente tinha morrido lá fora!
A gangue de motoqueiros atrás dele assentiu em uníssono:
— O irmãozinho é corajoso demais!
— Nosso salvador!
— A gente nunca vai esquecer isso!
Daisy imediatamente abriu seu sorriso santo de marca registrada, ainda com lágrimas nos cantos dos olhos, e foi até eles de braços abertos:
— É isso que devemos fazer. Neste mundo cruel, só ajudando uns aos outros é que conseguimos sobreviver. Somos todos humanos...
Lucas segurou a mão dela, com os olhos mais vermelhos ainda:
— Uma pessoa boa como você é realmente a esperança do apocalipse!
As outras pessoas do acampamento se comoveram até as lágrimas com aquela cena:
— Viu? Boas ações são recompensadas!
— O Noah é incrível mesmo!
— A Daisy tinha razão!
Eu sacudi a cinza do meu cigarro, com o canto da boca se curvando de leve.
Boa atuação, Lucas. Na minha vida passada, você tinha essa mesma expressão, e três dias depois as chaves do armazém estavam penduradas na sua própria cintura.
Apaguei o cigarro na parede e me virei em direção à oficina. A voz triunfante de Daisy veio atrás de mim:
— Cole! Você viu? É assim que a bondade se parece! Isso é humanidade! Sua maneira fria de agir vai acabar sendo rejeitada por este mundo!
Não olhei para trás.
Idiota.
Você mesmo abriu a porteira e deixou lobos entrarem no cercado de ovelhas e ainda acha que é um salvador.
Empurrei a porta de ferro da oficina, e três camadas de placas de blindagem se travaram atrás de mim com sons de clique-clique-clique. No escuro, encostei a mão na tubulação principal de controle; [Domínio Mecânico] se espalhou como uma teia de aranha — sistemas hidráulicos, circuitos elétricos, válvulas eletromagnéticas no depósito subterrâneo de óleo, tentáculo após tentáculo se enfiando em cada fibra e osso da estação.
O verdadeiro espetáculo estava apenas começando.
Lucas, aproveite esses três dias. Quando vocês terminarem de dançar em cima do campo minado, eu puxo a alavanca.
Últimos Capítulos
#8 Capítulo 8
Última Atualização: 7/7/2026#7 Capítulo 7
Última Atualização: 7/7/2026#6 Capítulo 6
Última Atualização: 7/7/2026#5 Capítulo 5
Última Atualização: 7/7/2026#4 Capítulo 4
Última Atualização: 7/7/2026#3 Capítulo 3
Última Atualização: 7/7/2026#2 Capítulo 2
Última Atualização: 7/7/2026#1 Capítulo 1
Última Atualização: 7/7/2026
Você Pode Gostar 😍
Reclamada pelo Marido Dela e Seus Melhores Amigos
— Se você os quer, Myla — se você precisa do que eu não consigo te dar, eu não vou te impedir. — A voz de Hayden baixou, áspera e baixa.
— Você é minha esposa — disse ele. — Mas você também é uma mulher. E eu prefiro ver você sendo tocada por mãos que eu sei que te amam do que te ver murchar aos poucos, esperando por algo que talvez eu nunca consiga te dar de novo.
Quando o marido de Myla não consegue mais dar a ela o que antes dava depois de ficar paralisado num acidente, ele oferece outra coisa: seus dois melhores amigos, que por acaso também são antigos amantes dele. Agora, ela se vê presa num mundo de vendas nos olhos, ordens sussurradas e três homens que não conseguem parar de tocá-la… nem de se tocar. Mas uma paixão tão perigosa tem um preço. Principalmente quando um perseguidor obcecado está disposto a destruir tudo para tomá-la para si.
Espere: sexo quente hétero, gay, bi e de todo tipo; menages bagunçados e “foursomes” sem culpa; voyeurismo (porque às vezes é mais excitante só assistir); e… b**m.
O Melhor Amigo Bilionário do Meu Pai
Renascimento: Atriz Estrela
Mas o que eu nunca esperava era que a razão pela qual eles me procuraram era para meu medula óssea... Eles queriam usá-la para salvar outra pessoa!
Meu coração se despedaçou. Como pais poderiam ser tão cruéis?
Desiludido com o mundo, caí da varanda e morri.
Mas, para minha surpresa, renasci!
Desta vez, eu viveria para mim mesmo! Aqueles que me machucaram pagariam o preço!
Tabu
Algumas noites depois do evento no clube onde conheci o Senhor, fui com meu pai a uma festa de boas-vindas para um dos amigos dele que voltou para Las Vegas. Desde a morte da minha mãe e do meu irmão, eu sou sempre o par do meu pai, não que sejamos muito próximos, mas eu tenho que fazer o que é esperado de mim. Meu pai é um homem muito rico e influente, o que eu tento ao máximo não ser. A festa de boas-vindas de hoje à noite era uma daquelas que eu realmente não queria ir. Quero dizer, ele é um velho amigo do meu pai, o que eu faria lá? Eu estava de costas para o grupo quando o amigo do meu pai se juntou a nós. Quando ele falou, eu tinha certeza de que conhecia aquela voz, assim que me virei e meu pai nos apresentou, tudo o que saiu da minha boca foi: "Senhor?"...
Perseguindo Minha Ex-Luna
O vínculo de quatro anos estava prestes a terminar, e as palavras cruéis de Dorian partiram meu coração. O herdeiro alfa por quem eu havia me apaixonado tolamente me empurrou contra uma árvore áspera, seus olhos âmbar queimando de desgosto.
"Agora, faça o que deve fazer." Ele abriu o zíper das calças e puxou seu pênis ereto, quente e pesado, com uma veia grossa pulsando ao longo de seu comprimento.
Quando ele começou a mover os quadris, abri a boca, levando-o mais fundo.
Tentei recuar, ofegando por ar, mas sua mão disparou e apertou firmemente a parte de trás da minha cabeça. Ele empurrou minha cabeça para frente violentamente, o movimento repentino quase me sufocando.
"Minha," seu lobo rosnou. "Você é completamente minha, e deve aprender a obedecer, seja chupando meu pau ou aceitando minha rejeição."
--
Como filha do Alfa assassinado da Alcateia Sombra, Lyra Nightfall suportou quatro anos de um vínculo arranjado sem amor com Dorian Blackthorne, herdeiro da alcateia mais poderosa de Moon Shadow Bay. Ela acreditava que suas raras habilidades de cura e devoção inabalável poderiam ser suficientes para ganhar seu amor.
Ela estava errada.
O alfa a tratava como um fardo, contando os dias até poder descartá-la e se unir à sua verdadeira companheira destinada, Seraphina.
Mas o destino tinha outros planos. Sem que Dorian soubesse, Lyra possuía a chave para sua verdadeira redenção.
——————
Oi pessoal, quanto tempo! Meu novo livro, Remarrying the Billionaire: The Ex-Husband’s Regret , já está disponível! Como sempre, é uma história cheia de triângulos amorosos, desilusões e dramas da alta sociedade—por favor, confiram e mostrem seu apoio!
Os Reis Lycan e a Loba Branca
Durante cinco anos, o tio dela e a família dele a maltrataram. Tiraram seu título. Ele vivia tentando roubar a herança que os pais haviam deixado para ela. Sem mais tempo a perder, o tio de Trixie, Melvin, a inscreve no torneio anual que seria realizado no palácio. É lá que ele planeja finalmente dar um fim em Trixie e, por fim, colocar as mãos no dinheiro dela.
A sorte de Trixie muda quando ela encontra seus mates: os reis lycan gêmeos.
Por Favor, Volte, Meu Amor
— Julian... o que você faria se eu engravidasse? — perguntei, me agarrando a uma esperança boba.
Ele avançou com força; o calor do gozo dele se espalhou entre minhas coxas.
— Você? Gerar meu herdeiro? — a risada dele foi gelada. — Filha de empregada nunca vai ser digna do sangue Sterling.
Eu sou Elena — a filha da empregada que ousou amar Julian Sterling.
Ele é o herdeiro implacável que se casou comigo por vingança.
— Você não passa de uma vadia interesseira — ele sussurrou. — Você achou mesmo que eu algum dia ia amar alguém como você?
Ele me usou. Me quebrou. Me fez implorar por migalhas enquanto desfilava o primeiro amor dele dentro da nossa casa.
Naquela noite, eu fiquei na ponte, encarando a água escura lá embaixo.
Eu tinha perdido tudo. Minha mãe. Minha dignidade. Minha vontade de lutar.
Cinco anos depois, num shopping lotado:
Minha filha puxa a manga de um estranho.
— Moço, você pode me ajudar a encontrar a minha mamãe? Eu me perdi.
O homem paralisa, olhando para ela.
— Qual é o seu nome, querida? — a voz dele sai quebrada.
— Lila! E o seu, tio?
— Julian.
Minutos depois, ele vem andando na minha direção, com a mão da minha filha na dele, o rosto sem cor.
— Elena.
Meu nome na boca dele soa como sofrimento.
Antes que eu consiga responder, ele já atravessou a distância entre nós. Os braços dele me envolvem com uma força desesperada.
— Meu Deus, você está viva. Eu achei que... — a voz dele falha. — Me perdoa... eu sinto muito...
Ele se inclina, procurando minha boca.
Minha mão se mexe por instinto.
O tapa ecoa pelo shopping.
— Com licença? — eu dou um passo para trás, gelada, puxando Lila para trás de mim. — Por favor, se controle, senhor. A gente se conhece, por acaso?
Possuída pelo Navy SEAL
Eu não sei por que eu faço o que esse homem manda quando ele manda, mas eu obedeço todas as vezes, sem falhar, e chupo aqueles dedos como se a minha vida dependesse disso.
Minhas coxas começam a tremer quando eu ouço o zíper descendo, porque eu sei o que vem em seguida. Ele vai se enfiar dentro de mim tão fundo que não vai ter mais pra onde ir, e vai me deixar queimando por dentro.
“Você não mexe as mãos quando eu tirar as minhas. Entendeu? Se você desobedecer, eu vou te amarrar e te deixar aqui até os seus pais virem te procurar e te encontrarem cheia até a borda com a minha porra.”***************************************Alguém está me seguindo.
Eu quase fui assaltada, ou talvez algo ainda pior pudesse ter acontecido.
Mas teve um cara que me salvou, tipo um super-herói moderno, mascarado num capacete preto.
Eu devia ter ficado apavorada quando ele cortou a garganta do meu agressor e depois assentiu pra mim, esperando eu entrar no carro em segurança, e pôs a mão no meu vidro.
Em vez de sentir medo, eu estou sentindo...
Excitada.
Viva.
E louca pra sentir aquilo de novo.
Então eu faço o que ninguém em sã consciência faria. Eu fico rodando pelas ruas da cidade quando eu devia estar na cama, descansando, só esperando mais um vislumbre do meu salvador.
Ele não me decepciona.
Ele me encurrala e me faz sentir coisas que eu não deveria estar sentindo, porque eu estou num relacionamento.
Eu anseio pelo toque dele; eu abro as pernas quando eu devia usá-las pra correr bem longe, pra bem longe.
Alguém está me seguindo.
E eu gosto disso.
Desta Vez Ele Me Persegue Com Tudo
Do lado de fora do salão, ela foi até ele enquanto ele fumava perto da porta, querendo pelo menos se explicar.
— Você ainda está com raiva de mim?
Ele jogou o cigarro longe e olhou para ela com um desprezo evidente.
— Com raiva? Você acha que eu estou com raiva? Deixe-me adivinhar: a Maya finalmente descobre quem eu sou e agora quer "se reconectar". Mais uma chance, agora que ela sabe que meu sobrenome vem acompanhado de dinheiro.
Quando ela tentou negar, ele a interrompeu.
— Você foi um mero detalhe. Uma nota de rodapé. Se não tivesse aparecido esta noite, eu nem teria me lembrado de você.
Lágrimas arderam nos olhos dela. Ela quase lhe contou sobre a filha deles, mas se conteve. Ele apenas pensaria que ela estava usando a criança para prendê-lo e ficar com seu dinheiro.
Maya engoliu tudo a seco e foi embora, certa de que seus caminhos nunca mais se cruzariam — apenas para que ele continuasse aparecendo em sua vida, até ser ele aquele a se rebaixar, implorando humildemente para que ela o aceitasse de volta.
A CORÇA DELE, SUA DANAÇÃO (Um Romance Erótico de Bilionário)
Esta história contém temas maduros e conteúdo explícito destinado a públicos adultos (18+). A discrição do leitor é aconselhada.
Inclui elementos como dinâmicas de BDSM, conteúdo sexual explícito, relações familiares tóxicas, violência ocasional e linguagem forte.
Esta não é uma história de romance leve. É intensa, crua e desordenada, e explora o lado mais sombrio do desejo.
"Tire o vestido, Meadow."
"Por quê?"
"Porque seu ex está assistindo," ele disse, recostando-se na cadeira. "E eu quero que ele veja o que perdeu."
••••••••••••*
Meadow Russell deveria se casar com o amor da sua vida em Vegas. Em vez disso, ela flagrou sua irmã gêmea montando seu noivo.
Um drink no bar virou dez. Um erro bêbado se tornou realidade. E a oferta de um estranho se transformou em um contrato que ela assinou com mãos trêmulas e um anel de diamante.
Alaric Ashford é o diabo em um terno Tom Ford sob medida. Bilionário CEO, brutal, possessivo. Um homem nascido em um império de sangue e aço.
Ele também sofre de uma condição neurológica—não pode sentir. Nem objetos, nem dor, nem mesmo o toque humano.
Até Meadow tocá-lo, e ele sentir tudo. E agora ele a possui. No papel e em sua cama.
Ela quer que ele a destrua. Tome o que ninguém mais conseguiu. Ele quer controle, obediência... vingança.
Mas o que começa como uma transação lentamente se transforma em algo que Meadow nunca viu chegando.
Obsessão, segredos que nunca deveriam vir à tona, e uma dor do passado que ameaça destruir tudo.
Alaric não compartilha o que é dele.
Nem sua empresa.
Nem sua esposa.
E definitivamente não sua vingança.
O GAROTO QUE PODIA GERAR UM HERDEIRO
“Você acha que eu vou deixar o Cassian levar a culpa?”
“Ele é meu filho. E você? Você é só um rosto que eu me arrependo de ter trazido ao mundo!!”
Lucien nasceu com um segredo.
Um que nem ele entendia.
Um que o pai sempre soube — e por isso o odiou.
Enquanto o irmão gêmeo, Cassian, vivia uma vida de liberdade, Lucien vivia trancado atrás de portas, punido por simplesmente existir.
Ele não podia sair.
Ele não podia viver.
Ele era escondido. Esquecido. Quebrado.
Até que uma festa mudou tudo.
Uma princesa da máfia foi ferida.
A culpa caiu em Cassian.
Mas o pai deles fez questão de garantir que Lucien pagasse o preço.
Naquela noite, Lucien foi entregue a Zayn Kingsley —
Um herdeiro bilionário da máfia.
Um dos Oito que governam a cidade das sombras.
Ele tem duas esposas. Uma filha. E um pai morrendo, sussurrando:
“Me dê um filho. Um verdadeiro herdeiro. Ou você vai perder tudo.”
Zayn não acredita em fraqueza.
Não acredita em amor.
E com certeza não acredita em homens como Lucien.
Zayn é frio. Implacável. Homofóbico.
Mas o que Zayn não sabe…
É que Lucien carrega mais do que dor.
Ele carrega um segredo que desafia a biologia, a lógica e tudo o que Zayn achava que sabia:
🩸 Lucien pode gerar um herdeiro.
E o que começou como punição vira obsessão.
O que começou como ódio começa a queimar em algo proibido… e aterrorizante.
A Rainha do Açúcar da Máfia
Lutando para salvar sua mãe doente e escapar da ruína financeira esmagadora, Hannah entra em um acordo de alto risco que promete resolver seus problemas—mas a que custo? Leonardo, um homem com sombras mais escuras que a noite e poder além da imaginação, oferece a ela tudo o que ela precisa. Luxo. Segurança. Proteção.
Mas, no traiçoeiro cenário de riqueza e poder, nada é tão simples quanto parece.
Enquanto Hannah navega por uma teia complexa de relacionamentos de sugar dating, guerra corporativa e emoções inesperadas, ela descobre que alguns acordos vêm com amarras que podem tanto salvar quanto destruí-la completamente.
Quando as linhas entre transação e paixão se confundem, e inimigos circulam como tubarões, Hannah deve decidir: a sobrevivência vale o preço de sua alma?












