Enredamentos Imprevistos

Enredamentos Imprevistos

Sophie Ab~Mumin · Atualizando · 251.6k Palavras

655
Popular
205.9k
Visualizações
33.4k
Adicionado
Adicionar à Estante
Começar a Ler
Compartilhar:facebooktwitterpinterestwhatsappreddit

Introdução

Rejeitada pelo seu mate destinado e traída pela própria alcateia, a guerreira Luna Sophie afoga as mágoas em um bar humano. É lá que ela conhece o misterioso Christian Knight – um Alfa poderoso de uma alcateia rival. Mal sabe ela que ele não é apenas mais um Alfa – ele é seu mate de segunda chance e seu novo chefe na empresa de fachada da alcateia, a Knight Industries.

Capítulo 1

Capítulo 1

Olhei para a carta de aceitação nas minhas mãos pela milionésima vez, ainda sem conseguir acreditar que era real. Knight Industries – a Knight Industries – me queria. A mesma empresa que praticamente comandava o mundo dos negócios da Costa Leste achava que eu era digna da equipe corporativa deles.

“Sophie Turner, Gerente de Operações Estratégicas”, murmurei, testando como soava. Bem melhor do que “Sophie Turner, a Beta que não é Beta o bastante”.

Minha loba se envaideceu com a conquista, mesmo enquanto andava inquieta debaixo da minha pele. Tínhamos conseguido isso só com o nosso mérito – sem conexões de alcateia, sem influência de parceiro, só habilidade pura e determinação.

Toma essa, todo mundo que dizia que guerreiras deviam focar em “tarefas mais adequadas”.

Ajeitei o blazer em frente ao espelho de corpo inteiro, alisando o tecido azul-marinho impecável. O terno tinha custado um mês de economia, mas aparentar o papel de executiva corporativa importava. Pelo menos era isso que todos os blogs de carreira diziam.

“Você consegue”, falei para o meu reflexo, tentando canalizar um pouco daquela confiança de guerreira de Lua que todo mundo dizia que eu tinha até demais. Minhas mãos ainda tremiam de empolgação quando guardei a carta de aceitação no bolso.

O laço de parceiro vibrava quente no meu peito, trazendo ecos das emoções do Tom. Ele estava… satisfeito? Feliz? O laço tinha ficado mais difícil de ler ultimamente, mas eu colocava a culpa no estresse. Ser um casal Beta não era exatamente fácil.

Minha loba me cutucou, impaciente. “Conta pro parceiro. Mostra pro parceiro nossa força.”

“Já, já”, prometi a ela. Primeiro, eu precisava estar perfeita. O Tom sempre dizia que aparência importava na liderança da alcateia.

O ar de primavera me atingiu quando saí da nossa casa da alcateia, carregando os cheiros familiares de casa – pinho, grama fresca e o almíscar único dos lobisomens. Lobos jovens treinando no pátio interromperam o sparring para me ver passar. Alguns baixaram os olhos em respeito – o protocolo certo ao se dirigir à sua Beta.

“Tá um arraso, Sophie!” gritou Maria, nossa curandeira da alcateia. Ela estava colhendo ervas no jardim, o cabelo escuro preso num coque todo bagunçado. “Encontro quente com o Tom?”

Abri um sorriso, dando um tapinha no bolso. “Melhor. Tenho uma notícia grande pra contar.”

“Já estava na hora de acontecer algo bom por aqui”, disse Maria, ficando séria. “A alcateia anda… meio inquieta.”

Eu sabia do que ela estava falando. A tensão vinha crescendo na Alcateia Lua de Prata fazia semanas. Todo mundo apontava o dedo pras negociações de terras que estavam chegando, mas tinha algo ali que simplesmente não parecia certo.

— Tenho certeza de que é só coisa da nossa cabeça — declarei, tentando soar mais segura do que realmente estava. — Afinal, a nossa é a matilha mais poderosa daqui.

Maria fez um som vago, sem se comprometer.

— Só toma cuidado, Sophie. Às vezes, força não é suficiente.

Minha loba se ouriçou com aquele aviso enigmático, mas mantive a voz leve:

— Eu sempre tomo cuidado. Te vejo na corrida da matilha hoje à noite?

— Não perderia por nada. — Maria voltou para as ervas dela, mas senti o olhar dela em mim enquanto eu me afastava.

O caminho até a casa do Tom passava pela parte mais bonita do território da matilha. Flores silvestres pontilhavam a grama — as mesmas que ele disse que lembravam o meu “espírito selvagem” quando a gente descobriu que era destinado a ser um do outro.

Dois anos não é muito tempo, mas às vezes parece uma eternidade. Naquela época, tudo era simples. A Deusa da Lua tinha abençoado a gente com o laço de alma, e isso era tudo o que importava. Antes de a política da matilha e as responsabilidades de Beta complicarem tudo.

Meus passos desaceleraram quando a casa do Tom surgiu à vista. O Jeep preto dele estava na garagem, ao lado de uma Harley-Davidson bem familiar. Meu estômago se contraiu.

— Tá tudo bem — murmurei. — A Lily provavelmente só tá ajudando com a papelada de novo.

Minha melhor amiga vinha passando muito tempo na casa do Tom ultimamente, ajudando ele a organizar os documentos da matilha. Fazia sentido — ela era ótima com parte administrativa, e o Tom estava atolado com os deveres de Beta.

Mesmo assim, alguma coisa me incomodava. Pequenos detalhes que eu vinha ignorando. O jeito como eles paravam de conversar quando eu entrava nos cômodos. Como a Lily sempre parecia saber a agenda do Tom melhor do que eu. As leves marcas do perfume dela que às vezes eu sentia nas roupas dele.

— Confia no par — minha loba insistiu, mas a voz dela soou insegura.

O laço de alma vibrou, inquieto, enquanto eu me aproximava da porta da frente do Tom. Minha audição aguçada captou sons lá dentro — movimento, respiração, outra coisa que eu não conseguia identificar direito. Ou não queria identificar.

A porta estava destrancada. O Tom nunca deixava a porta destrancada. Semana passada ele tinha dado um sermão na matilha inteira sobre protocolos de segurança.

— Alô? — chamei, entrando. Nenhuma resposta.

Os sons ficaram mais nítidos, vindo do andar de cima. Minha loba choramingou, percebendo algo que eu ainda me esforçava desesperadamente para negar.

Segui o barulho até o quarto do Tom, com o meu treinamento de guerreira gritando que eu devia voltar. Roupas estavam espalhadas pelo corredor como migalhas levando à destruição — a camisa de um homem, um sutiã rendado de mulher. Eu conhecia aquele sutiã. Tinha ido às compras com a Lily quando ela comprou.

Minha mão tremia quando empurrei a porta do quarto. Meu mundo inteiro se despedaçou em incontáveis fragmentos minúsculos.

Tom e Lily estavam enroscados nos lençóis dele, os corpos se movendo juntos de um jeito que deixava bem óbvio o que eu estava vendo. O laço de companheiros gritou de dor, tão agudo que me fez ofegar.

Lily olhou para cima primeiro, a expressão passando da paixão ao reconhecimento. Nem um traço de vergonha cruzou o rosto dela. Minha melhor amiga desde a infância só me encarou como se eu fosse uma interrupção incômoda.

— Sophie — ela disse, a voz quase entediada. — Você chegou cedo.

Cedo? A palavra me acertou como um tapa. Eles estavam me esperando. Tinham planejado isso.

Tom se virou devagar, os olhos encontrando os meus. O laço entre nós se esticou como um elástico prestes a arrebentar. Há quanto tempo ele estava me traindo? Quantas vezes ele me abraçou carregando o cheiro dela?

Detalhes se queimaram no meu cérebro: o batom vermelho de Lily borrado no pescoço de Tom, o jeito possessivo com que ele se moveu para cobrir o corpo dela, a intimidade familiar daquela posição. Não era a primeira vez. Talvez nem fosse a décima.

A carta de aceite escorregou dos meus dedos dormentes, flutuando até o chão como uma borboleta morta. As flores do campo se espalharam pelo piso de madeira do quarto de Tom, já murchando. Como todos os sonhos que eu já tive sobre meu par perfeito e minha melhor amiga leal.

Tom alcançou o lençol com movimentos deliberados, sem pressa. Sem pânico, sem remorso, sem tentativa desesperada de explicar. Ele queria que eu encontrasse os dois.

— Há quanto tempo? — A pergunta arranhou a minha garganta ao sair.

— Importa? — A voz de Tom estava fria, distante.

— Oito meses — Lily respondeu, enrolando o lençol de Tom no corpo com uma posse casual. A mão dela pousou no ombro dele — uma marca de território clara. — Desde aquela noite em que você faltou à reunião do conselho da matilha por causa da sua entrevista de emprego.

A entrevista que tinha me garantido o cargo na Knight Industries. Naquela noite, Tom disse que estava orgulhoso de mim por eu correr atrás dos meus sonhos. Será que ele tinha ido para a cama dela direto da minha?

— Você é minha melhor amiga — eu sussurrei. — Minha irmã.

Lily riu, o som parecendo vidro se quebrando.

— Ah, Sophie. Sempre tão ingênua. Você realmente achou que alguém como o Tom ia ser feliz com uma companheira que ofusca ele? Uma fêmea que não consegue simplesmente ficar satisfeita em ser uma Luna de verdade?

Cada palavra acertou como uma flecha, encontrando todas as inseguranças que eu já tive. Forte demais, ambiciosa demais, demais.

— Não é o que você está pensando — Tom disse, mas os olhos dele estavam duros. — Você trouxe isso pra si mesma, Sophie. Um companheiro deve apoiar o outro, não competir com ele.

— Apoiar? — A palavra tinha gosto de cinza. — Tipo o jeito que você me apoiou, dormindo com a minha melhor amiga?

— Você nunca seria a fêmea Beta que essa matilha precisa — ele continuou como se eu não tivesse falado. — Sempre tentando se provar, sempre querendo mais. A matilha precisa de estabilidade.

Minha loba uivou de traição, o som subindo pela minha garganta. Anos de treinamento como guerreira me ajudaram a engolir de volta. Guerreiros não quebram. Mesmo quando o mundo inteiro deles está pegando fogo.

— A Deusa da Lua escolheu a gente — eu disse, odiando o tremor na minha voz. — Nós somos companheiros.

— A Deusa erra — Tom retrucou. — Ou talvez esse seja o jeito dela de mostrar o que é certo. A Lily sabe o lugar dela. Ela vai ser uma fêmea Beta de verdade.

Os lábios de Lily se curvaram num sorriso discreto, os olhos dela presos nos meus com uma tranquilidade triunfante. Ela tinha vencido. Finalmente tinha tomado algo que eu amava e que ela não podia ter.

— Você alguma vez me amou? — perguntei, mesmo sabendo que era a última coisa que eu queria ouvir.

— Eu amei quem eu achei que você poderia ser — Tom disse. — Mas você escolheu ser isso aqui.

O laço de companheiros pulsou uma vez, violentamente, a primeira rachadura se espalhando pela sua superfície como uma teia. Logo ele ia me rejeitar formalmente, arrancar de mim o título de Beta, me deixar sem matilha e sem companheiro. Tudo pelo que eu tinha lutado, perdido porque eu ousei querer mais do que a tradição permitia.

Eu dei um passo para trás, depois outro. Retirada estratégica, exatamente como eu tinha aprendido no treinamento de combate. Sempre tenha uma rota de fuga. Nunca deixe o inimigo ver você sangrar.

— A reunião da matilha é hoje à noite — Tom disse, a voz já com um desdém cansado. Já tinha acabado comigo. — Não torna isso mais difícil do que precisa ser.

O sorriso de Lily se alargou.

— Eu te ajudo a arrumar suas coisas, bestie. Pelos velhos tempos.

Eu me virei e corri, deixando para trás minhas flores, minha carta, minha melhor amiga, meu companheiro — e os últimos pedaços da garota que eu costumava ser.

A Deusa da Lua tinha me abençoado com um companheiro perfeito. Mas ela nunca avisou que, às vezes, aquilo que a gente acha que é bênção acaba virando nosso pior pesadelo.

Eu só nunca imaginei que o meu pesadelo usaria o rosto da minha melhor amiga.

Últimos Capítulos

Você Pode Gostar 😍

Casamento arranjado: O Príncipe e eu

Casamento arranjado: O Príncipe e eu

208.4k Visualizações · Concluído · Kudzai Mukoyi
“Não vou mais tolerar seu comportamento insolente, garoto. Você trouxe isso para si mesmo. Você marcou esta jovem e agora deve tomá-la como sua.”

Nesse instante, Ziza sentiu seu coração encolher, morrer e afundar profundamente no fundo de seu estômago ácido. Tomá-la como sua? Sua mão em casamento? Certamente o rei não seria tão cruel a ponto de dar sua mão em casamento ao seu filho bestial.

Ela acabou de perder o emprego, perdeu o namorado e foi torturada por seus meio-irmãos e pela mãe deles. E isso era o que ela recebia—casar-se com um príncipe implacável e frio que a esbofeteou e insultou?!

Será que ela teria ao menos um vislumbre de esperança nesse casamento arranjado?
Os Reis Lycan e a Loba Branca

Os Reis Lycan e a Loba Branca

52.2k Visualizações · Concluído · theresachipps
Trixie tinha doze anos quando seus pais, a Luna e o alfa da matilha, foram mortos em um ataque de renegados — ou pelo menos foi isso que ela acreditou na época. Como era filha única, a única herdeira, deveria ser a próxima na linha para assumir o posto de alfa. Mas, por ter apenas doze anos, seu tio assumiu o lugar como alfa.

Durante cinco anos, o tio dela e a família dele a maltrataram. Tiraram seu título. Ele vivia tentando roubar a herança que os pais haviam deixado para ela. Sem mais tempo a perder, o tio de Trixie, Melvin, a inscreve no torneio anual que seria realizado no palácio. É lá que ele planeja finalmente dar um fim em Trixie e, por fim, colocar as mãos no dinheiro dela.

A sorte de Trixie muda quando ela encontra seus mates: os reis lycan gêmeos.
Tabu

Tabu

305.8k Visualizações · Concluído · Vicky Visagie
Eu estava ajoelhada com as mãos sobre as pernas abertas. Eu estava esperando nua pelo Senhor no meio da sala. Quando o Senhor saiu do banheiro, ele estava tão feliz comigo, o que me deixou feliz também. O Senhor me disse para agradecê-lo pelo que ele ia fazer comigo naquela noite e eu sabia o que isso significava, quero dizer, eu já tinha brincado com alguns Dominantes no meu tempo no clube. Eu desabotoei as calças do Senhor e abri o zíper; quando as calças caíram, o pau dele estava bem na minha cara. Claramente, o Senhor não usava cueca. Eu chupei o Senhor o melhor que pude, eu podia sentir que ele estava se segurando, eu tinha certeza de que ele queria segurar minha cabeça e foder minha cara, mas claramente o Senhor tinha muito autocontrole. Quando ele teve o suficiente, ele me ajudou a levantar e me levou até a cruz de Santo André, onde ele prendeu meus braços e minhas pernas. Eu amava a cruz de Santo André, especialmente se eu fosse chicoteada, e era exatamente isso que o Senhor tinha em mente para esta noite. Eu disse a ele minha palavra de segurança, que era Cupcake. O Senhor ficou surpreso com a palavra de segurança, mas tudo tem um significado na minha vida. Ele começou a me chicotear, parecia o paraíso, o chicote sobre meu corpo. Mas o Senhor não parou por aí, ele me chicotaria até minhas costas ficarem bem quentes, então ele pressionaria seu corpo nu contra o meu, me beijando no pescoço e mordendo minha orelha. Ele me deixou tão excitada. Então ele parava e começava a chicotear tudo de novo, só que mais forte a cada vez. Ele brincava com minha buceta e me levava ao limite, onde eu só queria cair e gozar, mas ele parava e começava tudo de novo. Em algum momento, eu comecei a me sentir bêbada e tonta, não estava acostumada com essa sensação, foi quando usei minha palavra de segurança, Cupcake... O Senhor e eu conversamos sobre tudo e sobre por que eu usei minha palavra de segurança, eu disse a ele que não gosto de me sentir fora de controle, ele aceitou isso por enquanto, ele disse. Então continuamos a brincar, o Senhor sabia foder, ele era definitivamente um Dominante experiente que sabia como foder até você perder a cabeça, ele me fodeu até eu gozar pelo menos algumas vezes antes de eu desmaiar. Eu deveria pegar um telefone que o Senhor queria que eu tivesse para o pós-cuidado, mas eu estava com medo de me apaixonar pelo Senhor, então, enquanto ele ainda estava dormindo, eu saí furtivamente do quarto e deixei o celular. Quando cheguei em casa, fiquei chateada comigo mesma porque eu adoraria ver o Senhor novamente, mas agora ele se foi. Foi embora e eu não tenho ideia se algum dia o verei novamente...

Algumas noites depois do evento no clube onde conheci o Senhor, fui com meu pai a uma festa de boas-vindas para um dos amigos dele que voltou para Las Vegas. Desde a morte da minha mãe e do meu irmão, eu sou sempre o par do meu pai, não que sejamos muito próximos, mas eu tenho que fazer o que é esperado de mim. Meu pai é um homem muito rico e influente, o que eu tento ao máximo não ser. A festa de boas-vindas de hoje à noite era uma daquelas que eu realmente não queria ir. Quero dizer, ele é um velho amigo do meu pai, o que eu faria lá? Eu estava de costas para o grupo quando o amigo do meu pai se juntou a nós. Quando ele falou, eu tinha certeza de que conhecia aquela voz, assim que me virei e meu pai nos apresentou, tudo o que saiu da minha boca foi: "Senhor?"...
Renascimento: Atriz Estrela

Renascimento: Atriz Estrela

66k Visualizações · Atualizando · Olivia
Eu era órfão, e quando completei doze anos, meus pais me encontraram. Achei que finalmente poderia escapar do meu sofrimento e experimentar o calor de um lar e o amor de pais. Para me encaixar, fiz tudo o que pude para agradar e servir minha família.
Mas o que eu nunca esperava era que a razão pela qual eles me procuraram era para meu medula óssea... Eles queriam usá-la para salvar outra pessoa!
Meu coração se despedaçou. Como pais poderiam ser tão cruéis?
Desiludido com o mundo, caí da varanda e morri.
Mas, para minha surpresa, renasci!
Desta vez, eu viveria para mim mesmo! Aqueles que me machucaram pagariam o preço!
DELE POR QUATORZE NOITES

DELE POR QUATORZE NOITES

21.9k Visualizações · Atualizando · Esther King
"Sim, sim."

Os gemidos começaram a escapar dos meus lábios incontrolavelmente. Eu não conseguia ver suas expressões faciais no escuro, mas sabia que um sorriso presunçoso estava em seu rosto e seus olhos semicerrados me observavam.

Sua voz era baixa, "Você gosta disso? Gosta de como eu te toco assim? Gosta de como eu esfrego seu clitóris com meu dedo como se você fosse minha?"

Eu acenei com a cabeça continuamente, gemendo de prazer, sem saber por quanto tempo mais eu poderia esperar antes que ele colocasse seu membro dentro de mim. Ele enfiou os dedos mais rápido e esfregou meu clitóris com a outra mão, "Isso. Vamos lá. Eu adoro os pequenos gemidos que você faz quando estou te provocando."

Eu lutava para formar as palavras, "P-p-por favor, pare de me provocar. Coloque logo—" um grito desesperado, "Eu quero sentir tanto. Eu quero—"

Um suspiro escapou dos meus lábios quando ele enfiou seu pau. Meu cérebro se encolheu como folhas murchas. Eu abri ainda mais as pernas e ele se inclinou completamente sobre mim. Pesado demais para segurar, e leve demais para não segurar. Ele começou a estocar. As estocadas ficando mais profundas e mais fortes a cada movimento. Dentro de mim. Sem parar. Eu enrolei meus pés ao redor de suas costas para que ele não pudesse escapar.


Voltando para a cidade onde nasceu, Rebecca Lewis teve uma discussão acalorada com o bastardo mais implacável da cidade; mal sabia ela que seu ato não tão esperto a colocaria em perigo.

14 dias. Uma mansão. Uma cama. Um homem não tão inocente. O que poderia dar errado?
O Primeiro Olhar do Bilionário

O Primeiro Olhar do Bilionário

195.1k Visualizações · Concluído · Jane Lexington
Amelie Cavanaugh enfrentou muitas dificuldades em sua vida. Ela ficou órfã aos 8 anos, fugiu com seu irmão do sistema de adoção aos 14 anos e trabalhou constantemente para alcançar seu objetivo de entrar na universidade. Justamente quando sua vida estava indo conforme o planejado, tudo vira de cabeça para baixo em um dia tempestuoso de novembro, quando seu irmão se machuca durante um jogo de futebol. O bilionário Dr. Nathan Michaels está na linha de sucessão para assumir o Grupo de Investimentos Michaels, já que seu avô, Carrington Michaels, está se aposentando. O problema é que os membros do conselho acham que seu estilo de vida de playboy precisa ser ajustado para o cargo de CEO. Solução: Carrington Michaels diz a Nathan que ele tem 6 semanas para se casar, ou perderá a empresa. Um encontro casual com a deslumbrante Amelie, de cabelos castanhos, na cafeteria do hospital vira o mundo de Nathan de cabeça para baixo, mas quando ele se vira após receber seu pedido, ela já se foi. Quem é ela? Para onde foi? Como ele pode torná-la sua? Isso sequer importará quando um segredo obscuro envolvendo ambas as famílias pode ameaçar qualquer chance de felicidade?
Secretária, você quer transar comigo?

Secretária, você quer transar comigo?

3.8m Visualizações · Concluído · miribaustian
Para Alejandro, um CEO poderoso, milionário, atraente, mulherengo e mimado, foi uma surpresa quando a nova secretária se recusou a ir para a cama com ele, já que todas caíam aos seus pés.
Talvez por isso nenhuma durasse mais de duas semanas; ele se cansava delas muito rápido. Mesmo assim, Valeria disse não, o que fez com que ele passasse a persegui-la, bolando diferentes estratégias para conseguir o que queria, sem deixar de lado a diversão com as outras mulheres.

Sem perceber, Valeria acabou virando seu braço direito, e ele passou a precisar dela até para respirar. Mas ele só reconheceu que a amava quando ela chegou ao próprio limite e foi embora.
SENHOR (Um Romance de Máfia e BDSM)

SENHOR (Um Romance de Máfia e BDSM)

89k Visualizações · Concluído · Aria Steele
De dia, Nora Ellis é a secretária eficiente e de língua afiada do enigmático bilionário David Reid. À noite, ela se transforma em Mistress Scarlet – a dominatrix mascarada que comanda o The Red Room.

Suas duas vidas nunca se tocam.
Até a noite em que o chefe dela entra em seu mundo como um novo cliente.

David não é estranho ao controle: de dia, ele é o CEO implacável com um império mafioso oculto; à noite, ele é o cliente mais exigente dela, sem saber que a submissa mascarada que ele deseja é a mulher que conhece todos os seus segredos. O que começa como um prazer proibido se transforma em uma obsessão perigosa, que embaralha as fronteiras entre poder, dor e amor.

À medida que os inimigos se aproximam e o passado de Nora ressurge, ela precisa decidir qual parte de si mesma vai salvar… a mulher que ele comanda ou a mulher que pode destruí‑lo.

Aviso de gatilho: Esta história contém cenas explícitas de BDSM (incluindo dinâmicas de dominação/submissão, práticas de impacto, imobilização e privação sensorial), descrições gráficas de violência armada e assassinato, tentativas de sequestro, ameaças ligadas à máfia e elementos de crime organizado, consumo de álcool e temas de segredo, traição e manipulação emocional. Leitura com cautela é recomendada – práticas seguras, sãs e consensuais são enfatizadas, mas o conteúdo pode ser intenso para alguns leitores.
Cinco Irmãos, Uma Noiva

Cinco Irmãos, Uma Noiva

55.1k Visualizações · Concluído · Emma Blackwood
Todo mundo acha que Lily é apenas uma garota do interior tentando dar o golpe do baú. Eles não poderiam estar mais errados.

Quando Lily chega à magnífica propriedade dos Sterling para cumprir as últimas vontades de seu falecido pai, ela é recebida por cinco belos irmãos e uma mãe fria e calculista, determinada a mandá-la embora.

De acordo com um antigo acordo entre as famílias, Lily deve escolher um dos irmãos como marido — uma perspectiva que enche todos eles de desprezo.

Mas Lily esconde segredos que chocariam toda a família Sterling. Por trás de sua postura discreta, há uma mente brilhante para os negócios que construiu um império multibilionário a partir do nada. Ela também é uma cantora aclamada internacionalmente que se apresenta com o nome de Nightingale, e uma gênia da tecnologia conhecida como Anny, capaz de derrotar qualquer um em seu próprio jogo.

Enquanto lida com a complexa política interna da família Sterling, Lily se vê atraída pelo irmão mais frio de todos — William, o CEO que a trata apenas com desconfiança.

A mãe de William já escolheu o par perfeito para ele: Fiona, da família Foster, sua amiga e amor de infância.

No entanto, a palavra "rendição" nunca existiu no vocabulário de Lily.
Os Reis Lycan e Sua Companheira Híbrida

Os Reis Lycan e Sua Companheira Híbrida

37.9k Visualizações · Concluído · theresachipps
Os Reis Lycan e Sua Companheira Híbrida
Livro Dois de Os Reis Lycan e o Lobo Branco. Também pode ser lido de forma independente.

Dezessete anos se passaram desde a ascensão do Lobo Branco, e o reinado dos Reis Lycan garantiu a paz em todo o reino. A próxima geração de guerreiros cresceu sob a proteção de governantes poderosos.

Cassian e Atlas, os herdeiros gêmeos do trono Lycan, já não são mais crianças. Prestes a completar dezoito anos, os futuros reis já se provaram no campo de treinamento, com força, habilidade e poder muito além do que sua idade sugeriria. Como gêmeos idênticos nascidos com habilidades extraordinárias, o vínculo entre eles é inquebrável, e a lealdade de um ao outro, absoluta. O reino sabe que, um dia, eles governarão juntos.

Mas completar dezoito anos traz mais do que responsabilidade.

Para os Lycans, é o momento em que o destino pode revelar a única pessoa destinada a ficar ao lado deles: sua companheira.

Para celebrar o aniversário de dezoito anos dos gêmeos, o palácio se prepara para um grande baile real. Alfas e famílias de todo o reino são convidados, e muitos chegam com a esperança de que suas filhas sejam escolhidas como a futura rainha do trono Lycan.

Só que o destino raramente segue o caminho que os outros esperam.

Em algum lugar do reino vive uma garota cuja existência nunca deveria ser conhecida. Escondida nas sombras dentro das muralhas do reino, ela carrega segredos no sangue capazes de mudar tudo — segredos poderosos o bastante para redesenhar o futuro do reino Lycan.

À medida que a noite do baile se aproxima, fios invisíveis do destino começam a entrelaçar vidas de um jeito que ninguém poderia prever.

O próximo capítulo da história dos Reis Lycan está prestes a começar.

E a companheira destinada a dois reis pode ser muito mais poderosa — e perigosa — do que qualquer um seria capaz de imaginar.
Donati

Donati

159k Visualizações · Concluído · Allison Franklin
O primeiro beijo dela... e tinha gosto de sangue.

Frankie Donati não é um homem bom. Ele não fica derretido. O coração dele não dispara. Ele não se apaixona. Ele usa, toma, conquista e descarta. Simples assim. Até deixar de ser. Tem uma garota nova no clube. Ela é jovem, linda e parece que saberia usar aquele bisturi pra fazer muito mais do que aliviar as pálpebras inchadas de um lutador. E acha que consegue se esconder dele.

Gloria Rubanov está fugindo. Quando o homem a quem ela foi prometida ainda criança vem cobrá-la, a mãe faz a única coisa em que consegue pensar: pede a um amigo pra esconder a filha no meio da família mafiosa mais perigosa do país, os Accardi. Mas, com os Accardi atolados numa guerra própria, é só uma questão de tempo até o noivo dela descobrir onde ela está… e vir buscá-la de volta.

Quando um encontro casual em uma situação comprometedora vira obsessão, só existe uma maneira de Frankie Donati deixar outro homem ficar com o que é dele: vão ter que arrancá-la de suas mãos frias. Mortas.